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- Sincronicidades
Reengenharia Humana & Desenvolvimento Pessoal Contos de Fada e Psicoterapia A psicoterapia, de um jeito geral, busca entender e ajudar a pessoa com seus conflitos internos e externos. Na Psicologia Analítica, criada por Carl Jung, uma ideia central é a do inconsciente coletivo e dos arquétipos. E é aí que os contos de fada, mitos e outras histórias tradicionais se tornam super importantes. Eles funcionam como chaves para decifrar a nossa mente mais profunda e podem ajudar a elaborar coisas que estão no nosso inconsciente. O que é o Inconsciente Coletivo e os Arquétipos? Jung propôs a existência de um inconsciente coleti vo. Pense nele como uma camada da nossa mente que é universal, compartilhada por toda a humanidade. Diferente do inconsciente pessoal (que guarda as nossas experiências esquecidas ou reprimidas), o coletivo é feito de padrões inatos de pensamento e comportamento, que Jung chamou de arquétipos. Os arquétipos não são imagens prontas, mas sim "modelos vazios", uma tendência da nossa psique para organizar a experiência. Eles aparecem através de símbolos e temas que se repetem nos nossos sonhos, na religião, na arte e, claro, nos mitos e contos de fada. Exemplos de arquétipos são o Herói, a Grande Mãe, o Sábio, a Sombra (aquela parte que a gente esconde), entre outros. Eles representam as experiências mais básicas do ser humano. Por que Contos de Fada e Mitos são Tão Legais para a Terapia? A importância dessas histórias para a clínica é enorme. Jung e seus seguidores, como Marie-Louise von Franz, enxergam os contos de fada como a expressão mais pura e simples de como o inconsciente coletivo funciona. Diferente dos sonhos, que são muito pessoais e às vezes confusos, os contos de fada foram sendo lapidados por gerações. Eles mostram, de forma simbólica e fácil de entender, os problemas universais que todo mundo enfrenta e as possíveis soluções. Eles falam da nossa jornada de crescimento, dos desafios e das transformações que a gente precisa passar para amadurecer. Na Prática, Como os Contos de Fada Ajudam? - Amplificam o Inconsciente: Se um paciente chega com um sonho ou um sentimento difícil de explicar, o terapeuta pode lembrar de um conto de fada que tenha uma temática parecida. Isso ajuda a pessoa a entender que sua experiência não é só dela, mas faz parte de um padrão humano universal. Dá um "click" na cabeça. - Identificação e Projeção: A gente se identifica com os personagens. O paciente pode se ver no herói da jornada, na vítima que precisa se salvar, ou até no vilão, que pode representar um lado sombrio que ele não quer encarar. Isso facilita muito falar sobre emoções e conflitos. - Mostram Caminhos para Resolver Problemas: A estrutura do conto de fada é simples: tem um problema, uma luta e uma solução. Essas histórias oferecem modelos simbólicos de como enfrentar dificuldades e integrar partes da nossa personalidade. Isso pode inspirar o paciente a achar suas próprias soluções. - Acesso a Forças Internas: Ao se conectar com os arquétipos das histórias, a pessoa pode "acordar" recursos que estavam adormecidos dentro dela. A figura do Herói pode trazer coragem à tona; a do Sábio, pode ajudar a encontrar uma sabedoria interior. - Falam a Língua do Inconsciente: Nossa mente profunda entende melhor símbolos do que lógica pura. Como os contos de fada são cheios de simbolismo, eles "conversam" direto com o inconsciente, driblando a nossa resistência racional. Eles criam uma ponte entre o mundo consciente e o inconsciente. Conclusão Resumindo, usar contos de fada e mitos na terapia, principalmente na linha junguiana, é uma ferramenta poderosa. Essas histórias não são só para criança! Elas são um baú de sabedoria antiga que reflete a estrutura da nossa mente. Trabalhar com esse material ajuda o paciente a se entender melhor, a juntar os pedaços da sua história e a encontrar um sentido mais autêntico para a vida. É como ter um mapa simbólico para a jornada de se conhecer e enfrentar os desafios que aparecem.
- Arquétipos e Inconsciente Coletivo
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa 00:00 / 02:36 Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo O próprio Jung chamou sua teoria psicológica de Psicologia Analítica, tanto para expressar sua orientação quanto para diferenciar sua abordagem da psicanálise de Freud. No entanto, muitos escritores e psicólogos acharam que o termo 'psicologia arquetípica' é uma descrição quase mais apropriada; e, de fato, esse termo aponta talvez o conceito mais fundamental e distintivo da psicologia analítica: o dos arquétipos do inconsciente coletivo. É impossível separar a concepção de Jung do arquétipo de sua teoria do inconsciente coletivo. Um depende do outro por coerência teórica. Não se pode falar de arquétipos, conforme Jung usa o termo, sem a teoria do inconsciente coletivo, nem poderia o inconsciente coletivo ser coletivo, conforme Jung usa o termo, sem os arquétipos. Por isso, os conceitos são tratados aqui como duas partes de uma única teoria. O termo 'arquétipo' não foi criado por Jung, e Jung indica sua origem nos escritos patrísticos como uma "paráfrase explicativa do eidos platônico" (OC, 9/1 §5). A única contribuição de Jung foi usar a ideia de arquétipo num sentido psicológico com referência às pessoas contemporâneas, Os arquétipos eram para ele " formas típicas de apreensão" ( OC, 8, §280) - isto é, padrões de percepção e compreensão psíquicas comuns a todos os seres humanos como membros da raça humana. Jung chegou a postular a existência desses modos comuns de apreensão por meio da observação empírica. Seu vasto conhecimento da mitologia, material antropológico, sistemas religiosos e arte antiga permitiu ver que os símbolos e figuras que aparecem continuamente em muitos sonhos de seus pacientes eram idênticos aos símbolos e figuras que tinham aparecido e reaparecido durante milhares de anos em mitos e religiões de todo o mundo. Além disso, Jung foi muitas vezes incapaz de remontar o aparecimento de tais símbolos nos sonhos de seus pacientes às experiências das vidas individuais dos pacientes. Por isso, Jung ampliou e aprofundou o conceito de Freud do inconsciente. Em vez de ser simplesmente o repositório de recordações pessoais reprimidas ou de experiências esquecidas, o inconsciente, assim parecia a Jung, consistia em duas partes de camadas. A primeira camada, que ele chamou de inconsciente pessoal, era basicamente idêntica à concepção freudiana do inconsciente. Nessa camada do inconsciente, estava o repositório de tudo o que um indivíduo havia vivenciado, pensado, sentido ou conhecido, mas que não estava conservado na consciência ativa, seja por repressão defensiva, seja por simples esquecimento. Contudo, ao usar sua teoria dos arquétipos para justificar as similaridades no funcionamento e no imaginário psíquicos através dos tempos em culturas altamente diferentes, Jung concebeu uma segunda camada do inconsciente, que ele chamou de inconsciente coletivo. Essa camada do inconsciente era a que continha aqueles padrões da percepção psíquica, comuns a toda humanidade, os arquétipos. Pelo fato de o inconsciente coletivo ser o campo da experiência arquetípica, Jung considerou a camada do inconsciente coletivo mais profunda e, em última análise, mais significativa do que a do inconsciente pessoal. Ficar ciente das figuras e dos movimentos do inconsciente coletivo levou as pessoas ao contato direto com as experiências e percepções essencialmente humanas, e o inconsciente coletivo foi considerado por Jung como a suprema fonte psíquica do poder, da totalidade e da transformação interior. Embora os conceitos de arquétipos e de inconsciente coletivo fossem com frequência taxados de especulação filosófica e teorização inútil, Jung sempre manteve seu ponto de vista de que a afirmação da existência desse nível da psique era cientificamente sustentável com base na evidência empírica. Outro mal entendido comum em relação ao conceito de arquétipos, além da imputação de não científico, é a confusão entre o conteúdo do arquétipo e o arquétipo em si. O arquétipo em si não é uma ideia herdada nem uma imagem comum. Uma descrição melhor é que o arquétipo seja como um molde psíquico no qual são despejadas as experiências individuais e coletivas, onde elas tomam forma, mas isso é distinto dos símbolos e imagens em si. Nesse sentido, o conceito junguiano de arquétipo é a contrapartida psicológica da forma ou eidos, de Platão. Não obstante, a confusão entre o conteúdo do arquétipo e do arquétipo em si é compreensível, uma vez que arquétipos particulares são identificados por suas manifestações simbólicas ou imaginais. Jung fala dos arquétipos de 'animus/anima', da Criança Divina, da Grande Mãe, do Velho Sábio, do Trickster e da Core ou Donzela - arquétipos cujo conteúdo é antropomórfico e cuja personalização está necessariamente disposta a fim de trazer o poder psicológico do padrão para dentro da consciência, para maior conhecimento e crescimento individual. Mas há arquétipos cujo conteúdo é menos antropomórfico, menos prontamente personalizado, tal como o arquétipo da totalidade ou o arquétipo do renascimento. Esses arquétipos, Jung chamou de arquétipos de transformação, "situações típicas, lugares, meios, caminhos, simbolizando o tipo de transformação em questão" (OC, 9/1, § 80). Jung considerava os arquétipos como ambivalentes, potencialmente positivos e negativos. À medida que os próprios arquétipos estão, por definição, fora do conhecimento consciente, eles funcionam autonomamente quase como forças da natureza, organizando a experiência humana em caminhos especiais para o indivíduo sem considerar as consequências construtivas ou destrutivas da vida individual. O crescimento psicológico só ocorre quando alguém tenta trazer o conteúdo dos arquétipos para dentro do conhecimento consciente e estabelecer uma relação entre a vida consciente e o nível arquetípico da existência humana. Para começar a estudar Jung: " O conceito de inconsciente coletivo", OC 9/1 , § 87-110. "Sobre os arquétipos do inconsciente coletivo", OC 9/1 , § 1-86. O eu e o inconsciente, OC 7/2 , esp, § 202-220. Para aprofundar : Psicologia do Inconsciente, OC 7/1 , esp. § 97-191. " A estrutura da alma", OC 8/2 , § 283-342. "Considerações teóricas sobre a natureza do psíquico", OC 8/2 , § 343-442. "Sobre os arquétipos do inconsciente coletivo", OC 9/1 , §1-48. "As conferências de Tavistock ", OC 18/1, esp. Segunda Conferência, § 74-108. Obras relacionadas "A importância do inconsciente para a educação individual", OC 17 , § 253-283. "Consciência, inconsciente e Individuação", OC 9/1 , § 489-524. Sugestão de Filmes sobre o Tema: - Mother! ( Mãe! ) Direção: Darren Aronofsky Elenco: J ennifer Lawrence, Javier Bardem , Ed Harris e outros Sinopse: Um casal vive em um imenso casarão no campo. Enquanto a jovem esposa (Jennifer Lawrence) passa os dias restaurando o lugar, afetado por um incêndio no passado, o marido mais velho (Javier Bardem) tenta desesperadamente recuperar a inspiração para voltar a escrever os poemas que o tornaram famoso. Os dias pacíficos se transformam com a chegada de uma série de visitantes que se impõem à rotina do casal e escondem suas verdadeiras intenções. Filme Completo: Análise Junguiana do Filme
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Documentários - Filosofia Compartilhar O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Buda , Freud e Tao - Medicina no Oriente e no Ocidente:
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Documentários - Ciências Compartilhar O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Documentários - Medicina e Psicossomática Documentários - Física/Biologia/Ciências Naturais
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Documentários O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Documentários Online Meditação Meditação - A Revolução da Mente - Documentário A Ciência de Interestelar QUERO VER MAIS... Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Documentários - Links para Download A Doutrina do Choque Viagem Fantástica Pelo Corpo Humano - Em busca da Cura Hubble Jornada Cósmica The Power of Art - BBC Scientology and the prison of belief A beleza dos diagramas BBC Devil's Bible - A Bíblia do Diabo Big History Grandes Livros - Darwin Por que falamos? BBC The Most Unknown Notre Dame Batalhas Decisivas Cosmos - Spacetime Odyssey Gelo em Chamas - Ice on Fire Sirius - Documentary Black Hole Apocalypse Nova PBS Finding Life Beyond Earth QUERO VER MAIS...
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Box Peter Weir Peter Lindsay Weir (Sydney , 21 de agosto de 1944 ) é um diretor de cinema e roteirista australiano . Depois de uma educação tradicional, Weir estudou Arte e Direito na Universidade de Sydney . Interrompeu os estudos para fazer uma viagem à Europa e, quando voltou à Austrália, estava determinado a trabalhar no mundo do espetáculo. Assim, em 1967, ingressou na televisão e aí foi-lhe dada uma oportunidade para realizar dois pequenos filmes que tiveram grande sucesso. Em 1971 foi-lhe confiada a realização de Michael, que fazia parte de um filme de três episódios intitulado Three to go. Mas só em 1974 conseguiria dirigir a sua primeira longa-metragem (The Cars That Ate Paris) e, no ano seguinte, realizaria o filme que o haveria de tornar conhecido em todo o mundo: Picnic at Hanging Rock . O seu primeiro filme realizado nos Estados Unidos foi A Testemunha , em 1985.
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- Christopher Nolan | Amphitheatrum Sapientiae Aeternae
Box Christopher Nolan Christopher Edward Nolan ( Londres , 30 de julho de 1970 ) é um diretor de cinema , roteirista e produtor britânico . Seus nove longas-metragens já arrecadaram o equivalente a mais de 4,2 bilhões de dólares em todo o mundo, fazendo do diretor um dos mais bem-sucedidos comercialmente de todos os tempos. O mesmo catálogo guarda 26 indicações da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (Óscar ), com sete conquistas, além de indicações e vitórias em premiações como as da Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood (Globo de Ouro ) e Academia Britânica de Artes do Cinema e Televisão (BAFTA ). Nolan estreou em direção cinematográfica com Following (1998), mas passou a ganhar fama com seu segundo título, o thriller psicológico Memento (2000). A aclamação recebida por essas duas produções independentes deu ao profissional a oportunidade de realizar Insomnia (2002), seu primeiro projeto de grande orçamento, e o drama de mistério The Prestige (2006). O cineasta, contudo, alcançou o sucesso tanto comercial quanto de crítica com a trilogia protagonizada pelo personagem Batman , intitulada The Dark Knight (2005–2012), também com Inception (2010), Interstellar (2014), ambos com fortes influências de ficção científica , e seu épico da Segunda Guerra Mundial , Dunkirk (2017). Christopher co-escreveu vários de seus filmes com o irmão Jonathan Nolan , e administra a produtora Syncopy Inc. com a esposa e parceira de trabalho, Emma Thomas . Entre outros notáveis que colaboraram em suas realizações, destacam-se o diretor de fotografia Wally Pfister , os roteiristas David S. Goyer e Jonathan Nolan , o editor Lee Smith , os compositores David Julyan e Hans Zimmer , o designer de produção Nathan Crowley, o diretor de elenco John Papsidera, o coordenador de efeitos especiais Chris Corbould, e os atores Anne Hathaway , Christian Bale , Cillian Murphy , Gary Oldman , Joseph Gordon-Levitt , Ken Watanabe , Leonardo DiCaprio , Liam Neeson , Marion Cotillard , Michael Caine , Morgan Freeman e Tom Hardy . As obras de Nolan costumam carregar fortes influências filosóficas , sociológicas e éticas , a partir de conceitos que exploram temas como a moralidade humana , a construção do tempo e a natureza maleável da memória e da identidade pessoal . Seu trabalho é permeado por elementos metafictícios , deslocações temporais, perspectivas solipsistas , narrativa não-linear e relações análogas entre a linguagem visual e os elementos narrativos. Christopher é tido como um dos mais inovativos contadores de história e criadores de imagem em atividade na industria cinematográfica contemporânea e é comumente elogiado pela crítica por integrar elementos do cinema de arte ao formato de blockbuster . Clique Aqui para Acessar Box Christopher Nolan Filmes Completos Legendados Aula Prof. Clóvis de Barros - Filosofia no Cinema - Aula 1 Aula Prof. Clóvis de Barros - Filosofia no Cinema - Aula 2 Aula Prof.Clovis de Barros - Alteridade Assinantes
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Filmes de Transformação Pessoal Filmes de transformação pessoal, também conhecidos como filmes de superação, são produções cinematográficas que mostram a jornada de um personagem em busca de mudança, crescimento pessoal e autoconhecimento. Esses filmes geralmente abordam temas como autoestima, superação de traumas, mudança de comportamentos prejudiciais, enfrentamento de desafios, e outros assuntos relacionados ao desenvolvimento humano. A importância desses filmes é que eles podem inspirar e motivar as pessoas a buscar mudanças positivas em suas vidas. Ao assistir a história de um personagem que enfrenta situações semelhantes às nossas, é possível se identificar e aprender com as lições que a história transmite. Além disso, esses filmes podem ajudar a desenvolver habilidades como empatia, resiliência e auto-reflexão. Ao nos colocarmos no lugar dos personagens e acompanharmos sua jornada, podemos aprender a lidar melhor com nossas próprias dificuldades e desafios. Em resumo, filmes de transformação pessoal são importantes porque podem nos ajudar a nos tornarmos melhores seres humanos, desenvolvendo nosso potencial para vivermos uma vida mais realizada e feliz. Leia também o livro: Comer - Rezar - Amar (2010) Liz Gilbert pensa que ela tinha tudo que queria na vida: uma casa, um marido e uma carreira de sucesso. Porém recém-divorciada e de frente para um momento de mudança, ela se sente confusa sobre o que é importante em sua vida. Ousando sair da sua zona de conforto, Liz embarca em uma busca de autodescoberta que a leva à Itália, à Índia e a Bali. Diretor: Ryan Murphy Sob o Sol da Toscana Frances Mayes fica devastada ao descobrir que seu marido é infiel. Sua melhor amiga Patti, com a intenção de ajudar, sugere que ela faça uma viagem pela Itália. Frances gosta da ideia e, durante o passeio, impulsivamente decide comprar uma casa em um vilarejo toscano. Agora, a recém-divorciada inicia uma nova vida ao lado de personalidades interessantes, incluindo o bonito Marcello.
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