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  • Artigos

    Hipnose Clínica - Hipnose Ericksoniana , Psicoterapia Junguiana, Psicanálise, Atendimentos Individualizados, Palestras e Cursos em Reengenharia Humana, Filosofia e Equilíbrio Emocional. Artigos Filosóficos A Navalha de Ockham O Silêncio Interior O Arrependimento no Budismo A Fuga de Nós Mesmos Sentimento Oceânico Kenose e Ágape Eudaimonia Alma e Graça Divina em Agostinho de Hipona Jogue fora suas batatas Solipsismo

  • Solipsismo

    Filosofia & Educação & Conhecimento Solipsismo é uma doutrina filosófica que afirma que a única realidade é a consciência individual. Em outras palavras, o solipsista acredita que o mundo exterior, incluindo outras pessoas, é uma ilusão criada pela própria mente. O solipsismo é uma posição radical que é difícil de defender, pois é impossível provar ou refutar. No entanto, tem sido uma fonte de reflexão filosófica por séculos. Existem dois tipos principais de solipsismo: Solipsismo subjetivo: O solipsista subjetivo acredita que apenas sua própria consciência existe. O mundo exterior, incluindo outras pessoas, é uma ilusão. Solipsismo objetivo: O solipsista objetivo acredita que sua própria consciência é a única realidade, mas que o mundo exterior existe como uma criação dessa consciência. Alguns filósofos que defenderam o solipsismo incluem: George Berkeley (1685–1753): Berkeley acreditava que o mundo exterior é uma coleção de ideias na mente de Deus. David Hume (1711–1776): Hume argumentou que não podemos ter certeza da existência do mundo exterior, pois todas as nossas experiências são mediadas pela mente. Arthur Schopenhauer (1788–1860): Schopenhauer acreditava que o mundo exterior é uma projeção da vontade individual. O solipsismo pode ter implicações significativas para nossa compreensão do mundo e de nós mesmos. Se o solipsismo estiver correto, então estamos sozinhos no universo, e nossas experiências são a única realidade que existe. Isso pode levar a um sentimento de isolamento e alienação. No entanto, o solipsismo também pode ser uma fonte de inspiração. Se o mundo exterior for uma ilusão, então somos livres para criar nossa própria realidade. Isso pode nos levar a uma vida mais criativa e significativa. O solipsismo também pode ser usado como um exercício espiritual de duas maneiras principais: 1. Como uma forma de meditação: A meditação é uma prática espiritual que visa acalmar a mente e desenvolver a atenção plena. O solipsismo pode ser usado como uma forma de meditação ao nos concentrarmos na nossa própria consciência e nos questionarmos sobre a natureza da realidade. Ao nos concentrarmos em nossa própria consciência, podemos começar a perceber que a nossa experiência do mundo é limitada pela nossa própria perspectiva. Isso pode nos levar a um sentimento de humildade e abertura a novas possibilidades. 2. Como uma forma de autoconhecimento: O autoconhecimento é um dos objetivos centrais da filosofia do filósofo Pierre Hadot que defendeu a filosofia como modo de vida. O solipsismo pode ser usado como uma forma de autoconhecimento ao nos levar a questionar os nossos próprios pressupostos sobre o mundo e sobre nós mesmos. Ao nos questionarmos sobre a natureza da realidade, podemos começar a perceber que as nossas crenças sobre o mundo são baseadas em nossas próprias experiências e perspectivas. Isso pode nos levar a um maior grau de autoconsciência e a uma compreensão mais profunda de nós mesmos. O solipsismo pode ser visto como uma forma de exercício espiritual em comparação com os conceitos preconizados pelo filósofo Pierre Hadot. Ele pode nos ajudar a desenvolver além do auto-conhecimento a atenção plena, que é a capacidade de estarmos presentes no momento presente, sem julgamentos. O solipsismo pode nos ajudar a desenvolver a atenção plena ao nos concentrarmos em nossa própria consciência e nos questionarmos sobre a natureza da realidade. #hipnosetranscendental

  • Cinemateca

    Filosofia - Conhecimento - Educação Cinemateca O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa.

  • Jogue fora suas batatas.

    Filosofia & Educação & Conhecimento Jogue Fora Suas Batatas... Um professor pediu para que seus alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu também para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os nomes daquelas pessoas nas batatas e as colocassem dentro da bolsa. Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em durante uma semana levar a todos os lados a bolsa com batatas. Naturalmente, a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa a cada momento mostrava-lhes o tamanho do peso diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes. Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a insatisfação, a intolerância e a negatividade. Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o estresse e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a serenidade. Jogue fora suas “batatas”! “As pessoas te pesam? Não as carregues nos ombros. Leve-as no coração.”

  • Kenose e Ágape

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Kenose e Ágape Ágape é o amor de Deus. Filosoficamente assim como ‘Eros’ é o amor segundo Platão, amor este marcado pelo desejo, pela potência do desejo e na intensidade do desejo. Assim como ‘Philia’ é o amor segundo Aristóteles ou Espinosa, marcado pela presença do objeto amado, pela alegria da sua companhia, Ágape é o amor segundo Yeshua Hamashia (Jesus) e pela filósofa , mística e ativista política francesa do século XX, Simone Weil. Quando ela procura pensar esse amor, ela começa quase sempre citando uma frase do historiador grego Tucídides que escreveu o seguinte: “Em se tratando dos humanos, que sempre, por uma necessidade natural, todo ser tende à dominação, onde quer que suas forças prevaleçam.” Todas as pessoas, todos os seres tenderão ao máximo a exercer ao máximo seu poder, sua força vital, seu conatus. É a lógica do ‘conatus’ de Thomas Hobbes que impera: todo ser tende a perseverar em seu ser, isto é, a existir o mais e o melhor possível. É a lógica da vontade de potência em Nietzsche: sempre e em toda parte, por uma necessidade natural, todo ser tende a afirmar o máximo da sua potência. É a lógica da potência. Também é a lógica da alegria pois para o filósofo holandês Baruch Espinosa a alegria é a passagem para um estado mais potente do próprio ser. É a passagem para uma perfeição maior. E consequentemente para uma realidade mais perfeita. Pois para ele, perfeição e realidade são uma mesma coisa. Ser feliz é existir mais. Assim como ser triste é existir menos, um passo mais perto da morte física. Mas é aí que Simone Weil se separa de Espinosa. A potência e a alegria não podem ser suficientes, pois há no mundo alegrias más e potências injustas. A potência da Rússia quando arrasa a cidade de Kiev e massacra a população civil não é sinônimo de alegria. A alegria do ditador Putin também não pode ser considerada também uma alegria moralmente digna. Simone cita Tucídides (“sempre, por uma necessidade natural, todos comandam onde quer que tenham o poder de fazê-lo”), mas depois acrescenta em substância: salvo quando há o amor em caridade. O que é o amor de Caridade? O que é Ágape? É um amor que renuncia a exercer o máximo da sua potência; é um amor que contraria Tucídides, ou antes, que é exceção, quase super-natural. Deus é justamente esse amor que renuncia a exercer ao máximo sua potência. Se Deus tivesse querido exercer ao máximo sua potência, não teria havido mais que Deus. Tudo seria Deus. Não haveria espaço para nada ser diferente dele. Para que Deus crie outra coisa além dele, ele teve que consentir em não ser tudo. Deus tem de ‘se retirar’, escreve Simone Weil, reencontrando aqui, um velho tema místico judaico, que se chama “tzimtzum”, doutrina do místico judeu do século XVI, Isaac Luria, que preconiza que Deus iniciou o processo de criação contraindo sua Luz Infinita para permitir um "espaço conceitual" no qual reinos aparentemente independentes pudessem existir. Na interpretação da Kabbalah Judaica, tzimtzum dá origem ao paradoxo da presença e ausência divinas simultâneas dentro do vácuo e da Criação que daí resultaram. Os cristãos chamarão de quenose ou exinanição, que é o movimento pelo qual Deus se retira, se esvazia da sua divindade, enfim, renuncia a tudo para que outra coisa possa existir. O quê? O mundo, conosco nele e todas as contingências que advêm disso, incluindo o mal físico, metafísico e moral segundo as categorias de mal elencadas pelo filósofo alemão Leibniz no século XVII. Por isso que existe o mal no mundo, segundo Weil, dando assim uma espécie de solução muito original e profunda ao célebre problema do mal. Se não houvesse o mal no mundo, o mundo seria perfeito, o mundo seria Deus, tudo seria Deus, não haveria mais que Deus, e não haveria mundo. Deus só poderia criar algo que fosse diferente dele. Senão, seria Ele mesmo. Deus não pode criar outra coisa que não seja ele, a não ser que aceite não ser tudo; e, como Deus é todo o bem possível, ele só pode criar o ‘menos bem’ que Ele: Deus só poderia criar o mal. Ideia extremamente assustadora e ao mesmo tempo bela. Muito longe de ser uma prova contra a realidade de Deus, ou em termos vulgares, contra qualquer tipo de ateísmo, revela a Sua verdade. A sua ausência, a sua distância, a sua espera, que é o tempo, posto que vive Ele vive em Eternidade e nós somos presos ao tempo. Revela a verdade que é o seu amor, porém em retirada. A criação é da parte de Deus não um ato de expansão de si, mas de retirada, de renúncia e todas as criaturas são menos do que só Deus. A partir do momento em que Deus se retirou, apareceu uma outra coisa que não é Deus, e portanto bem menos que Deus, que é o mundo, com todas as suas imperfeições, com o mal nele e conosco juntos. Deus aceitou essa diminuição. Ele esvaziou de si uma parte de seu ser. E esse esvaziamento, essa kenose, essa contrição já é um ato de sua divindade e de sua sabedoria. Deus permitiu que existissem coisas que não Ele e que valem infinitamente menos que Ele. Porquê? Por amor. Por amor e para o amor. Deus criou o amor e os meios do amor. Deus no entanto, não carece de nada, não pode existir mais em si mesmo ou passar para uma perfeição maior e superior. Esse amor que se retira não é éros nem philia: é um amor de caridade (ágape). Deus consente em não ser tudo. Ele se retira. O que restou? A ausência de Deus: o mundo, isto é, o mal, como nos ensina outro filósofo alemão Immanuel Kant. O mundo que vemos é mais ou menos quando andamos numa praia, na areia molhada, com a maré baixa: quando o pé se retira, só resta na areia a marca do pé ausente. Pois bem, o mundo é a marca do Deus ausente. É no retraimento e não na manifestação do poder que está a maior grandeza do amor. "Deus absconditus - mysterium tremendum” - O Sagrado - Rudolf Otto Mas não é um amor que quer existir mais, nem afirmar ao máximo sua potência; ao contrário, é um amor de renúncia a exercer sua máxima potência, que consente em existir menos para que outra coisa que não ele possa existir. Amor de Caridade. Amor Àgape. "ho theos agape estin" - Deus é amor Primeira Carta de São João, 4:16 A mais bela formulação dessa ideia foi dada no século XX pelo filósofo alemão Theodor Adorno em sua obra Minima moralia. Adorno escreve o seguinte: “Serás amado quando puderes mostrar a tua fraqueza sem que o outro sirva-se dela para afirmar sua força.” Amor de Caridade - Amor de Ternura - Amor Ágape É isso a caridade: a parte da doçura, um pouco de compaixão, como dizem os orientais, de retirada, como diria Simone Weil, que vem temperar não apenas a violência do amor desejo ou da falta (éros), com a potência e a alegria que sozinhas teriam uma força desproporcional: trata-se de consentir em existir um pouco menos para que o outro possa existir um pouco mais. Pois o eu que ama mais a si mesmo que o outro é egoísta. Retrato da pós-modernidade em que vivemos, as pessoas são narcísicas demais para amar o outro, são prisioneiras da própria imagem, do seu 'euzinho' adorado, apaixonadas pelas ilusões que têm sobre si. Tomás de Aquino já no século XIII distinguia também dois tipos de amor: o amor de concupiscência e o amor de benevolência. O primeiro é o ato de amar o outro para o nosso bem. Já o segundo consiste em amar o outro para o bem dele. Quando se ama verdadeiramente o outro para o bem dele e não mais para o nosso próprio bem. Um amor sem egoísmo, sem possessividade, sem pertencimento, sem fronteiras. Esse é o amor de Deus por nós.

  • Hipnose Transcendental

    Filosofia - Educação - Conhecimento Momento Criativo e Auto-Hipnose Um dos efeitos psicológicos mais importantes da Fixação da Atenção na HIPNOTERAPIA TRANSCENDENTAL é que ele tende a despotencializar as posturas mentais habituais e as estruturas mentais comuns e cotidianas. Os sistemas de crenças podem ser mais ou menos interrompidos por alguns momentos. A consciência se distrai. Durante essa suspensão momentânea, padrões latentes de associação e experiência sensório-perceptiva têm oportunidade de se manifestarem de maneira que podem iniciar um estado de consciência alterado descrito como transe ou hipnose. Há muitos meios de despotencializar as estruturas mentais habituais. Qualquer experiência de choque ou surpresa fixa momentaneamente a atenção e interrompe o padrão de associação anterior. Da mesma forma como o fenômeno de ‘sonho acordado’ quando passamos por causas aflitivas... Qualquer experiência do não-real, do incomum, ou do fantástico, possibilita modalidades alteradas de percepção. A interrupção e a suspensão do nosso sistema de crenças comum e cotidiano foi chamada de Momento Criativo por Ernest Rossi. Mas o que é um Momento Criativo? Tais momentos têm sido exaltados pelos cientistas como uma emocionante ‘premonição’ e pelas pessoas do meio artístico como uma ‘inspiração’. O Momento Criativo ocorre quando um padrão habitual de associação é interrompido; pode haver uma suspensão ou relaxamento ‘espontâneo’ do processo associativo habitual da pessoa; pode haver um choque psíquico, uma fortíssima experiência sensorial ou emocional; um alucinógeno, uma condição tóxica ou uma privação sensorial pode servir como catalisador. Ioga, zen, exercícios espirituais, meditação, hipnose podem, da mesma maneira interromper nossas associações habituais e introduzir um vazio momentâneo na consciência. Nessa fração de segundo em que o conteúdo habitual da consciência é apagado, há a possibilidade para uma iluminação de percepção pura, ‘ a luz pura do vazio’ como descreve Evans-Wentz. Essa fração de segundo pode ser experimentada como um “estado místico”, um “satori”, uma experiência cósmica ou um estado alterado de consciência. Pode ser experienciada como um momento de ‘fascinação’ ou de ‘paixão’ quando o vazio na consciência é preeenchido com o novo que subitamente se impõe. O Momento Criativo é, então, uma brecha no padrão habitual de percepção da pessoa. Bartlett descreveu a maneira como a gênese do pensamento original pode ser entendida como o preenchimento das brechas (gaps) mentais. O novo que aparece nos momentos criativos é, então, a unidade básica do pensamento original e do ‘insight’ assim como da transformação da personalidade. Experienciar um momento criativo pode ser o correlato fenomenológico de uma mudança crítica na estrutura molecular das proteínas dentro do cérebro associada à aprendizagem, ou até mesmo da criação de novos conjuntos celulares. A relação entre o choque psicológico e os momentos criativos é aparente: um choque psíquico interrompe as associações habituais de uma pessoa para que algo novo possa aparecer. idealmente o choque psicológico cria as condições para um momento criativo no qual um novo ‘insight’, atitude, ou transformação comportamental possa ocorrer no sujeito. Na vida cotidiana, tem-se que enfrentar situações difíceis e de perplexidade que chocam um pouco e interrompem o modo normal de pensar. Idealmente, estas situações problemáticas iniciarão um momento criativo de reflexão que pode dar oportunidade para algo novo emergir. Os problemas psicológicos desenvolvem-se quando as pessoas não permitem que as circunstâncias naturalmente mutáveis da vida interrompam seus padrões de associações antigos e defasados e também a experiência para que novas soluções e atitudes possam emergir. Marcelo Martins Moreira

  • MindStream - Biblioteca Jung

    Seu Acervo de Auto-Conhecimento Acesso Exclusivo para Membros Biblioteca Carl G. Jung e afins Parte 1 somente Go to link 1/1 Biblioteca Marie Louise Von Franz Biblioteca Edward Edinger Biblioteca Sigmund Freud Biblioteca James Hillman 1/1 Biblioteca Joseph Campbell 1/1 Biblioteca Connie Zweig Biblioteca Jolande Jacobi Biblioteca Robert A. Johnson Biblioteca Barbara Hanah Biblioteca James Hollis Biblioteca Erich Neumann

  • Hipnose Transcendental

    Filosofia - Educação - Conhecimento Imaginação Ativa A imaginação ativa foi uma técnica desenvolvida por Jung para aumentar e desenvolver o relacionamento com o material inconsciente, especialmente com figuras interiores que aparecem em sonhos e fantasias. Com a imaginação ativa, Jung pretendia que o indivíduo assumisse um papel não só receptivo, mas também ativo para encontrar-se e confrontar-se com vários elementos arquetípicos inconscientes em sua psique. A atividade da imaginação ativa contrasta com o sonho, que, na opinião de Jung, simplesmente ocorre. Contudo, a imaginação ativa não é nenhuma fantasia diretiva na qual o indivíduo persegue os pensamentos e desejos de seu próprio ego. Do modo como Jung a desenvolve, a intenção da imaginação ativa é abrir o limite entre a consciência passiva e receptiva, do material inconsciente interior e a reação ativa e opcional a esse material de qualquer forma. A definição de June Singer, em seu livro Boundaries of the Soul , dá a seu capítulo sobre a imaginação ativa o título de "Sonhando o sonho para a frente", que é talvez a melhor descrição sumária tanto de sua técnica quanto de sua intenção. À luz das ideias de Jung sobre a natureza e a função da psique, a imgainação ativa parece uma consequência natural do ponto de vista de que a totalidade é resultado de tornar o inconsciente consciente e de que a psique é um fenômeno intencional. A imaginação ativa é um modo de encarar mais diretamente as direções inconscientes de nossa vida interior, embora mantendo tão longe quanto possível nosso senso consciente do si-mesmo e nossa capacidade de ação informada e ética. Assim como acontece com vários conceitos de Jung, a imaginação ativa pode ser mais bem entendida por meio da experiência direta do que por meio da leitura sobre ela, pois Jung escreveu pouco sobre os amparos da técnica. As discussões mais úteis e focadas sobre imaginação ativa estão indicadas na lista de leituras abaixo em "Para Começar". Na primeira, o pequeno ensaio "A Função Transcendente", Jung descrece como a consciência e a inconsciência agem em série para corrigir e equilibrar a unilateralidade psíquica. Nesse contexto, Jung explica como a imaginação ativa ou a fantasia podem ajudar a transcender ou a sanar a lacuna típica entre essas duas esferas psíquicas opostas. A segunda leitura indicada é a última metade da quinta conferência de Tavistock, de Londres, em 1935. Em resposta a uma pergunta sobre sua técnica, Jung fala sobre a intenção dela e seus efeitos, e faz uma rápída apresentação do material trabalhado pela fantasia de um paciente. Para ler mais sobre esse tema, é necessário obviamente pesquisar os vários relatos da imaginação ativa que Jung tira de seu trabalho clínico, relatos que são, em geral, bem detalhados e vívidos o bastante para tornar claro precisamente como Jung tenciona que sua técnica seja usada e para que fim. Certamente o que mais claramente se manifesta nesse material todo é o valor que Jung dava à fantasia e a alta consideração que tinha por sua fantasia curadora. As fontes secundárias são de dois notáveis junguianos. O livro de Hannah trata da imaginação ativa, ao passo que o livro de Adler é principalmente um relato de caso de uma análise em que a imaginação ativa tem uma parte simplesmente crucial. Se lidos ao mesmo tempo, ambos servem como uma introdução completa a essa técnica vital no municiamento da análise junguiana, completados pelas obras mais recentes sobre o tópico, escritas por Robert Johnson e Verena Kast. Para começar: - "A função transcendente", OC 8/2 , § 131-193. - "Fundamentos da Psicologia Analítica ( Tavistock Lectures )", OC 18/1 , Quinta Conferência, § 304-415. Para aprofundar: - " Estudo empírico do processo de individuação", OC 9/1 § 525-626 - " Mandalas", OC 9/1 , § 713-718 - " Psicologia e Alquimia", OC 12 , esp. parte II , § 44-331. Obras Relacionadas: - " Freud e a psicanálise" , OC 4, esp. capítulo 8, " Princípios terapêuticos da psicanálise" , § 407-457. Fontes Secundárias: - ADLER,G. " The living symbol: a case study in the process of individuation, New York: Pantheon, 1961 -- HANNAH, B. " Encounters with the soul active Iamgination as Developed by C.G. Jung. Santa Monica: Sigo Press, 1981. - JOHNSON, R. " Inner Work: Using dreams and active imagination for personal growth. São Francisco: Harper and Row, 1986 A Chave do Reino Interior , São Paulo: Mercurio, 1989. KAST, V. - " Imagination as Space of Freedom: Dialogue between the Ego and the Unconscious"- New York: Fromm, 1993 A Imaginação como espaço de liberdade. São Paulo, Loyola, 1997. Texto adaptado de Guia para Obra Completa de C.G.Jung - Robert H. Hopcke

  • Biblioteca Jung

    Seu Acervo de Auto-Conhecimento Biblioteca Carl G. Jung e afins Go to link Go to link Go to link Parte 1 somente Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Marie Louise Von Franz Biblioteca Edward Edinger Biblioteca Sigmund Freud Biblioteca James Hillman Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Joseph Campbell Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Connie Zweig Biblioteca Jolande Jacobi Biblioteca Robert A. Johnson Biblioteca Barbara Hanah Biblioteca James Hollis Biblioteca Erich Neumann

  • biblioteca A-E | MindStream

    Biblioteca & Pesquisa Digital A - C ADAM SCHAFF - História e Verdade AGNES HELLER - O Cotidiano e a História - Aristoteles y el mundo antiguo D - E DAN BROWN - O Símbolo Perdido - A Origem DANTE ALIGHIERI - A Divina Comédia AGOSTINHO DE HIPONA - Agostinho - Filme Completo - Soberba - Comentário ao Gênesis ALAIN DE BOTTON - Religião para Ateus - Como Proust pode salvar sua vida ALBERT CAMUS - A Peste - A Queda - Núpcias, o verão - O Mito de Sísifo - O Estrangeiro - O Homem Revoltado DAVID GROSSMAN - Fora do Tempo DANIEL DENNETT - Tipos de Mentes DAVID HUME - Tratado da Natureza Humana - História Natural da Religião DIOGENES LAERCIO - Vida de Epicuro - Vida dos Filósofos Mais Ilustres ALEXANDRE KOJEVE - Introdução à Leitura de Hegel ALFRED NORTH WHITEHEAD - O Conceito de Natureza DOMENICO DE MASI -O Ócio Criativo AMAURI FERREIRA - Introdução à Filosofia de Bergson - Mente e Corpo em Espinosa - Introdução à Filosofia de Spinoza ANDRE COMTE-SPONVILLE - Apresentação da Filosofia - A Felicidade Desesperadamente - Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - Bom Dia Angústia ANDREW SOLOMON - O Demônio do Meio-Dia EDWARD SAID -Orientalismo ELIAS CANETTI A língua absolvida ELIZABETH GILBERT - Comer, Rezar e Amar (Livro) - Comer, Rezar e Amar ( filme ) EMIL CIORAN - Silogismo da Amargura ANSELMO DE CANTUÁRIA - Proslógio EMILE DURHEIM - As Formas Elementares da Vida Religiosa ANTONIO DAMASIO - O Erro de Descartes ARISTÓFANES - A Paz - A Revolução das Mulheres - Os Cavaleiros - As Vespas, as aves, as rãs ARISTÓTELES - Metafísica - Moral a Eudemo - Organon - Poética - Fragmentos dos Dialogos e Obras Exortativas - As Partes dos Animais I (Partibus Animalium I) ÉTIENNE GILSON - Introdução às Artes do Belo - A Filosofia na Idade Média - O Espírito da Filosofia Medieval - Evolução da Cidade de Deus Erich Neumann - História da Origem da Consciência Epicuro - Carta a Meneceu (sobre a felicidade) Ernest Cassirer - Substance and Function & Einstein's Theory of Relativity ARTHUR SCHOPPENHAUER - Aforismos para a Sabedoria da Vida ANTONIO MEDINA RODRIGUES - Agir contra o Destino - Café Filosófico BART D. EHRMAN - Cristianismos Perdidos - História da Bíblia - Jesus Existiu ou Não? - O Problema com Deus - O que Jesus disse, O que Jesus não disse? - Quem escreveu a Bíblia? BARUCH SPINOZA - Tratado Teológico Político - Ética à Maneira dos Geômetras - Tratado da Correção do Intelecto BILL BRYSON - Breve história de quase tudo. BRIAN GREENE - O Tecido do Cosmo - Até o Fim do Tempo BLAISE PASCAL - Filme Completo: - Pensamentos ( Coleção Os Pensadores ) - O Homem perante a Natureza - As Provinciais BOÉCIO - A Consolação da Filosofia BYUNG CHUK HAN - A SOCIEDADE DO CANSAÇO CARL SAGAN - Bilhões e Bilhões - O Universo - Roswell - Pálido Ponto Azul - Cérebro de Broca - O Mundo Assombrado pelos Demônios - O Inverno Nuclear - O Ônus do Ceticismo - Contato (Livro) e Filme: CARLO ROVELLI - Sete Breves Lições de Física - A realidade não é o que parece CÍCERO - Da Natureza dos Deuses CHRISTIAN DUNKER - Mal-Estar, Sofrimento e Sintoma - As Transformações no Sofrimento Psíquico CLAUDIO ULPIANO - Cinema do Pensamento - audio1 - C inema do Pensamento - audio2 - Nietzsche - Forças ativas e reativas - audio - Lucrécio: a suprema felicidade - A Vontade Espiritual na Vida Humana - Hábito e Renovação - Lucrécio CLÓVIS DE BARROS FILHO - A Filosofia Explica as Grandes Questões - A Vida que Vale a Pena ser Vivida - Devaneios sobre a atualidade d'O Capital - Tese de Livre Docência - Utilitarismo - Somos Todos Canalhas - Transcrições de Aulas COLEÇÃO 90 MINUTOS - FILOSOFIA - 31 Títulos Completos COLEÇÃO OS PENSADORES - FILOSOFIA - Edição 1984 - 56 livros

  • Biblioteca Especíal | Amphitheatrum Sapientiae Aeternae

    Biblioteca & Pesquisa Digital Biblioteca Carl G. Jung & Freud Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/2 Biblioteca Marie-Louise von Franz Biblioteca Edward Edinger Biblioteca Sigmund Freud Biblioteca James Hillman Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Joseph Campbell Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Jolande Jacobi Biblioteca Gerhard Adler Biblioteca Connie Zweig Biblioteca Robert A. Johnson Biblioteca Barbara Hanah Biblioteca James Hollis Biblioteca Erich Neumann Biblioteca Alexander Roob Go to link Go to link 1/1

  • Como ajudar alguém com depressão

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa 5 maneiras de ajudar um amigo que sofre com depressão. A depressão é a principal causa de incapacidade no mundo. Nos Estados Unidos, cerca de 10% dos adultos lutam contra a depressão. Mas como é uma doença mental, pode ser muito mais difícil de entender do que, digamos, o colesterol alto. Uma das principais fontes de confusão é a diferença entre ter depressão e sentir-se deprimido. Quase todos se sentem de tempos em tempos, mas a depressão clínica é diferente. É um distúrbio médico e não desaparece só porque você quer. Permanece por pelo menos duas semanas consecutivas e interfere significativamente na capacidade de trabalhar, brincar ou amar. É provável que você conheça alguém que sofre de depressão. Aqui estão algumas maneiras que você pode ajudar. 1. Ajude a encontrar ajuda: Se você conhece alguém que está sofrendo de depressão, incentive-os - gentilmente - a procurar ajuda. Você pode até se oferecer para ajudar em tarefas específicas, como procurar por terapeutas na área ou fazer uma lista de perguntas para consultar um médico. Para alguém com depressão, esses primeiros passos podem parecer intransponíveis. 2. Ser informado: Se eles se sentem culpados ou envergonhados, ressalte que a depressão é uma condição médica como a asma ou o diabetes. Não é uma fraqueza ou um traço de personalidade, e eles não devem esperar que “simplesmente superem isso” mais do que poderiam superar um braço quebrado. Quanto mais você souber sobre doença mental, melhor será capaz de entender o que eles estão passando e apoiá-los. 3. Não subestime: se você não sofreu depressão por si mesmo, evite compará-lo a momentos em que se sentiu deprimido - comparando o que ele está vivenciando ao normal, sentimentos temporários de tristeza podem fazê-los sentirem-se culpados por lutarem. 4. Elimine o estigma: mesmo falar abertamente sobre depressão pode ajudar. Por exemplo, pesquisas mostram que perguntar a alguém sobre pensamentos suicidas realmente reduz seu risco de suicídio. Conversas abertas sobre doenças mentais ajudam a corroer o estigma e facilitam as pessoas a pedir ajuda. E quanto mais os pacientes procurarem tratamento, mais os cientistas aprenderão sobre depressão e melhor os tratamentos. 5. Continue a conversa: Como os sintomas da depressão são intangíveis, é difícil saber quem pode parecer bem, mas na verdade está com dificuldades. Só porque seu amigo pode parecer bem um dia, não assuma que "melhorou". Permaneça de suporte. Traduzido do Original: https://blog.ed.ted.com

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Hipnose Transcendental

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