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  • Hipnose Transcendental

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Imaginação Ativa A imaginação ativa foi uma técnica desenvolvida por Jung para aumentar e desenvolver o relacionamento com o material inconsciente, especialmente com figuras interiores que aparecem em sonhos e fantasias. Com a imaginação ativa, Jung pretendia que o indivíduo assumisse um papel não só receptivo, mas também ativo para encontrar-se e confrontar-se com vários elementos arquetípicos inconscientes em sua psique. A atividade da imaginação ativa contrasta com o sonho, que, na opinião de Jung, simplesmente ocorre. Contudo, a imaginação ativa não é nenhuma fantasia diretiva na qual o indivíduo persegue os pensamentos e desejos de seu próprio ego. Do modo como Jung a desenvolve, a intenção da imaginação ativa é abrir o limite entre a consciência passiva e receptiva, do material inconsciente interior e a reação ativa e opcional a esse material de qualquer forma. A definição de June Singer, em seu livro Boundaries of the Soul , dá a seu capítulo sobre a imaginação ativa o título de "Sonhando o sonho para a frente", que é talvez a melhor descrição sumária tanto de sua técnica quanto de sua intenção. À luz das ideias de Jung sobre a natureza e a função da psique, a imgainação ativa parece uma consequência natural do ponto de vista de que a totalidade é resultado de tornar o inconsciente consciente e de que a psique é um fenômeno intencional. A imaginação ativa é um modo de encarar mais diretamente as direções inconscientes de nossa vida interior, embora mantendo tão longe quanto possível nosso senso consciente do si-mesmo e nossa capacidade de ação informada e ética. Assim como acontece com vários conceitos de Jung, a imaginação ativa pode ser mais bem entendida por meio da experiência direta do que por meio da leitura sobre ela, pois Jung escreveu pouco sobre os amparos da técnica. As discussões mais úteis e focadas sobre imaginação ativa estão indicadas na lista de leituras abaixo em "Para Começar". Na primeira, o pequeno ensaio "A Função Transcendente", Jung descrece como a consciência e a inconsciência agem em série para corrigir e equilibrar a unilateralidade psíquica. Nesse contexto, Jung explica como a imaginação ativa ou a fantasia podem ajudar a transcender ou a sanar a lacuna típica entre essas duas esferas psíquicas opostas. A segunda leitura indicada é a última metade da quinta conferência de Tavistock, de Londres, em 1935. Em resposta a uma pergunta sobre sua técnica, Jung fala sobre a intenção dela e seus efeitos, e faz uma rápída apresentação do material trabalhado pela fantasia de um paciente. Para ler mais sobre esse tema, é necessário obviamente pesquisar os vários relatos da imaginação ativa que Jung tira de seu trabalho clínico, relatos que são, em geral, bem detalhados e vívidos o bastante para tornar claro precisamente como Jung tenciona que sua técnica seja usada e para que fim. Certamente o que mais claramente se manifesta nesse material todo é o valor que Jung dava à fantasia e a alta consideração que tinha por sua fantasia curadora. As fontes secundárias são de dois notáveis junguianos. O livro de Hannah trata da imaginação ativa, ao passo que o livro de Adler é principalmente um relato de caso de uma análise em que a imaginação ativa tem uma parte simplesmente crucial. Se lidos ao mesmo tempo, ambos servem como uma introdução completa a essa técnica vital no municiamento da análise junguiana, completados pelas obras mais recentes sobre o tópico, escritas por Robert Johnson e Verena Kast. Para começar: - "A função transcendente", OC 8/2 , § 131-193. - "Fundamentos da Psicologia Analítica ( Tavistock Lectures )", OC 18/1 , Quinta Conferência, § 304-415. Para aprofundar: - " Estudo empírico do processo de individuação", OC 9/1 § 525-626 - " Mandalas", OC 9/1 , § 713-718 - " Psicologia e Alquimia", OC 12 , esp. parte II , § 44-331. Obras Relacionadas: - " Freud e a psicanálise" , OC 4, esp. capítulo 8, " Princípios terapêuticos da psicanálise" , § 407-457. Fontes Secundárias: - ADLER,G. " The living symbol: a case study in the process of individuation, New York: Pantheon, 1961 -- HANNAH, B. " Encounters with the soul active Iamgination as Developed by C.G. Jung. Santa Monica: Sigo Press, 1981. - JOHNSON, R. " Inner Work: Using dreams and active imagination for personal growth. São Francisco: Harper and Row, 1986 A Chave do Reino Interior , São Paulo: Mercurio, 1989. KAST, V. - " Imagination as Space of Freedom: Dialogue between the Ego and the Unconscious"- New York: Fromm, 1993 A Imaginação como espaço de liberdade. São Paulo, Loyola, 1997. Texto adaptado de Guia para Obra Completa de C.G.Jung - Robert H. Hopcke

  • Complexos

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Complexos O conceito de complexo está estreitamente ligado ao conceito de arquétipo e de inconsciente coletivo de Jung, que ele formulou com base em evidência empírica, na qual encontrou um pouco menos controvérsia. Enquanto trabalhava no Hospital Burgholzli, em Zurique, ainda jovem, ele empreendeu o desenvolvimento de uma tese de associação de palavras como meio de detectar as raízes inconscientes da doença mental. De modelo extremamente simples, o teste consistia em apresentar ao sujeito do teste uma palavra e solicitar dele uma resposta verbal espontânea à palavra. O Exame das respostas do sujeito, tanto verbais como não verbais, parecia indicar o que Jung chamava primeiramente de 'complexos com carga emocional' ( OC 2 §167, n. 42 ) e mais tarde de 'complexo de ideias com carga emocional' ( OC 2 §733 ), que impediram o curso normal da associação de palavras e que estiveram claramente relacionados com a patologia do paciente. Esses complexos de carga emocional, mais tarde simplesmente chamados de complexos, consistem, no ponto de vista de Jung, de dois componentes: o grupo de representações psíquicas e o sentimento característico ligado a esse grupo de representações. Complexos podem ser inconscientes - reprimidos por causa da sensação dolorosa do afeto relacionado ou da inaceitabilidade das representações -, mas complexos também podem se tornar conscientes e, em última análise, parcialmente resolvidos. Qualquer complexo possui elementos relacionados com o inconsciente pessoal como também com o inconsciente coletivo. Um distúrbio no relacionamento com a própria mãe, por exemplo, pode resultar num complexo materno, isto é, um grupo de representações conscientes e inconscientes da 'mãe' com uma carga emocional específica ligada ao grupo de imagens da mãe. No entanto, o arquétipo de 'mãe' preexistente no inconsciente coletivo, comum a toda experiência humana, pode aumentar, distorcer ou modificar tanto a carga sentimental quanto o aspecto representacional do complexo de mãe dentro da própria psique. Como os arquétipos, os complexos são potencialmente tanto positivos como negativos. O conhecimento consciente do objetivo e do afeto de um complexo pode servir para modificar suas consequências negativas, quando um estímulo particular constela o complexo, isto é, ativa as imagens e sentimentos que circundam o complexo no interior de um indivíduo. Todos os complexos têm um componente arquetípico, tornando-os, nos termos de Jung, a via regia para o inconsciente pessoal e coletivo ( OC 8, §210 ). Ao dar imagem a esse conceito de complexo, poder-se ia dizer que o complexo é como uma planta: parte dela existe e floresce acima do solo, na consciência, e parte dela se estende invisível por baixo do solo, onde está ancorada e se alimenta, fora da consciência. Para começar: - "Psicanálise e o experimento de associações", OC 2, §660-727 - "O diagnóstico psicológico da ocorrência", OC 2, § 728-792 - " A importância psicopatológica do experimento de associações", OC 2 , §863-917 - "Considerações gerais sobre a teoria dos complexos", OC 8/2 , §194-219 Para aprofundar: - "Associação, sonho e sintoma do sistema histérico", OC 2, §793-862 - "A constelação familiar", OC 2, §999-1014 - "Os fundamentos psicológicos da crença nos espíritos", OC 8/2 , §570-600 Obras relacionadas: - "Considerações teóricas sobre a natureza do psíquico", OC 8/2 , § 343-442 - "A Energia Psíquica", OC 8/1 , §1-130 - " Aspectos psicológicos do arquétipo materno", OC 9/1 , §148-198. Fontes Secundárias - "Complexo, arquétipo e símbolo na psicologia de C.G.Jung" - JACOBI, J. São Paulo: Cultrix, 1995. Texto adaptado de Guia para Obra Completa de C.G.Jung - Robert H. Hopcke

  • Biblioteca Jung

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Biblioteca Carl G. Jung e afins Go to link Go to link Go to link Parte 1 somente Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Marie Louise Von Franz Biblioteca Edward Edinger Biblioteca Sigmund Freud Biblioteca James Hillman Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Joseph Campbell Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Connie Zweig Biblioteca Jolande Jacobi Biblioteca Robert A. Johnson Biblioteca Barbara Hanah Biblioteca James Hollis Biblioteca Erich Neumann

  • Sentimento Oceânico

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Sentimento Oceânico O conceito de “sentimento oceânico” foi cunhado pelo escritor francês Romain Rolland em uma carta de 1927 ao psicanalista Sigmund Freud. Rolland descreveu esse sentimento como uma “sensação de eternidade”, um “sentimento de ser um com o mundo externo como um todo”. Freud ficou intrigado com a descrição de Rolland e dedicou um capítulo de seu livro “O Mal-Estar na Civilização” (1930) para explorar o conceito. Freud argumentou que o sentimento oceânico, se existe, é um resquício do “sentimento primitivo do ego” que existe na infância. No início da vida, o bebê não tem um senso de si mesmo separado do mundo externo. O bebê sente-se parte de um todo indiferenciado, que Freud chamou de “ego primitivo”. Esse sentimento de unidade é gradualmente perdido à medida que o bebê desenvolve um senso de si mesmo separado. O sentimento oceânico pode ser revivido em adultos em certas situações, como quando se está em contato com a natureza, quando se está apaixonado ou quando se experimenta uma experiência religiosa. Freud acreditava que o sentimento oceânico é a fonte da experiência religiosa. Freud também acreditava que o sentimento oceânico é uma ilusão. Ele argumentou que o mundo externo é um lugar de separação e conflito, e que o sentimento de unidade é apenas uma fantasia. O conceito de sentimento oceânico foi influente na psicologia e na religião. Foi usado para explicar a experiência religiosa, a criatividade e o senso de significado na vida. Aqui estão alguns exemplos de como o sentimento oceânico pode ser experimentado: -Um indivíduo pode sentir-se conectado com a natureza ao contemplar um pôr do sol ou ao ouvir o som das ondas do oceano. -Um indivíduo pode sentir-se conectado com outra pessoa ao fazer amor ou ao compartilhar um momento de intimidade. -Um indivíduo pode sentir-se conectado com algo maior do que si mesmo ao participar de um ritual religioso ou ao meditar. O sentimento oceânico é uma experiência subjetiva que pode ser difícil de definir ou explicar. No entanto, é uma experiência que é significativa para muitas pessoas. Filosoficamente, o sentimento oceânico pode ser visto como uma expressão do conceito de cosmos do estoicismo. O sentimento oceânico é uma experiência de unidade com o universo, que é um conceito central do estoicismo. O estoicismo pode fornecer um contexto para entender o sentimento oceânico e para lhe dar um significado mais profundo. Os estoicos acreditavam que a experiência do sentimento oceânico é uma oportunidade para o indivíduo se conectar com a ordem natural do universo. O sentimento oceânico pode ser encaixado dentro das teorias de exercícios filosóficos para o bem viver como uma experiência que pode ser cultivada através da prática. Esse e outros exercícios espirituais podem nos ajudar a desenvolver uma consciência mais profunda de nós mesmos e do mundo ao nosso redor. Eles podem nos ajudar a ver o mundo como uma unidade holística, e a nos sentirmos conectados com algo maior do que nós mesmos. A importância prática do sentimento oceânico como exercício é que ele pode nos proporcionar uma sensação de paz, alegria e sentido de propósito. Ele pode nos ajudar a lidar com o estresse e a ansiedade, e a nos sentirmos mais conectados com os outros. Aqui estão algumas maneiras de cultivar o sentimento oceânico através da prática de exercícios espirituais: - Contemplação da natureza: Passar tempo na natureza pode nos ajudar a nos conectar com a beleza e a harmonia do mundo ao nosso redor. - Meditação: A meditação pode nos ajudar a desenvolver uma consciência mais profunda de nós mesmos e do mundo ao nosso redor. - Reflexão filosófica: A reflexão filosófica pode nos ajudar a desenvolver uma compreensão mais profunda do universo e de nosso lugar nele. É importante notar que o sentimento oceânico não é uma experiência que pode ser forçada. Ele é uma experiência que surge naturalmente quando estamos abertos a ela. Os exercícios espirituais/filosóficos podem nos ajudar a nos preparar para essa experiência, mas eles não podem garantir que ela aconteça. Esses e outros exercícios fazem parte de meu novo curso de desenvolvimento pessoal: 🔮 Hipnose Transcendental (2024) “Hipnose Transcendental: Exercícios Filosóficos para o Bem Viver.” Este curso é para todos que buscam transcender os limites da consciência e desvendar os mistérios do ser. 🌟 Maiores informações e reservas: via direct ou email. Marcelo Martins Moreira Email: marcelomartinsmoreira@gmail.com

  • HT - O que é hipnotismo?

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa O que é Hipnotismo? Hipnotismo é a ciência que ensina a influenciar a percepção e o comportamento dos outros por intermédio de dois fatores: as leis da sugestão e o estado conhecido como "transe hipnótico". Três palavras têm significados distintos entre si: hipnotismo, hipnose e hipnologia. "Hipnotismo" refere-se aos métodos conhecidos como 'técnicas de indução', para obtenção de fenômenos hipnóticos. "Hipnose" é o estado mental-físico produzido por uma modificação temporária do sistema nervoso como resultado da técnica de indução. "Hipnologia" é o termo que inclui tudo o que se refere à ciência da compreensão da natureza e da utilidade de todos os estados e fenômenos hipnóticos, bem como dos métodos de indução. O estado de hipnose provocado pelo hipnotismo é caracterizado pelo abandono das faculdades críticas e também pelo pensamento seletivo ou pela sugestão. É tanto uma percepção restrita ( que ignora as distrações ) como aumento de concentração nas idéias para as quais a atenção é atraída pelo hipnotizador. Em resumo, o hipnotizador produz um aumento da capacidade de concentração sem esforço como da capacidade de concentração dirigida. O que é um transe hipnótico? Um 'transe' é uma condição mental-física de uma modificação neurológica temporária, provocada pela estimulação do sistema nervoso simpático ou parassimpático. Um transe não é um estado de 'coma', de sono ou de 'inconsciência'. Não se trata de um estado totalmente consciente nem totalmente inconsciente, mas pode ser melhor descrito como um estado de 'diminuição de consciência'. Esses estados de diminuição de consciência resultam num aumento de sugestionabilidade. Esses estados podem ser produzidos de vários modos, tais como por doenças, por drogas ou por sugestão. Por ser uma situação resultante de uma estimulação de certas áreas do sistema nervoso maior que a usual, um transe pode ser entendido como uma situação também física. No hipnotismo, ele é produzido pela intensificação de emoções, seja do tipo reconfortante ou perturbador, por intermédio de sugestões verbais e visuais. Por conseguinte, há dois tipos de transes que dependendo tipo de emoção estimulada. Um 'transe hipnótico' é um transe provocado por um dos diversos métodos interpessoais conhecidos como induções hipnóticas. Em resumo, um transe produzido por sugestão é chamado de "transe hipnótico". O tipo mais comum de transe hipnótico ou de estado de percepção fora da consciência é induzido pelo hipnotizador que faz sugestões para intensificar as emoções reconfortantes. Como resultado disso, algumas mudanças fisiológicas ocorrem quando uma pessoa experimenta um transe hipnótico. Essas mudanças variam, de acordo com as sugestões feitas pelo hipnotizador, para intensificar as emoções perturbadoras ou reconfortantes. Se o 'transe' for resultado da estimulação do sistema nervoso simpático por meio da intensificação de emoções perturbadoras, é chamado de transe negativo ou ergotrófico. Se resulta da estimulação do sistema nervoso parassimpático pela estimulação de emoções reconfortantes, é chamado de transe positivo ou trofotrópico. Uma pessoa pode ficar aterrorizada ou excitada num transe negativo, do tipo provocado por tambores ou sons repetitivos e por experiências traumáticas. Esses transes negativos são caracterizados por movimentos frenéticos do corpo e uma desorganização mental de forma extrema. Por outro lado, o transe positivo constitui um estado confortável e relaxado. A pessoa é levada a ele de modo suave e calmo. Este é transe positivo utilizado pelos hipnoterapeutas modernos com propósitos benéficos. O transe positivo, por si só, já possui valor terapêutico, não importando quais sugestões sejam dadas.

  • Hipnose Transcendental

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Momento Criativo e Auto-Hipnose Um dos efeitos psicológicos mais importantes da Fixação da Atenção na HIPNOTERAPIA TRANSCENDENTAL é que ele tende a despotencializar as posturas mentais habituais e as estruturas mentais comuns e cotidianas. Os sistemas de crenças podem ser mais ou menos interrompidos por alguns momentos. A consciência se distrai. Durante essa suspensão momentânea, padrões latentes de associação e experiência sensório-perceptiva têm oportunidade de se manifestarem de maneira que podem iniciar um estado de consciência alterado descrito como transe ou hipnose. Há muitos meios de despotencializar as estruturas mentais habituais. Qualquer experiência de choque ou surpresa fixa momentaneamente a atenção e interrompe o padrão de associação anterior. Da mesma forma como o fenômeno de ‘sonho acordado’ quando passamos por causas aflitivas... Qualquer experiência do não-real, do incomum, ou do fantástico, possibilita modalidades alteradas de percepção. A interrupção e a suspensão do nosso sistema de crenças comum e cotidiano foi chamada de Momento Criativo por Ernest Rossi. Mas o que é um Momento Criativo? Tais momentos têm sido exaltados pelos cientistas como uma emocionante ‘premonição’ e pelas pessoas do meio artístico como uma ‘inspiração’. O Momento Criativo ocorre quando um padrão habitual de associação é interrompido; pode haver uma suspensão ou relaxamento ‘espontâneo’ do processo associativo habitual da pessoa; pode haver um choque psíquico, uma fortíssima experiência sensorial ou emocional; um alucinógeno, uma condição tóxica ou uma privação sensorial pode servir como catalisador. Ioga, zen, exercícios espirituais, meditação, hipnose podem, da mesma maneira interromper nossas associações habituais e introduzir um vazio momentâneo na consciência. Nessa fração de segundo em que o conteúdo habitual da consciência é apagado, há a possibilidade para uma iluminação de percepção pura, ‘ a luz pura do vazio’ como descreve Evans-Wentz. Essa fração de segundo pode ser experimentada como um “estado místico”, um “satori”, uma experiência cósmica ou um estado alterado de consciência. Pode ser experienciada como um momento de ‘fascinação’ ou de ‘paixão’ quando o vazio na consciência é preeenchido com o novo que subitamente se impõe. O Momento Criativo é, então, uma brecha no padrão habitual de percepção da pessoa. Bartlett descreveu a maneira como a gênese do pensamento original pode ser entendida como o preenchimento das brechas (gaps) mentais. O novo que aparece nos momentos criativos é, então, a unidade básica do pensamento original e do ‘insight’ assim como da transformação da personalidade. Experienciar um momento criativo pode ser o correlato fenomenológico de uma mudança crítica na estrutura molecular das proteínas dentro do cérebro associada à aprendizagem, ou até mesmo da criação de novos conjuntos celulares. A relação entre o choque psicológico e os momentos criativos é aparente: um choque psíquico interrompe as associações habituais de uma pessoa para que algo novo possa aparecer. idealmente o choque psicológico cria as condições para um momento criativo no qual um novo ‘insight’, atitude, ou transformação comportamental possa ocorrer no sujeito. Na vida cotidiana, tem-se que enfrentar situações difíceis e de perplexidade que chocam um pouco e interrompem o modo normal de pensar. Idealmente, estas situações problemáticas iniciarão um momento criativo de reflexão que pode dar oportunidade para algo novo emergir. Os problemas psicológicos desenvolvem-se quando as pessoas não permitem que as circunstâncias naturalmente mutáveis da vida interrompam seus padrões de associações antigos e defasados e também a experiência para que novas soluções e atitudes possam emergir. Marcelo Martins Moreira

  • biblioteca k-o

    Biblioteca & Pesquisa Digital K - M N - O KARL MARX - Teses sobre Feuerbach - O Capital - Vol. 1 - O Capital - Vol. 2 - A Ideologia Alemã KATHLEEN JAMIESON - Cyberwar KEITH THOMAS - Religião e Declínio da Magia KEN WILBER - Física e Misticismo - Psicologia Integral - Ausência Ego - O Espectro da Consciência LAWRENCE KRAUSS - O Universo que veio do Nada. LEANDRO KARNAL - Crer ou Não Crer - Memória Evanescente - Perdoar e Pecar - Oriente Médio LEONARDO MIDILOW - Subliminar : Como o Inconsciente Influencia nossas vidas LUC FERRY - Aprender a Viver I - Aprender a Viver II - Depois da religião LUDWIG FEUERBACH - A Essência do Cristianismo LIBERTUS FROMONDUS -Sobre : " escape from the Labyrinth of the continuum" (1631) LUCIEN GOLDMANN El hombre y lo absoluto - El Dios Oculto LUIS FELIPE PONDÉ - Crítica e Profecia - A Era do Ressentimento - A Filosofia da Adúltera - Do Humanismo Ridículo - Filosofia para Corajosos - O Homem Insuficiente - Guia Politicamente Incorreto da Filosofia LEIBNIZ, W. G. - MARTIN HEIDEGGER - O que é Metafísica? - Martin Heidegger por Rudiger Safranski MARCEL MAUSS - Sobre a Dádiva - Sociologia e Antropologia - Sobre o Sacrifício - Noção de Pessoa MARCELO GLEISER - A Ilha do Conhecimento - A dança do universo MARILENA CHAUÍ - O que é Ideologia? - Para quê Filosofia? - O Engajamento do Intelectual - Maquiavel - Introdução à História da Filosofia - Filosofia Moderna - Cultura e Democracia - Convite à Filosofia - Iniciação à Filosofia MARK MANSON - A Sutil Arte de ligar o foda-se MIRCEA ELIADE - O Xamanismo e as Técnicas Arcaicas do Êxtase MICHAEL INWOOD - Dicionário Hegel MICHAEL SANDEL - Justiça: o que é fazer a coisa certa. - Justiça - 24 Aulas em Video MICHEL ONFRAY - Antimanual de Filosofia - Cinismos MICHEL MAFFESOLI - A Parte do Diabo MIGUEL SPINELLI - Epicuro e as Bases do Epicurismo MIKHAIL BAKUNIN - A Ilusão do Sufrágio Universal - Deus e o Estado - Notas sobre Rousseau Mortimer Adler - Como Ler livros NORBERT ELIAS - Sobre o Tempo - O Processo Civilizador - vol. 1 - O Processo Civilizador - vol. 2

  • Hipnose Transcendental

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Cinemateca O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa.

  • biblioteca A-E

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa A - C ADAM SCHAFF - História e Verdade AGNES HELLER - O Cotidiano e a História - Aristoteles y el mundo antiguo D - E DAN BROWN - O Símbolo Perdido - A Origem DANTE ALIGHIERI - A Divina Comédia AGOSTINHO DE HIPONA - Agostinho - Filme Completo - Soberba - Comentário ao Gênesis ALAIN DE BOTTON - Religião para Ateus - Como Proust pode salvar sua vida ALBERT CAMUS - A Peste - A Queda - Núpcias, o verão - O Mito de Sísifo - O Estrangeiro - O Homem Revoltado DAVID GROSSMAN - Fora do Tempo DANIEL DENNETT - Tipos de Mentes DAVID HUME - Tratado da Natureza Humana - História Natural da Religião DIOGENES LAERCIO - Vida de Epicuro - Vida dos Filósofos Mais Ilustres ALEXANDRE KOJEVE - Introdução à Leitura de Hegel ALFRED NORTH WHITEHEAD - O Conceito de Natureza DOMENICO DE MASI -O Ócio Criativo AMAURI FERREIRA - Introdução à Filosofia de Bergson - Mente e Corpo em Espinosa - Introdução à Filosofia de Spinoza ANDRE COMTE-SPONVILLE - Apresentação da Filosofia - A Felicidade Desesperadamente - Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - Bom Dia Angústia ANDREW SOLOMON - O Demônio do Meio-Dia EDWARD SAID -Orientalismo ELIAS CANETTI A língua absolvida ELIZABETH GILBERT - Comer, Rezar e Amar (Livro) - Comer, Rezar e Amar ( filme ) EMIL CIORAN - Silogismo da Amargura ANSELMO DE CANTUÁRIA - Proslógio EMILE DURHEIM - As Formas Elementares da Vida Religiosa ANTONIO DAMASIO - O Erro de Descartes ARISTÓFANES - A Paz - A Revolução das Mulheres - Os Cavaleiros - As Vespas, as aves, as rãs ARISTÓTELES - Metafísica - Moral a Eudemo - Organon - Poética - Fragmentos dos Dialogos e Obras Exortativas - As Partes dos Animais I (Partibus Animalium I) ÉTIENNE GILSON - Introdução às Artes do Belo - A Filosofia na Idade Média - O Espírito da Filosofia Medieval - Evolução da Cidade de Deus Erich Neumann - História da Origem da Consciência Epicuro - Carta a Meneceu (sobre a felicidade) Ernest Cassirer - Substance and Function & Einstein's Theory of Relativity ARTHUR SCHOPPENHAUER - Aforismos para a Sabedoria da Vida ANTONIO MEDINA RODRIGUES - Agir contra o Destino - Café Filosófico BART D. EHRMAN - Cristianismos Perdidos - História da Bíblia - Jesus Existiu ou Não? - O Problema com Deus - O que Jesus disse, O que Jesus não disse? - Quem escreveu a Bíblia? BARUCH SPINOZA - Tratado Teológico Político - Ética à Maneira dos Geômetras - Tratado da Correção do Intelecto BILL BRYSON - Breve história de quase tudo. BRIAN GREENE - O Tecido do Cosmo - Até o Fim do Tempo BLAISE PASCAL - Filme Completo: - Pensamentos ( Coleção Os Pensadores ) - O Homem perante a Natureza - As Provinciais BOÉCIO - A Consolação da Filosofia BYUNG CHUK HAN - A SOCIEDADE DO CANSAÇO CARL SAGAN - Bilhões e Bilhões - O Universo - Roswell - Pálido Ponto Azul - Cérebro de Broca - O Mundo Assombrado pelos Demônios - O Inverno Nuclear - O Ônus do Ceticismo - Contato (Livro) e Filme: CARLO ROVELLI - Sete Breves Lições de Física - A realidade não é o que parece CÍCERO - Da Natureza dos Deuses CHRISTIAN DUNKER - Mal-Estar, Sofrimento e Sintoma - As Transformações no Sofrimento Psíquico CLAUDIO ULPIANO - Cinema do Pensamento - audio1 - C inema do Pensamento - audio2 - Nietzsche - Forças ativas e reativas - audio - Lucrécio: a suprema felicidade - A Vontade Espiritual na Vida Humana - Hábito e Renovação - Lucrécio CLÓVIS DE BARROS FILHO - A Filosofia Explica as Grandes Questões - A Vida que Vale a Pena ser Vivida - Devaneios sobre a atualidade d'O Capital - Tese de Livre Docência - Utilitarismo - Somos Todos Canalhas - Transcrições de Aulas COLEÇÃO 90 MINUTOS - FILOSOFIA - 31 Títulos Completos COLEÇÃO OS PENSADORES - FILOSOFIA - Edição 1984 - 56 livros

  • Navalha de Ockham

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Marcelo M. Moreira Pesquisador Independente | Curador Editorial | Palestrante | Psicoterapeuta Analítico Graduado em Filosofia • Psicologia Analítica • Hipnose Clínica • Medicina Comportamental 🧠 Quem Sou Sou graduado em Filosofia, especialista em Medicina Comportamental pela Unifesp, pesquisador independente, palestrante e psicoterapeuta analítico. Minha atuação concentra-se na interseção entre filosofia, psicologia analítica, hipnose clínica e medicina comportamental, articulando essas áreas na pesquisa e na prática clínica. Minha trajetória reúne formação acadêmica, pesquisa contínua e prática clínica, sempre orientadas pela investigação da consciência, dos processos simbólicos e da transformação psicológica. Busco integrar a tradição filosófica, a psicologia profunda e os conhecimentos contemporâneos sobre mente, comportamento e desenvolvimento humano. Ao longo de mais de uma década de estudos e prática clínica, desenvolvi a Hipnose Transcendental, uma proposta interdisciplinar que articula filosofia da mente, metafísica, psicologia analítica, hipnose clínica e estratégias de mudança comportamental. Mais do que uma metodologia terapêutica, a Hipnose Transcendental constitui um campo permanente de pesquisa sobre a natureza da consciência, do simbolismo e das possibilidades de transformação da experiência humana. "Tenho especial interesse em compreender como imagens, símbolos, narrativas e estados ampliados de consciência atuam como mediadores da transformação psicológica, tanto na clínica quanto na experiência existencial." 🎓 Formação e Áreas de Atuação Formação • Graduação em Filosofia - UCB • Formação em Psicoterapia Analítica Junguiana - Facis • Formação em Hipnose Clínica - Psicobiologia - Unifesp • Formação em Medicina Comportamental - Unifesp Educação, Formação e Difusão do Conhecimento • Filosofia da Consciência • Psicologia Analítica • Estados Alterados de Consciência • Arquétipos e Simbolismo • História da Hipnose • Desenvolvimento Humano • Relações entre Mente, Corpo e Comportamento Hipnose Transcendental Uma proposta interdisciplinar para compreender a mente humana. A Hipnose Transcendental nasceu da integração entre diferentes campos do conhecimento que convergem para uma compreensão mais ampla da experiência humana. Sua estrutura fundamenta-se em quatro eixos complementares: Filosofia — especialmente a filosofia da mente e a metafísica, como base para compreender a consciência e a experiência subjetiva. Psicologia Analítica — os conceitos desenvolvidos por Carl Gustav Jung, como arquétipos, inconsciente coletivo, complexos e individuação. Hipnose Clínica — utilizada de forma ética e baseada em evidências para favorecer processos de mudança emocional e comportamental. Medicina Comportamental — estratégias voltadas à autorregulação, à promoção da saúde e ao desenvolvimento humano. 📚 Pesquisa e Curadoria Editorial Grande parte do meu trabalho é dedicada à pesquisa independente e à curadoria editorial de obras relacionadas à filosofia, psicologia profunda, consciência, hipnose, religião comparada, simbolismo e história das ideias. Mantenho um dos mais expressivos perfis brasileiros no Academia.edu, reunindo milhares de leitores interessados em filosofia, psicologia analítica, hipnose clínica e estudos da consciência. Essa curadoria constitui uma extensão natural da minha atividade intelectual e serve de base para artigos, palestras, cursos e projetos de formação continuada. Temas de pesquisa • Filosofia da Consciência • Filosofia da Mente • Psicologia Analítica • Arquétipos e Simbolismo • História da Hipnose • Medicina Comportamental • Estados Alterados de Consciência • Individuação • Espiritualidade e Experiência Simbólica 🎤 Palestras e Formação Realizo palestras, cursos, workshops e programas de formação destinados ao público em geral, profissionais da saúde, educadores e instituições. Meu objetivo é tornar acessíveis conceitos complexos da filosofia, da psicologia analítica e da hipnose clínica, promovendo uma compreensão integrada da mente humana e da experiência simbólica. Também estou disponível para palestras presenciais e on-line, programas de treinamento e projetos acadêmicos e institucionais. 📬 Contato Se você deseja agendar uma consulta, participar de cursos, organizar uma palestra ou estabelecer uma parceria acadêmica ou institucional, será um prazer conversar. E-mail ✉ marcelomartinsmoreira@gmail.com Localização 📍 São Paulo - SP - Brasil

  • HT - Quer felicidade? Compre experiências.

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Quer felicidade? Compre experiências, não coisas. Felicidade pode significar coisas muito diferentes para pessoas diferentes. Como conseguir isso é uma questão vital para a maioria de nós. Nossas religiões e políticas oferecem suas próprias receitas. Mas o que a ciência tem a dizer sobre isso? O professor de psicologia Thomas Gilovich, da Cornell University, fez quatro estudos sobre o assunto ao longo de décadas e chegou à conclusão de que a felicidade é derivada de experiências, não de coisas . Em particular, Gilovich se concentrou nas compras que as pessoas fazem, comparando como elas se sentiam gastando dinheiro em posições materiais versus compras experienciais. Ele descobriu que as pessoas eram muito mais felizes como resultado das experiências. "As pessoas geralmente pensam que gastar dinheiro em uma experiência não é um investimento tão sábio quanto gastar em uma posse material. Eles acham que a experiência virá e passará num piscar de olhos, e eles ficarão com pouco em comparação a possuir um item. Mas, na realidade, nos lembramos de experiências muito tempo depois, enquanto nos acostumamos às nossas posses. Ao mesmo tempo, também aproveitamos a antecipação de ter uma experiência mais do que a antecipação de possuir uma posse ”. De fato, a antecipação de uma experiência pode ser muito mais prazerosa do que esperar por uma posse material. Você pode ficar empolgado em comprar um carro novo, mas, a menos que você seja um verdadeiro engenheiro de mecânico, é provável que esteja mais empolgado com os lugares que pode entrar naquele carro e com a maneira como as pessoas olham para você naquele carro. O estudo de Gilovich de 2014 descobriu que as experiências são a cola de nossas vidas sociais , importando muito mais do que o último gadget porque: - As compras experienciais melhoram as relações sociais mais prontamente e efetivamente do que bens materiais. - As compras experienciais formam uma parte maior da identidade de uma pessoa. - As compras experienciais são avaliadas mais em seus próprios termos e evocam menos comparações sociais do que as compras de materiais. Mas por que as posses materiais não nos dão muita alegria? Gilovich explica : "Um dos inimigos da felicidade é a adaptação. Nós compramos coisas para nos fazer felizes, e conseguimos. Mas só por um tempo. Novas coisas são excitantes para nós no começo, mas depois nos adaptamos a elas." Um estudo de 2012 de Gilovich descreveu como as pessoas tendem a ter mais arrependimentos pela inação por experiências do que por cargos. Você se arrepende mais de não ir a um concerto com amigos do que não comprar uma nova mesa. Uma grande razão pela qual as experiências são mais importantes para nós do que objetos materiais é que elas são inerentemente sociais. Você geralmente tem uma experiência com amigos ou familiares. Isso os torna muito mais valiosos. As experiências também geralmente resultam em narrativas e conversas e, certamente, inúmeras postagens no facebook de suas fotos de férias. As experiências também refletem mais de quem realmente somos. Eles estão mais próximos de nosso eu interior, como somos, segundo Gilovich, "a soma total de todas as nossas experiências". E como tal, quando são compartilhadas, as experiências nos permitem nos aproximar dos outros de uma maneira impossível com objetos inanimados que podemos comprar. À medida que avançamos como sociedade, buscando coletivamente a felicidade, faria sentido considerarmos o que essa felicidade pode ser. Uma sociedade que trabalhe mais e mais horas e tenha menos tempo para lazer e experiências, provavelmente não será feliz. Fontes: http://psych.colorado.edu/~vanboven/research/publications/vb_gilo_2003.pdf https://static1.squarespace.com/static/5394dfa6e4b0d7fc44700a04/t/547d589ee4b04b0980670fee/1417500830665/Gilovich+Kumar+Jampol+(in+press)+A

  • Hipnose Transcendental

    Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Bem-vindo(a) à Hipnose Transcendental. Filosofia, Psicologia Analítica, Hipnose Clínica e Curadoria Editorial a serviço do desenvolvimento humano. A Hipnose Transcendental é um projeto de pesquisa, prática clínica e formação intelectual criado por Marcelo M. Moreira, dedicado ao estudo da consciência, da mente humana e dos processos de transformação psicológica. Este espaço nasceu da convergência entre a filosofia, a psicologia analítica de Carl Gustav Jung, a hipnose clínica e a investigação contínua sobre comportamento, simbolismo e desenvolvimento humano. Mais do que oferecer técnicas terapêuticas, nosso propósito é promover uma compreensão mais profunda da experiência humana, integrando conhecimento científico, reflexão filosófica e prática clínica. Aqui você encontrará conteúdos destinados tanto àqueles que buscam autoconhecimento quanto a estudantes, pesquisadores e profissionais interessados nas relações entre consciência, imaginação, comportamento e transformação interior. Além dos atendimentos clínicos, compartilhamos estudos, pesquisas, curadorias editoriais, cursos, palestras e materiais que convidam à reflexão crítica e ao aprofundamento intelectual. Acreditamos que toda transformação duradoura começa pela ampliação da consciência. Por isso, este não é apenas um espaço dedicado à hipnose, mas um ambiente de estudo, investigação e desenvolvimento humano. Seja bem-vindo. Esperamos que este seja um lugar onde conhecimento e experiência caminhem juntos, contribuindo para uma compreensão mais ampla de si mesmo e da riqueza da condição humana. Toda jornada de conhecimento começa por conhecer quem a propõe: Sobre o Autor

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