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Biblioteca & Pesquisa Digital K - M N - O KARL MARX - Teses sobre Feuerbach - O Capital - Vol. 1 - O Capital - Vol. 2 - A Ideologia Alemã KATHLEEN JAMIESON - Cyberwar KEITH THOMAS - Religião e Declínio da Magia KEN WILBER - Física e Misticismo - Psicologia Integral - Ausência Ego - O Espectro da Consciência LAWRENCE KRAUSS - O Universo que veio do Nada. LEANDRO KARNAL - Crer ou Não Crer - Memória Evanescente - Perdoar e Pecar - Oriente Médio LEONARDO MIDILOW - Subliminar : Como o Inconsciente Influencia nossas vidas LUC FERRY - Aprender a Viver I - Aprender a Viver II - Depois da religião LUDWIG FEUERBACH - A Essência do Cristianismo LIBERTUS FROMONDUS -Sobre : " escape from the Labyrinth of the continuum" (1631) LUCIEN GOLDMANN El hombre y lo absoluto - El Dios Oculto LUIS FELIPE PONDÉ - Crítica e Profecia - A Era do Ressentimento - A Filosofia da Adúltera - Do Humanismo Ridículo - Filosofia para Corajosos - O Homem Insuficiente - Guia Politicamente Incorreto da Filosofia LEIBNIZ, W. G. - MARTIN HEIDEGGER - O que é Metafísica? - Martin Heidegger por Rudiger Safranski MARCEL MAUSS - Sobre a Dádiva - Sociologia e Antropologia - Sobre o Sacrifício - Noção de Pessoa MARCELO GLEISER - A Ilha do Conhecimento - A dança do universo MARILENA CHAUÍ - O que é Ideologia? - Para quê Filosofia? - O Engajamento do Intelectual - Maquiavel - Introdução à História da Filosofia - Filosofia Moderna - Cultura e Democracia - Convite à Filosofia - Iniciação à Filosofia MARK MANSON - A Sutil Arte de ligar o foda-se MIRCEA ELIADE - O Xamanismo e as Técnicas Arcaicas do Êxtase MICHAEL INWOOD - Dicionário Hegel MICHAEL SANDEL - Justiça: o que é fazer a coisa certa. - Justiça - 24 Aulas em Video MICHEL ONFRAY - Antimanual de Filosofia - Cinismos MICHEL MAFFESOLI - A Parte do Diabo MIGUEL SPINELLI - Epicuro e as Bases do Epicurismo MIKHAIL BAKUNIN - A Ilusão do Sufrágio Universal - Deus e o Estado - Notas sobre Rousseau Mortimer Adler - Como Ler livros NORBERT ELIAS - Sobre o Tempo - O Processo Civilizador - vol. 1 - O Processo Civilizador - vol. 2
- Imaginação Ativa
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Imaginação Ativa Imaginação Ativa: Uma Exploração do Inconsciente por Carl G. Jung A Imaginação Ativa é uma técnica psicoterapêutica e de autoconhecimento profundamente associada ao psiquiatra suíço Carl Gustav Jung (1875-1961), fundador da psicologia analítica. Embora Jung tenha se inspirado em práticas antigas, como as dos alquimistas, ele reinventou e integrou essa abordagem em seu sistema psicológico como um método para dialogar diretamente com o inconsciente. Ao contrário da interpretação de sonhos ou da associação livre, a Imaginação Ativa não busca apenas decifrar simbolicamente os conteúdos inconscientes, mas sim estabelecer uma interação dinâmica com eles. A técnica consiste em focar em um estado de ânimo, imagem espontânea ou figura onírica e permitir que ela se desenvolva autonomamente, como se tivesse vida própria. O indivíduo, então, entra conscientemente nesse cenário imaginal, dialogando e interagindo com as figuras e elementos que emergem. Essa interação não é passiva; exige um engajamento ativo do ego, que questiona, responde e se posiciona frente às manifestações do inconsciente. Jung via a Imaginação Ativa como um meio poderoso para ativar o que ele denominou de "função transcendente". Esta função representa a capacidade da psique de unir opostos – consciente e inconsciente, racional e irracional – gerando uma nova síntese ou perspectiva que transcende a unilateralidade anterior. Ao confrontar e integrar os conteúdos sombrios, arquetípicos ou desconhecidos que emergem durante a Imaginação Ativa, o indivíduo promove o processo de individuação, ou seja, o caminho para se tornar um "si-mesmo" mais completo e integrado, a totalidade da psique. A criação e o desenvolvimento da Imaginação Ativa por Jung ocorreram no âmbito de sua própria jornada interior e de sua prática clínica. Ele percebeu que, para além da análise intelectual, era necessário um método que permitisse uma vivência direta e um confronto ético com as forças do inconsciente. Embora Jung tenha descrito e utilizado extensivamente a técnica em seus escritos e trabalho terapêutico, a sistematização mais formal do método em passos práticos foi realizada posteriormente por outros autores junguianos, como Robert A. Johnson. Em suma, a Imaginação Ativa, conforme concebida por Jung, é um convite a um mergulho corajoso nas profundezas da psique, não como um observador distante, mas como um participante ativo no drama interior. É um método que visa a integração psíquica e o desenvolvimento pessoal através do diálogo consciente com as imagens e energias que habitam o inconsciente, buscando a reconciliação dos opostos e a emergência de uma consciência mais ampla e unificada. A Imaginação Ativa é um tipo de Meditação ? Sim, podemos afirmar que a técnica de imaginação ativa criada por Jung possui semelhanças com certas formas de meditação, embora com características distintivas importantes. As semelhanças incluem: A necessidade de um estado mental receptivo e contemplativo, onde a atenção crítica é temporariamente suspensa, criando o que Jung chamou de "vácuo na consciência". A observação passiva inicial de conteúdos que emergem espontaneamente da psique, sem interferência direta da vontade consciente. A prática regular e disciplinada, que requer dedicação e tempo para desenvolver proficiência. A busca por uma transformação interior e ampliação da consciência. No entanto, a imaginação ativa difere de muitas formas tradicionais de meditação nos seguintes aspectos: Enquanto muitas práticas meditativas buscam esvaziar a mente ou observar pensamentos sem se envolver com eles, a imaginação ativa evolui para um diálogo ativo e engajamento com as figuras e imagens que emergem. Jung enfatiza a importância de tratar as figuras que surgem "como algo que existe", estabelecendo um diálogo real com elas, diferente da observação distanciada comum em algumas práticas meditativas. A imaginação ativa tem um componente dialético explícito, onde o ego consciente mantém sua perspectiva enquanto interage com os conteúdos inconscientes. O objetivo final não é apenas a tranquilidade mental ou o desapego, mas a integração de conteúdos inconscientes e a individuação. A imaginação ativa junguiana fundamenta-se em quatro elementos meditativos essenciais: primeiro, a criação de um "vácuo na consciência", estado receptivo onde a mente crítica é temporariamente suspensa, permitindo o acesso a conteúdos mais profundos; segundo, uma fase inicial de observação passiva, onde o indivíduo simplesmente testemunha o surgimento espontâneo de imagens e conteúdos psíquicos sem manipulá-los conscientemente; terceiro, o desenvolvimento de uma prática consistente e disciplinada, que exige dedicação contínua para aperfeiçoamento, similar a qualquer prática contemplativa; e quarto, o propósito transformador que visa não apenas o autoconhecimento, mas uma verdadeira expansão da consciência e integração psíquica. Estes elementos constituem a base meditativa sobre a qual se desenvolve o aspecto dialógico distintivo da técnica junguiana. A Imaginação Ativa seria um tipo de Hipnose ? Embora existam algumas semelhanças superficiais, seria impreciso caracterizar a imaginação ativa junguiana como um tipo de auto-hipnose. Vejamos as diferenças fundamentais: Na imaginação ativa: A consciência permanece ativa e participativa durante todo o processo. O ego mantém sua autonomia e capacidade crítica, dialogando com os conteúdos inconscientes. Há um engajamento dialético entre consciência e inconsciente, onde ambos mantêm suas perspectivas. O praticante permanece orientado e ciente do ambiente externo. O objetivo é a integração de conteúdos inconscientes à consciência. Na hipnose: Busca-se um estado alterado de consciência com redução da capacidade crítica. A sugestibilidade é aumentada e a autonomia do ego é temporariamente diminuída. Frequentemente envolve um estreitamento do foco de atenção. Pode incluir uma dissociação temporária da consciência normal. Geralmente visa implantar sugestões ou acessar memórias. Jung enfatizava a importância de manter a perspectiva consciente durante o diálogo com as figuras do inconsciente. Ele não buscava um estado de transe ou sugestibilidade aumentada, mas sim um diálogo genuíno entre diferentes aspectos da psique. A imaginação ativa requer um equilíbrio delicado: receptividade suficiente para permitir que os conteúdos inconscientes emerjam, mas também presença consciente suficiente para engajar-se ativamente com esses conteúdos. Este equilíbrio difere significativamente do estado hipnótico, onde a consciência crítica é deliberadamente reduzida.
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Documentários - Filosofia Compartilhar O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Buda , Freud e Tao - Medicina no Oriente e no Ocidente:
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Documentários - Ciências Compartilhar O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Documentários - Medicina e Psicossomática Documentários - Física/Biologia/Ciências Naturais
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Documentários O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Documentários Online Meditação Meditação - A Revolução da Mente - Documentário A Ciência de Interestelar QUERO VER MAIS... Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Documentários - Links para Download A Doutrina do Choque Viagem Fantástica Pelo Corpo Humano - Em busca da Cura Hubble Jornada Cósmica The Power of Art - BBC Scientology and the prison of belief A beleza dos diagramas BBC Devil's Bible - A Bíblia do Diabo Big History Grandes Livros - Darwin Por que falamos? BBC The Most Unknown Notre Dame Batalhas Decisivas Cosmos - Spacetime Odyssey Gelo em Chamas - Ice on Fire Sirius - Documentary Black Hole Apocalypse Nova PBS Finding Life Beyond Earth QUERO VER MAIS...
- Box David Cronenberg - Filmes
DAVID CRONENBERG Share 1/1
- Box Peter Weir- Filmes
Box Peter Weir Peter Lindsay Weir (Sydney , 21 de agosto de 1944 ) é um diretor de cinema e roteirista australiano . Depois de uma educação tradicional, Weir estudou Arte e Direito na Universidade de Sydney . Interrompeu os estudos para fazer uma viagem à Europa e, quando voltou à Austrália, estava determinado a trabalhar no mundo do espetáculo. Assim, em 1967, ingressou na televisão e aí foi-lhe dada uma oportunidade para realizar dois pequenos filmes que tiveram grande sucesso. Em 1971 foi-lhe confiada a realização de Michael, que fazia parte de um filme de três episódios intitulado Three to go. Mas só em 1974 conseguiria dirigir a sua primeira longa-metragem (The Cars That Ate Paris) e, no ano seguinte, realizaria o filme que o haveria de tornar conhecido em todo o mundo: Picnic at Hanging Rock . O seu primeiro filme realizado nos Estados Unidos foi A Testemunha , em 1985.
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Filmes de Transformação Pessoal Filmes de transformação pessoal, também conhecidos como filmes de superação, são produções cinematográficas que mostram a jornada de um personagem em busca de mudança, crescimento pessoal e autoconhecimento. Esses filmes geralmente abordam temas como autoestima, superação de traumas, mudança de comportamentos prejudiciais, enfrentamento de desafios, e outros assuntos relacionados ao desenvolvimento humano. A importância desses filmes é que eles podem inspirar e motivar as pessoas a buscar mudanças positivas em suas vidas. Ao assistir a história de um personagem que enfrenta situações semelhantes às nossas, é possível se identificar e aprender com as lições que a história transmite. Além disso, esses filmes podem ajudar a desenvolver habilidades como empatia, resiliência e auto-reflexão. Ao nos colocarmos no lugar dos personagens e acompanharmos sua jornada, podemos aprender a lidar melhor com nossas próprias dificuldades e desafios. Em resumo, filmes de transformação pessoal são importantes porque podem nos ajudar a nos tornarmos melhores seres humanos, desenvolvendo nosso potencial para vivermos uma vida mais realizada e feliz. Leia também o livro: Comer - Rezar - Amar (2010) Liz Gilbert pensa que ela tinha tudo que queria na vida: uma casa, um marido e uma carreira de sucesso. Porém recém-divorciada e de frente para um momento de mudança, ela se sente confusa sobre o que é importante em sua vida. Ousando sair da sua zona de conforto, Liz embarca em uma busca de autodescoberta que a leva à Itália, à Índia e a Bali. Diretor: Ryan Murphy Sob o Sol da Toscana Frances Mayes fica devastada ao descobrir que seu marido é infiel. Sua melhor amiga Patti, com a intenção de ajudar, sugere que ela faça uma viagem pela Itália. Frances gosta da ideia e, durante o passeio, impulsivamente decide comprar uma casa em um vilarejo toscano. Agora, a recém-divorciada inicia uma nova vida ao lado de personalidades interessantes, incluindo o bonito Marcello.
- Box Jean Jacques Annaud - Filmes
Box Jean Jacques Annaud Jean-Jacques Annaud (Draveil , 1 de Outubro de 1943 ) é um cineasta francês . Apesar de ter sua entrada proibida na China devido às filmagens de Sete Anos no Tibete foi convidado para dirigir uma adaptação de uma novela chinesa e teve a sua entrada liberada na China para a produção do seu longa-metragem Totem Lobo (Wolf Totem), com lançamento previsto para o ano de 2015. Recebeu duas indicações ao César , na categoria de Melhor Filme, por "A Guerra do Fogo " (1981) e "O Urso " (1988). Venceu em 1981. Ganhou dois César de Melhor Diretor, por "A Guerra do Fogo " (1981) e "O Urso " (1980). Recebeu duas indicações ao César , na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, por "O Nome da Rosa " (1986) e "O Amante " (1991). Venceu em 1986. Filmes de Jean-Jacques Annaud 1/1 Leia também os livros:






