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  • Artigos

    Hipnose Clínica - Hipnose Ericksoniana , Psicoterapia Junguiana, Psicanálise, Atendimentos Individualizados, Palestras e Cursos em Reengenharia Humana, Filosofia e Equilíbrio Emocional. Artigos Filosóficos A Navalha de Ockham O Silêncio Interior O Arrependimento no Budismo A Fuga de Nós Mesmos Sentimento Oceânico Kenose e Ágape Eudaimonia Alma e Graça Divina em Agostinho de Hipona Jogue fora suas batatas Solipsismo

  • Cinemateca

    Filosofia - Conhecimento - Educação Cinemateca O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa.

  • Solipsismo

    Filosofia & Educação & Conhecimento Solipsismo é uma doutrina filosófica que afirma que a única realidade é a consciência individual. Em outras palavras, o solipsista acredita que o mundo exterior, incluindo outras pessoas, é uma ilusão criada pela própria mente. O solipsismo é uma posição radical que é difícil de defender, pois é impossível provar ou refutar. No entanto, tem sido uma fonte de reflexão filosófica por séculos. Existem dois tipos principais de solipsismo: Solipsismo subjetivo: O solipsista subjetivo acredita que apenas sua própria consciência existe. O mundo exterior, incluindo outras pessoas, é uma ilusão. Solipsismo objetivo: O solipsista objetivo acredita que sua própria consciência é a única realidade, mas que o mundo exterior existe como uma criação dessa consciência. Alguns filósofos que defenderam o solipsismo incluem: George Berkeley (1685–1753): Berkeley acreditava que o mundo exterior é uma coleção de ideias na mente de Deus. David Hume (1711–1776): Hume argumentou que não podemos ter certeza da existência do mundo exterior, pois todas as nossas experiências são mediadas pela mente. Arthur Schopenhauer (1788–1860): Schopenhauer acreditava que o mundo exterior é uma projeção da vontade individual. O solipsismo pode ter implicações significativas para nossa compreensão do mundo e de nós mesmos. Se o solipsismo estiver correto, então estamos sozinhos no universo, e nossas experiências são a única realidade que existe. Isso pode levar a um sentimento de isolamento e alienação. No entanto, o solipsismo também pode ser uma fonte de inspiração. Se o mundo exterior for uma ilusão, então somos livres para criar nossa própria realidade. Isso pode nos levar a uma vida mais criativa e significativa. O solipsismo também pode ser usado como um exercício espiritual de duas maneiras principais: 1. Como uma forma de meditação: A meditação é uma prática espiritual que visa acalmar a mente e desenvolver a atenção plena. O solipsismo pode ser usado como uma forma de meditação ao nos concentrarmos na nossa própria consciência e nos questionarmos sobre a natureza da realidade. Ao nos concentrarmos em nossa própria consciência, podemos começar a perceber que a nossa experiência do mundo é limitada pela nossa própria perspectiva. Isso pode nos levar a um sentimento de humildade e abertura a novas possibilidades. 2. Como uma forma de autoconhecimento: O autoconhecimento é um dos objetivos centrais da filosofia do filósofo Pierre Hadot que defendeu a filosofia como modo de vida. O solipsismo pode ser usado como uma forma de autoconhecimento ao nos levar a questionar os nossos próprios pressupostos sobre o mundo e sobre nós mesmos. Ao nos questionarmos sobre a natureza da realidade, podemos começar a perceber que as nossas crenças sobre o mundo são baseadas em nossas próprias experiências e perspectivas. Isso pode nos levar a um maior grau de autoconsciência e a uma compreensão mais profunda de nós mesmos. O solipsismo pode ser visto como uma forma de exercício espiritual em comparação com os conceitos preconizados pelo filósofo Pierre Hadot. Ele pode nos ajudar a desenvolver além do auto-conhecimento a atenção plena, que é a capacidade de estarmos presentes no momento presente, sem julgamentos. O solipsismo pode nos ajudar a desenvolver a atenção plena ao nos concentrarmos em nossa própria consciência e nos questionarmos sobre a natureza da realidade. #hipnosetranscendental

  • Jogue fora suas batatas.

    Filosofia & Educação & Conhecimento Jogue Fora Suas Batatas... Um professor pediu para que seus alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu também para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os nomes daquelas pessoas nas batatas e as colocassem dentro da bolsa. Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em durante uma semana levar a todos os lados a bolsa com batatas. Naturalmente, a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa a cada momento mostrava-lhes o tamanho do peso diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes. Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a insatisfação, a intolerância e a negatividade. Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o estresse e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a serenidade. Jogue fora suas “batatas”! “As pessoas te pesam? Não as carregues nos ombros. Leve-as no coração.”

  • Hipnose Transcendental

    Filosofia - Educação - Conhecimento Momento Criativo e Auto-Hipnose Um dos efeitos psicológicos mais importantes da Fixação da Atenção na HIPNOTERAPIA TRANSCENDENTAL é que ele tende a despotencializar as posturas mentais habituais e as estruturas mentais comuns e cotidianas. Os sistemas de crenças podem ser mais ou menos interrompidos por alguns momentos. A consciência se distrai. Durante essa suspensão momentânea, padrões latentes de associação e experiência sensório-perceptiva têm oportunidade de se manifestarem de maneira que podem iniciar um estado de consciência alterado descrito como transe ou hipnose. Há muitos meios de despotencializar as estruturas mentais habituais. Qualquer experiência de choque ou surpresa fixa momentaneamente a atenção e interrompe o padrão de associação anterior. Da mesma forma como o fenômeno de ‘sonho acordado’ quando passamos por causas aflitivas... Qualquer experiência do não-real, do incomum, ou do fantástico, possibilita modalidades alteradas de percepção. A interrupção e a suspensão do nosso sistema de crenças comum e cotidiano foi chamada de Momento Criativo por Ernest Rossi. Mas o que é um Momento Criativo? Tais momentos têm sido exaltados pelos cientistas como uma emocionante ‘premonição’ e pelas pessoas do meio artístico como uma ‘inspiração’. O Momento Criativo ocorre quando um padrão habitual de associação é interrompido; pode haver uma suspensão ou relaxamento ‘espontâneo’ do processo associativo habitual da pessoa; pode haver um choque psíquico, uma fortíssima experiência sensorial ou emocional; um alucinógeno, uma condição tóxica ou uma privação sensorial pode servir como catalisador. Ioga, zen, exercícios espirituais, meditação, hipnose podem, da mesma maneira interromper nossas associações habituais e introduzir um vazio momentâneo na consciência. Nessa fração de segundo em que o conteúdo habitual da consciência é apagado, há a possibilidade para uma iluminação de percepção pura, ‘ a luz pura do vazio’ como descreve Evans-Wentz. Essa fração de segundo pode ser experimentada como um “estado místico”, um “satori”, uma experiência cósmica ou um estado alterado de consciência. Pode ser experienciada como um momento de ‘fascinação’ ou de ‘paixão’ quando o vazio na consciência é preeenchido com o novo que subitamente se impõe. O Momento Criativo é, então, uma brecha no padrão habitual de percepção da pessoa. Bartlett descreveu a maneira como a gênese do pensamento original pode ser entendida como o preenchimento das brechas (gaps) mentais. O novo que aparece nos momentos criativos é, então, a unidade básica do pensamento original e do ‘insight’ assim como da transformação da personalidade. Experienciar um momento criativo pode ser o correlato fenomenológico de uma mudança crítica na estrutura molecular das proteínas dentro do cérebro associada à aprendizagem, ou até mesmo da criação de novos conjuntos celulares. A relação entre o choque psicológico e os momentos criativos é aparente: um choque psíquico interrompe as associações habituais de uma pessoa para que algo novo possa aparecer. idealmente o choque psicológico cria as condições para um momento criativo no qual um novo ‘insight’, atitude, ou transformação comportamental possa ocorrer no sujeito. Na vida cotidiana, tem-se que enfrentar situações difíceis e de perplexidade que chocam um pouco e interrompem o modo normal de pensar. Idealmente, estas situações problemáticas iniciarão um momento criativo de reflexão que pode dar oportunidade para algo novo emergir. Os problemas psicológicos desenvolvem-se quando as pessoas não permitem que as circunstâncias naturalmente mutáveis da vida interrompam seus padrões de associações antigos e defasados e também a experiência para que novas soluções e atitudes possam emergir. Marcelo Martins Moreira

  • biblioteca A-E | MindStream

    Biblioteca & Pesquisa Digital A - C ADAM SCHAFF - História e Verdade AGNES HELLER - O Cotidiano e a História - Aristoteles y el mundo antiguo D - E DAN BROWN - O Símbolo Perdido - A Origem DANTE ALIGHIERI - A Divina Comédia AGOSTINHO DE HIPONA - Agostinho - Filme Completo - Soberba - Comentário ao Gênesis ALAIN DE BOTTON - Religião para Ateus - Como Proust pode salvar sua vida ALBERT CAMUS - A Peste - A Queda - Núpcias, o verão - O Mito de Sísifo - O Estrangeiro - O Homem Revoltado DAVID GROSSMAN - Fora do Tempo DANIEL DENNETT - Tipos de Mentes DAVID HUME - Tratado da Natureza Humana - História Natural da Religião DIOGENES LAERCIO - Vida de Epicuro - Vida dos Filósofos Mais Ilustres ALEXANDRE KOJEVE - Introdução à Leitura de Hegel ALFRED NORTH WHITEHEAD - O Conceito de Natureza DOMENICO DE MASI -O Ócio Criativo AMAURI FERREIRA - Introdução à Filosofia de Bergson - Mente e Corpo em Espinosa - Introdução à Filosofia de Spinoza ANDRE COMTE-SPONVILLE - Apresentação da Filosofia - A Felicidade Desesperadamente - Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - Bom Dia Angústia ANDREW SOLOMON - O Demônio do Meio-Dia EDWARD SAID -Orientalismo ELIAS CANETTI A língua absolvida ELIZABETH GILBERT - Comer, Rezar e Amar (Livro) - Comer, Rezar e Amar ( filme ) EMIL CIORAN - Silogismo da Amargura ANSELMO DE CANTUÁRIA - Proslógio EMILE DURHEIM - As Formas Elementares da Vida Religiosa ANTONIO DAMASIO - O Erro de Descartes ARISTÓFANES - A Paz - A Revolução das Mulheres - Os Cavaleiros - As Vespas, as aves, as rãs ARISTÓTELES - Metafísica - Moral a Eudemo - Organon - Poética - Fragmentos dos Dialogos e Obras Exortativas - As Partes dos Animais I (Partibus Animalium I) ÉTIENNE GILSON - Introdução às Artes do Belo - A Filosofia na Idade Média - O Espírito da Filosofia Medieval - Evolução da Cidade de Deus Erich Neumann - História da Origem da Consciência Epicuro - Carta a Meneceu (sobre a felicidade) Ernest Cassirer - Substance and Function & Einstein's Theory of Relativity ARTHUR SCHOPPENHAUER - Aforismos para a Sabedoria da Vida ANTONIO MEDINA RODRIGUES - Agir contra o Destino - Café Filosófico BART D. EHRMAN - Cristianismos Perdidos - História da Bíblia - Jesus Existiu ou Não? - O Problema com Deus - O que Jesus disse, O que Jesus não disse? - Quem escreveu a Bíblia? BARUCH SPINOZA - Tratado Teológico Político - Ética à Maneira dos Geômetras - Tratado da Correção do Intelecto BILL BRYSON - Breve história de quase tudo. BRIAN GREENE - O Tecido do Cosmo - Até o Fim do Tempo BLAISE PASCAL - Filme Completo: - Pensamentos ( Coleção Os Pensadores ) - O Homem perante a Natureza - As Provinciais BOÉCIO - A Consolação da Filosofia BYUNG CHUK HAN - A SOCIEDADE DO CANSAÇO CARL SAGAN - Bilhões e Bilhões - O Universo - Roswell - Pálido Ponto Azul - Cérebro de Broca - O Mundo Assombrado pelos Demônios - O Inverno Nuclear - O Ônus do Ceticismo - Contato (Livro) e Filme: CARLO ROVELLI - Sete Breves Lições de Física - A realidade não é o que parece CÍCERO - Da Natureza dos Deuses CHRISTIAN DUNKER - Mal-Estar, Sofrimento e Sintoma - As Transformações no Sofrimento Psíquico CLAUDIO ULPIANO - Cinema do Pensamento - audio1 - C inema do Pensamento - audio2 - Nietzsche - Forças ativas e reativas - audio - Lucrécio: a suprema felicidade - A Vontade Espiritual na Vida Humana - Hábito e Renovação - Lucrécio CLÓVIS DE BARROS FILHO - A Filosofia Explica as Grandes Questões - A Vida que Vale a Pena ser Vivida - Devaneios sobre a atualidade d'O Capital - Tese de Livre Docência - Utilitarismo - Somos Todos Canalhas - Transcrições de Aulas COLEÇÃO 90 MINUTOS - FILOSOFIA - 31 Títulos Completos COLEÇÃO OS PENSADORES - FILOSOFIA - Edição 1984 - 56 livros

  • Hipnose Transcendental

    Filosofia - Educação - Conhecimento Imaginação Ativa A imaginação ativa foi uma técnica desenvolvida por Jung para aumentar e desenvolver o relacionamento com o material inconsciente, especialmente com figuras interiores que aparecem em sonhos e fantasias. Com a imaginação ativa, Jung pretendia que o indivíduo assumisse um papel não só receptivo, mas também ativo para encontrar-se e confrontar-se com vários elementos arquetípicos inconscientes em sua psique. A atividade da imaginação ativa contrasta com o sonho, que, na opinião de Jung, simplesmente ocorre. Contudo, a imaginação ativa não é nenhuma fantasia diretiva na qual o indivíduo persegue os pensamentos e desejos de seu próprio ego. Do modo como Jung a desenvolve, a intenção da imaginação ativa é abrir o limite entre a consciência passiva e receptiva, do material inconsciente interior e a reação ativa e opcional a esse material de qualquer forma. A definição de June Singer, em seu livro Boundaries of the Soul , dá a seu capítulo sobre a imaginação ativa o título de "Sonhando o sonho para a frente", que é talvez a melhor descrição sumária tanto de sua técnica quanto de sua intenção. À luz das ideias de Jung sobre a natureza e a função da psique, a imgainação ativa parece uma consequência natural do ponto de vista de que a totalidade é resultado de tornar o inconsciente consciente e de que a psique é um fenômeno intencional. A imaginação ativa é um modo de encarar mais diretamente as direções inconscientes de nossa vida interior, embora mantendo tão longe quanto possível nosso senso consciente do si-mesmo e nossa capacidade de ação informada e ética. Assim como acontece com vários conceitos de Jung, a imaginação ativa pode ser mais bem entendida por meio da experiência direta do que por meio da leitura sobre ela, pois Jung escreveu pouco sobre os amparos da técnica. As discussões mais úteis e focadas sobre imaginação ativa estão indicadas na lista de leituras abaixo em "Para Começar". Na primeira, o pequeno ensaio "A Função Transcendente", Jung descrece como a consciência e a inconsciência agem em série para corrigir e equilibrar a unilateralidade psíquica. Nesse contexto, Jung explica como a imaginação ativa ou a fantasia podem ajudar a transcender ou a sanar a lacuna típica entre essas duas esferas psíquicas opostas. A segunda leitura indicada é a última metade da quinta conferência de Tavistock, de Londres, em 1935. Em resposta a uma pergunta sobre sua técnica, Jung fala sobre a intenção dela e seus efeitos, e faz uma rápída apresentação do material trabalhado pela fantasia de um paciente. Para ler mais sobre esse tema, é necessário obviamente pesquisar os vários relatos da imaginação ativa que Jung tira de seu trabalho clínico, relatos que são, em geral, bem detalhados e vívidos o bastante para tornar claro precisamente como Jung tenciona que sua técnica seja usada e para que fim. Certamente o que mais claramente se manifesta nesse material todo é o valor que Jung dava à fantasia e a alta consideração que tinha por sua fantasia curadora. As fontes secundárias são de dois notáveis junguianos. O livro de Hannah trata da imaginação ativa, ao passo que o livro de Adler é principalmente um relato de caso de uma análise em que a imaginação ativa tem uma parte simplesmente crucial. Se lidos ao mesmo tempo, ambos servem como uma introdução completa a essa técnica vital no municiamento da análise junguiana, completados pelas obras mais recentes sobre o tópico, escritas por Robert Johnson e Verena Kast. Para começar: - "A função transcendente", OC 8/2 , § 131-193. - "Fundamentos da Psicologia Analítica ( Tavistock Lectures )", OC 18/1 , Quinta Conferência, § 304-415. Para aprofundar: - " Estudo empírico do processo de individuação", OC 9/1 § 525-626 - " Mandalas", OC 9/1 , § 713-718 - " Psicologia e Alquimia", OC 12 , esp. parte II , § 44-331. Obras Relacionadas: - " Freud e a psicanálise" , OC 4, esp. capítulo 8, " Princípios terapêuticos da psicanálise" , § 407-457. Fontes Secundárias: - ADLER,G. " The living symbol: a case study in the process of individuation, New York: Pantheon, 1961 -- HANNAH, B. " Encounters with the soul active Iamgination as Developed by C.G. Jung. Santa Monica: Sigo Press, 1981. - JOHNSON, R. " Inner Work: Using dreams and active imagination for personal growth. São Francisco: Harper and Row, 1986 A Chave do Reino Interior , São Paulo: Mercurio, 1989. KAST, V. - " Imagination as Space of Freedom: Dialogue between the Ego and the Unconscious"- New York: Fromm, 1993 A Imaginação como espaço de liberdade. São Paulo, Loyola, 1997. Texto adaptado de Guia para Obra Completa de C.G.Jung - Robert H. Hopcke

  • Biblioteca Jung

    Seu Acervo de Auto-Conhecimento Biblioteca Carl G. Jung e afins Go to link Go to link Go to link Parte 1 somente Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Marie Louise Von Franz Biblioteca Edward Edinger Biblioteca Sigmund Freud Biblioteca James Hillman Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Joseph Campbell Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Connie Zweig Biblioteca Jolande Jacobi Biblioteca Robert A. Johnson Biblioteca Barbara Hanah Biblioteca James Hollis Biblioteca Erich Neumann

  • Biblioteca

    Biblioteca & Pesquisa Digital Biblioteca Geral Biblioteca A-E Biblioteca F-J Biblioteca K-O Biblioteca P - T Biblioteca U - Z

  • HT - O que é hipnotismo?

    Filosofia - Educação - Conhecimento O que é Hipnotismo? Hipnotismo é a ciência que ensina a influenciar a percepção e o comportamento dos outros por intermédio de dois fatores: as leis da sugestão e o estado conhecido como "transe hipnótico". Três palavras têm significados distintos entre si: hipnotismo, hipnose e hipnologia. "Hipnotismo" refere-se aos métodos conhecidos como 'técnicas de indução', para obtenção de fenômenos hipnóticos. "Hipnose" é o estado mental-físico produzido por uma modificação temporária do sistema nervoso como resultado da técnica de indução. "Hipnologia" é o termo que inclui tudo o que se refere à ciência da compreensão da natureza e da utilidade de todos os estados e fenômenos hipnóticos, bem como dos métodos de indução. O estado de hipnose provocado pelo hipnotismo é caracterizado pelo abandono das faculdades críticas e também pelo pensamento seletivo ou pela sugestão. É tanto uma percepção restrita ( que ignora as distrações ) como aumento de concentração nas idéias para as quais a atenção é atraída pelo hipnotizador. Em resumo, o hipnotizador produz um aumento da capacidade de concentração sem esforço como da capacidade de concentração dirigida. O que é um transe hipnótico? Um 'transe' é uma condição mental-física de uma modificação neurológica temporária, provocada pela estimulação do sistema nervoso simpático ou parassimpático. Um transe não é um estado de 'coma', de sono ou de 'inconsciência'. Não se trata de um estado totalmente consciente nem totalmente inconsciente, mas pode ser melhor descrito como um estado de 'diminuição de consciência'. Esses estados de diminuição de consciência resultam num aumento de sugestionabilidade. Esses estados podem ser produzidos de vários modos, tais como por doenças, por drogas ou por sugestão. Por ser uma situação resultante de uma estimulação de certas áreas do sistema nervoso maior que a usual, um transe pode ser entendido como uma situação também física. No hipnotismo, ele é produzido pela intensificação de emoções, seja do tipo reconfortante ou perturbador, por intermédio de sugestões verbais e visuais. Por conseguinte, há dois tipos de transes que dependendo tipo de emoção estimulada. Um 'transe hipnótico' é um transe provocado por um dos diversos métodos interpessoais conhecidos como induções hipnóticas. Em resumo, um transe produzido por sugestão é chamado de "transe hipnótico". O tipo mais comum de transe hipnótico ou de estado de percepção fora da consciência é induzido pelo hipnotizador que faz sugestões para intensificar as emoções reconfortantes. Como resultado disso, algumas mudanças fisiológicas ocorrem quando uma pessoa experimenta um transe hipnótico. Essas mudanças variam, de acordo com as sugestões feitas pelo hipnotizador, para intensificar as emoções perturbadoras ou reconfortantes. Se o 'transe' for resultado da estimulação do sistema nervoso simpático por meio da intensificação de emoções perturbadoras, é chamado de transe negativo ou ergotrófico. Se resulta da estimulação do sistema nervoso parassimpático pela estimulação de emoções reconfortantes, é chamado de transe positivo ou trofotrópico. Uma pessoa pode ficar aterrorizada ou excitada num transe negativo, do tipo provocado por tambores ou sons repetitivos e por experiências traumáticas. Esses transes negativos são caracterizados por movimentos frenéticos do corpo e uma desorganização mental de forma extrema. Por outro lado, o transe positivo constitui um estado confortável e relaxado. A pessoa é levada a ele de modo suave e calmo. Este é transe positivo utilizado pelos hipnoterapeutas modernos com propósitos benéficos. O transe positivo, por si só, já possui valor terapêutico, não importando quais sugestões sejam dadas.

  • Complexos

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Complexos O conceito de complexo está estreitamente ligado ao conceito de arquétipo e de inconsciente coletivo de Jung, que ele formulou com base em evidência empírica, na qual encontrou um pouco menos controvérsia. Enquanto trabalhava no Hospital Burgholzli, em Zurique, ainda jovem, ele empreendeu o desenvolvimento de uma tese de associação de palavras como meio de detectar as raízes inconscientes da doença mental. De modelo extremamente simples, o teste consistia em apresentar ao sujeito do teste uma palavra e solicitar dele uma resposta verbal espontânea à palavra. O Exame das respostas do sujeito, tanto verbais como não verbais, parecia indicar o que Jung chamava primeiramente de 'complexos com carga emocional' ( OC 2 §167, n. 42 ) e mais tarde de 'complexo de ideias com carga emocional' ( OC 2 §733 ), que impediram o curso normal da associação de palavras e que estiveram claramente relacionados com a patologia do paciente. Esses complexos de carga emocional, mais tarde simplesmente chamados de complexos, consistem, no ponto de vista de Jung, de dois componentes: o grupo de representações psíquicas e o sentimento característico ligado a esse grupo de representações. Complexos podem ser inconscientes - reprimidos por causa da sensação dolorosa do afeto relacionado ou da inaceitabilidade das representações -, mas complexos também podem se tornar conscientes e, em última análise, parcialmente resolvidos. Qualquer complexo possui elementos relacionados com o inconsciente pessoal como também com o inconsciente coletivo. Um distúrbio no relacionamento com a própria mãe, por exemplo, pode resultar num complexo materno, isto é, um grupo de representações conscientes e inconscientes da 'mãe' com uma carga emocional específica ligada ao grupo de imagens da mãe. No entanto, o arquétipo de 'mãe' preexistente no inconsciente coletivo, comum a toda experiência humana, pode aumentar, distorcer ou modificar tanto a carga sentimental quanto o aspecto representacional do complexo de mãe dentro da própria psique. Como os arquétipos, os complexos são potencialmente tanto positivos como negativos. O conhecimento consciente do objetivo e do afeto de um complexo pode servir para modificar suas consequências negativas, quando um estímulo particular constela o complexo, isto é, ativa as imagens e sentimentos que circundam o complexo no interior de um indivíduo. Todos os complexos têm um componente arquetípico, tornando-os, nos termos de Jung, a via regia para o inconsciente pessoal e coletivo ( OC 8, §210 ). Ao dar imagem a esse conceito de complexo, poder-se ia dizer que o complexo é como uma planta: parte dela existe e floresce acima do solo, na consciência, e parte dela se estende invisível por baixo do solo, onde está ancorada e se alimenta, fora da consciência. Para começar: - "Psicanálise e o experimento de associações", OC 2, §660-727 - "O diagnóstico psicológico da ocorrência", OC 2, § 728-792 - " A importância psicopatológica do experimento de associações", OC 2 , §863-917 - "Considerações gerais sobre a teoria dos complexos", OC 8/2 , §194-219 Para aprofundar: - "Associação, sonho e sintoma do sistema histérico", OC 2, §793-862 - "A constelação familiar", OC 2, §999-1014 - "Os fundamentos psicológicos da crença nos espíritos", OC 8/2 , §570-600 Obras relacionadas: - "Considerações teóricas sobre a natureza do psíquico", OC 8/2 , § 343-442 - "A Energia Psíquica", OC 8/1 , §1-130 - " Aspectos psicológicos do arquétipo materno", OC 9/1 , §148-198. Fontes Secundárias - "Complexo, arquétipo e símbolo na psicologia de C.G.Jung" - JACOBI, J. São Paulo: Cultrix, 1995. Texto adaptado de Guia para Obra Completa de C.G.Jung - Robert H. Hopcke

  • Sincronicidades

    Reengenharia Humana & Desenvolvimento Pessoal Sincronicidades "Os fenômenos sincronísticos são a prova da presença simultânea de equivalências significativas em processos heterogêneos sem ligação causal; em outros termos, eles provam que um conteúdo percebido pelo observador pode ser representado, ao mesmo tempo, por um acontecimento exterior, sem nenhuma conexão causal. Daí se conclui: ou que a psique não pode ser localizada espacialmente, ou que o espaço é psiquicamente relativo." Carl Gustav Jung, Sincronicidades, OC, Vol. 8/3, § 986 - Os fenômenos sincronísticos são a prova da presença simultânea de equivalências significativas em processos heterogêneos sem ligação causal - Fenômenos Sincronísticos: Jung introduziu o conceito de sincronicidade para descrever eventos que ocorrem juntos de forma significativa, mas sem uma relação de causa e efeito aparente. Não se trata de coincidência aleatória, mas de uma conexão que tem um sentido profundo para o indivíduo que a experiência. Equivalências Significativas: Refere-se à correspondência de sentido entre um evento interno (como um pensamento, sentimento, sonho ou premonição) e um evento externo. Essa correspondência não é fortuita, mas carrega um significado particular para o observador, criando uma sensação de 'conexão' ou 'alinhamento'. Processos Heterogêneos sem ligação causal: Significa que os eventos envolvidos na sincronicidade são de naturezas diferentes (por exemplo, um pensamento e um evento físico) e não estão ligados por uma relação de causa e efeito linear. Um não provoca o outro no sentido tradicional da física. A conexão é de significado, não de causalidade. Em outros termos, eles provam que um conteúdo percebido pelo observador pode ser representado, ao mesmo tempo, por um acontecimento exterior, sem nenhuma conexão causal. Conteúdo percebido pelo observador: Isso se refere a um estado psíquico interno do indivíduo – pode ser um pensamento, uma emoção intensa, uma imagem mental, um sonho, ou até mesmo uma premonição. É algo que está na consciência ou no inconsciente do observador. Representado, ao mesmo tempo, por um acontecimento exterior: Significa que, no exato momento em que o conteúdo interno é experienciado, um evento no mundo externo ocorre e espelha ou simboliza esse conteúdo interno. A simultaneidade é crucial aqui. Não é que o evento externo cause o conteúdo interno, nem vice-versa; eles simplesmente acontecem juntos, e essa coincidência é carregada de significado. Sem nenhuma conexão causal: Reforça a ideia central da sincronicidade: aausência de uma relação de causa e efeito direta. A ligação entre o evento interno e o externo não é mecânica ou linear, mas sim de sentido, de significado. É comose o universo estivesse 'respondendo' ou 'refletindo' o estado interno doindivíduo de uma forma simbólica. Daí se conclui: ou que a psique não pode ser localizada espacialmente, ou que o espaço é psiquicamente relativo.' Implicações da Sincronicidade: Se eventos internos e externos podem se alinhar significativamente sem causalidade, isso desafia nossa compreensão convencional de tempo e espaço. Jung propõe duas possibilidades: 1- A psique não pode ser localizada espacialmente: Se a psique (a mente, a alma, o inconsciente) pode se manifestar ou se conectar com eventos externos em qualquer lugar, isso sugere que ela não está restrita a um ponto específico no espaço (como o cérebro, por exemplo). Ela transcende as limitações espaciais que normalmente atribuímos à matéria. 2- O espaço é psiquicamente relativo: Alternativamente, a sincronicidade pode indicar que o espaço, como o percebemos, não é uma entidade absoluta e fixa, mas pode ser influenciado ou moldado pela psique. Isso significa que a realidade espacial pode ser mais fluida e interconectada com a experiência subjetiva do que se supõe, permitindo que eventos distantes no espaço se conectem por meio de um significado compartilhado, em vez de proximidade física. Em essência, a sincronicidade sugere uma realidade onde a mente e o mundo externo estão intrinsecamente ligados por um princípio de significado, desafiando as fronteiras da causalidade linear e da localização espacial.

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Hipnose Transcendental

​Reengenharia Humana e Desenvolvimento Pessoal

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