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- Biblioteca Especíal | Amphitheatrum Sapientiae Aeternae
Biblioteca & Pesquisa Digital Biblioteca Carl G. Jung & Freud Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/2 Biblioteca Marie-Louise von Franz Biblioteca Edward Edinger Biblioteca Sigmund Freud Biblioteca James Hillman Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Joseph Campbell Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Jolande Jacobi Biblioteca Gerhard Adler Biblioteca Connie Zweig Biblioteca Robert A. Johnson Biblioteca Barbara Hanah Biblioteca James Hollis Biblioteca Erich Neumann Biblioteca Alexander Roob Go to link Go to link 1/1
- Hipnose Transcendental
Filosofia - Educação - Conhecimento Momento Criativo e Auto-Hipnose Um dos efeitos psicológicos mais importantes da Fixação da Atenção na HIPNOTERAPIA TRANSCENDENTAL é que ele tende a despotencializar as posturas mentais habituais e as estruturas mentais comuns e cotidianas. Os sistemas de crenças podem ser mais ou menos interrompidos por alguns momentos. A consciência se distrai. Durante essa suspensão momentânea, padrões latentes de associação e experiência sensório-perceptiva têm oportunidade de se manifestarem de maneira que podem iniciar um estado de consciência alterado descrito como transe ou hipnose. Há muitos meios de despotencializar as estruturas mentais habituais. Qualquer experiência de choque ou surpresa fixa momentaneamente a atenção e interrompe o padrão de associação anterior. Da mesma forma como o fenômeno de ‘sonho acordado’ quando passamos por causas aflitivas... Qualquer experiência do não-real, do incomum, ou do fantástico, possibilita modalidades alteradas de percepção. A interrupção e a suspensão do nosso sistema de crenças comum e cotidiano foi chamada de Momento Criativo por Ernest Rossi. Mas o que é um Momento Criativo? Tais momentos têm sido exaltados pelos cientistas como uma emocionante ‘premonição’ e pelas pessoas do meio artístico como uma ‘inspiração’. O Momento Criativo ocorre quando um padrão habitual de associação é interrompido; pode haver uma suspensão ou relaxamento ‘espontâneo’ do processo associativo habitual da pessoa; pode haver um choque psíquico, uma fortíssima experiência sensorial ou emocional; um alucinógeno, uma condição tóxica ou uma privação sensorial pode servir como catalisador. Ioga, zen, exercícios espirituais, meditação, hipnose podem, da mesma maneira interromper nossas associações habituais e introduzir um vazio momentâneo na consciência. Nessa fração de segundo em que o conteúdo habitual da consciência é apagado, há a possibilidade para uma iluminação de percepção pura, ‘ a luz pura do vazio’ como descreve Evans-Wentz. Essa fração de segundo pode ser experimentada como um “estado místico”, um “satori”, uma experiência cósmica ou um estado alterado de consciência. Pode ser experienciada como um momento de ‘fascinação’ ou de ‘paixão’ quando o vazio na consciência é preeenchido com o novo que subitamente se impõe. O Momento Criativo é, então, uma brecha no padrão habitual de percepção da pessoa. Bartlett descreveu a maneira como a gênese do pensamento original pode ser entendida como o preenchimento das brechas (gaps) mentais. O novo que aparece nos momentos criativos é, então, a unidade básica do pensamento original e do ‘insight’ assim como da transformação da personalidade. Experienciar um momento criativo pode ser o correlato fenomenológico de uma mudança crítica na estrutura molecular das proteínas dentro do cérebro associada à aprendizagem, ou até mesmo da criação de novos conjuntos celulares. A relação entre o choque psicológico e os momentos criativos é aparente: um choque psíquico interrompe as associações habituais de uma pessoa para que algo novo possa aparecer. idealmente o choque psicológico cria as condições para um momento criativo no qual um novo ‘insight’, atitude, ou transformação comportamental possa ocorrer no sujeito. Na vida cotidiana, tem-se que enfrentar situações difíceis e de perplexidade que chocam um pouco e interrompem o modo normal de pensar. Idealmente, estas situações problemáticas iniciarão um momento criativo de reflexão que pode dar oportunidade para algo novo emergir. Os problemas psicológicos desenvolvem-se quando as pessoas não permitem que as circunstâncias naturalmente mutáveis da vida interrompam seus padrões de associações antigos e defasados e também a experiência para que novas soluções e atitudes possam emergir. Marcelo Martins Moreira
- biblioteca A-E | MindStream
Biblioteca & Pesquisa Digital A - C ADAM SCHAFF - História e Verdade AGNES HELLER - O Cotidiano e a História - Aristoteles y el mundo antiguo D - E DAN BROWN - O Símbolo Perdido - A Origem DANTE ALIGHIERI - A Divina Comédia AGOSTINHO DE HIPONA - Agostinho - Filme Completo - Soberba - Comentário ao Gênesis ALAIN DE BOTTON - Religião para Ateus - Como Proust pode salvar sua vida ALBERT CAMUS - A Peste - A Queda - Núpcias, o verão - O Mito de Sísifo - O Estrangeiro - O Homem Revoltado DAVID GROSSMAN - Fora do Tempo DANIEL DENNETT - Tipos de Mentes DAVID HUME - Tratado da Natureza Humana - História Natural da Religião DIOGENES LAERCIO - Vida de Epicuro - Vida dos Filósofos Mais Ilustres ALEXANDRE KOJEVE - Introdução à Leitura de Hegel ALFRED NORTH WHITEHEAD - O Conceito de Natureza DOMENICO DE MASI -O Ócio Criativo AMAURI FERREIRA - Introdução à Filosofia de Bergson - Mente e Corpo em Espinosa - Introdução à Filosofia de Spinoza ANDRE COMTE-SPONVILLE - Apresentação da Filosofia - A Felicidade Desesperadamente - Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - Bom Dia Angústia ANDREW SOLOMON - O Demônio do Meio-Dia EDWARD SAID -Orientalismo ELIAS CANETTI A língua absolvida ELIZABETH GILBERT - Comer, Rezar e Amar (Livro) - Comer, Rezar e Amar ( filme ) EMIL CIORAN - Silogismo da Amargura ANSELMO DE CANTUÁRIA - Proslógio EMILE DURHEIM - As Formas Elementares da Vida Religiosa ANTONIO DAMASIO - O Erro de Descartes ARISTÓFANES - A Paz - A Revolução das Mulheres - Os Cavaleiros - As Vespas, as aves, as rãs ARISTÓTELES - Metafísica - Moral a Eudemo - Organon - Poética - Fragmentos dos Dialogos e Obras Exortativas - As Partes dos Animais I (Partibus Animalium I) ÉTIENNE GILSON - Introdução às Artes do Belo - A Filosofia na Idade Média - O Espírito da Filosofia Medieval - Evolução da Cidade de Deus Erich Neumann - História da Origem da Consciência Epicuro - Carta a Meneceu (sobre a felicidade) Ernest Cassirer - Substance and Function & Einstein's Theory of Relativity ARTHUR SCHOPPENHAUER - Aforismos para a Sabedoria da Vida ANTONIO MEDINA RODRIGUES - Agir contra o Destino - Café Filosófico BART D. EHRMAN - Cristianismos Perdidos - História da Bíblia - Jesus Existiu ou Não? - O Problema com Deus - O que Jesus disse, O que Jesus não disse? - Quem escreveu a Bíblia? BARUCH SPINOZA - Tratado Teológico Político - Ética à Maneira dos Geômetras - Tratado da Correção do Intelecto BILL BRYSON - Breve história de quase tudo. BRIAN GREENE - O Tecido do Cosmo - Até o Fim do Tempo BLAISE PASCAL - Filme Completo: - Pensamentos ( Coleção Os Pensadores ) - O Homem perante a Natureza - As Provinciais BOÉCIO - A Consolação da Filosofia BYUNG CHUK HAN - A SOCIEDADE DO CANSAÇO CARL SAGAN - Bilhões e Bilhões - O Universo - Roswell - Pálido Ponto Azul - Cérebro de Broca - O Mundo Assombrado pelos Demônios - O Inverno Nuclear - O Ônus do Ceticismo - Contato (Livro) e Filme: CARLO ROVELLI - Sete Breves Lições de Física - A realidade não é o que parece CÍCERO - Da Natureza dos Deuses CHRISTIAN DUNKER - Mal-Estar, Sofrimento e Sintoma - As Transformações no Sofrimento Psíquico CLAUDIO ULPIANO - Cinema do Pensamento - audio1 - C inema do Pensamento - audio2 - Nietzsche - Forças ativas e reativas - audio - Lucrécio: a suprema felicidade - A Vontade Espiritual na Vida Humana - Hábito e Renovação - Lucrécio CLÓVIS DE BARROS FILHO - A Filosofia Explica as Grandes Questões - A Vida que Vale a Pena ser Vivida - Devaneios sobre a atualidade d'O Capital - Tese de Livre Docência - Utilitarismo - Somos Todos Canalhas - Transcrições de Aulas COLEÇÃO 90 MINUTOS - FILOSOFIA - 31 Títulos Completos COLEÇÃO OS PENSADORES - FILOSOFIA - Edição 1984 - 56 livros
- Hipnose Transcendental
Filosofia - Educação - Conhecimento Imaginação Ativa A imaginação ativa foi uma técnica desenvolvida por Jung para aumentar e desenvolver o relacionamento com o material inconsciente, especialmente com figuras interiores que aparecem em sonhos e fantasias. Com a imaginação ativa, Jung pretendia que o indivíduo assumisse um papel não só receptivo, mas também ativo para encontrar-se e confrontar-se com vários elementos arquetípicos inconscientes em sua psique. A atividade da imaginação ativa contrasta com o sonho, que, na opinião de Jung, simplesmente ocorre. Contudo, a imaginação ativa não é nenhuma fantasia diretiva na qual o indivíduo persegue os pensamentos e desejos de seu próprio ego. Do modo como Jung a desenvolve, a intenção da imaginação ativa é abrir o limite entre a consciência passiva e receptiva, do material inconsciente interior e a reação ativa e opcional a esse material de qualquer forma. A definição de June Singer, em seu livro Boundaries of the Soul , dá a seu capítulo sobre a imaginação ativa o título de "Sonhando o sonho para a frente", que é talvez a melhor descrição sumária tanto de sua técnica quanto de sua intenção. À luz das ideias de Jung sobre a natureza e a função da psique, a imgainação ativa parece uma consequência natural do ponto de vista de que a totalidade é resultado de tornar o inconsciente consciente e de que a psique é um fenômeno intencional. A imaginação ativa é um modo de encarar mais diretamente as direções inconscientes de nossa vida interior, embora mantendo tão longe quanto possível nosso senso consciente do si-mesmo e nossa capacidade de ação informada e ética. Assim como acontece com vários conceitos de Jung, a imaginação ativa pode ser mais bem entendida por meio da experiência direta do que por meio da leitura sobre ela, pois Jung escreveu pouco sobre os amparos da técnica. As discussões mais úteis e focadas sobre imaginação ativa estão indicadas na lista de leituras abaixo em "Para Começar". Na primeira, o pequeno ensaio "A Função Transcendente", Jung descrece como a consciência e a inconsciência agem em série para corrigir e equilibrar a unilateralidade psíquica. Nesse contexto, Jung explica como a imaginação ativa ou a fantasia podem ajudar a transcender ou a sanar a lacuna típica entre essas duas esferas psíquicas opostas. A segunda leitura indicada é a última metade da quinta conferência de Tavistock, de Londres, em 1935. Em resposta a uma pergunta sobre sua técnica, Jung fala sobre a intenção dela e seus efeitos, e faz uma rápída apresentação do material trabalhado pela fantasia de um paciente. Para ler mais sobre esse tema, é necessário obviamente pesquisar os vários relatos da imaginação ativa que Jung tira de seu trabalho clínico, relatos que são, em geral, bem detalhados e vívidos o bastante para tornar claro precisamente como Jung tenciona que sua técnica seja usada e para que fim. Certamente o que mais claramente se manifesta nesse material todo é o valor que Jung dava à fantasia e a alta consideração que tinha por sua fantasia curadora. As fontes secundárias são de dois notáveis junguianos. O livro de Hannah trata da imaginação ativa, ao passo que o livro de Adler é principalmente um relato de caso de uma análise em que a imaginação ativa tem uma parte simplesmente crucial. Se lidos ao mesmo tempo, ambos servem como uma introdução completa a essa técnica vital no municiamento da análise junguiana, completados pelas obras mais recentes sobre o tópico, escritas por Robert Johnson e Verena Kast. Para começar: - "A função transcendente", OC 8/2 , § 131-193. - "Fundamentos da Psicologia Analítica ( Tavistock Lectures )", OC 18/1 , Quinta Conferência, § 304-415. Para aprofundar: - " Estudo empírico do processo de individuação", OC 9/1 § 525-626 - " Mandalas", OC 9/1 , § 713-718 - " Psicologia e Alquimia", OC 12 , esp. parte II , § 44-331. Obras Relacionadas: - " Freud e a psicanálise" , OC 4, esp. capítulo 8, " Princípios terapêuticos da psicanálise" , § 407-457. Fontes Secundárias: - ADLER,G. " The living symbol: a case study in the process of individuation, New York: Pantheon, 1961 -- HANNAH, B. " Encounters with the soul active Iamgination as Developed by C.G. Jung. Santa Monica: Sigo Press, 1981. - JOHNSON, R. " Inner Work: Using dreams and active imagination for personal growth. São Francisco: Harper and Row, 1986 A Chave do Reino Interior , São Paulo: Mercurio, 1989. KAST, V. - " Imagination as Space of Freedom: Dialogue between the Ego and the Unconscious"- New York: Fromm, 1993 A Imaginação como espaço de liberdade. São Paulo, Loyola, 1997. Texto adaptado de Guia para Obra Completa de C.G.Jung - Robert H. Hopcke
- Biblioteca Jung
Seu Acervo de Auto-Conhecimento Biblioteca Carl G. Jung e afins Go to link Go to link Go to link Parte 1 somente Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Marie Louise Von Franz Biblioteca Edward Edinger Biblioteca Sigmund Freud Biblioteca James Hillman Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Joseph Campbell Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Connie Zweig Biblioteca Jolande Jacobi Biblioteca Robert A. Johnson Biblioteca Barbara Hanah Biblioteca James Hollis Biblioteca Erich Neumann
- Eudaimonia
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Eudaimonia A palavra principal para a vivência da felicidade no grego antigo é Eudaimonia. Eudaimon é o adjetivo para “feliz”. Na etimologia, eudaimonia significa “(eu) bem disposto; (daimon) que tem um poder divino”. Assim, pode-se ver que no pensamento grego antigo a felicidade é um dom. Usufruir dos daimones – poderes divinos – é condição essencial para que alguém seja feliz. À felicidade humana, portanto, é conferida uma força espiritual além do controle dos homens, uma dádiva que depende unicamente dos humores dos deuses. No pensamento grego, um homem feliz (eudaimon) era aquele favorecido por um bom daimon, o mesmo que ter sorte. Logo, a eudaimonia requeria a boa sorte. No entanto, a felicidade, por ser uma concessão dos deuses, era débil, frágil, transitória…pois, ao ser dada aos homens, tornava-se suscetível aos contratempos próprios da vulnerabilidade humana, isto é, às vicissitudes do tempo e à ação dos elementos. Nesse sentido, o significado original da palavra eudaimonia carrega consigo uma contradição: ao mesmo tempo em que a felicidade é um dom, sua manutenção depende da vida que o feliz vive! Para Aristóteles, a eudaimonia significa atingir o potencial pleno de realização de cada um. Segundo Aristóteles, a felicidade é a meta da vida humana, tudo o que fazemos tem como motivo principal a busca da eudaimonia. Para ele, as atitudes amigáveis e a boa vontade que ofertamos a uma pessoa, não tem por objetivo agradar a essa pessoa mas, sim, promover a nossa própria eudaimonia. Portanto, mais do que um sentimento, a felicidade aristotélica está relacionada com o que uma pessoa faz de si e de sua vida, sendo uma expressão da virtude, a conseqüência natural de se fazer o que vale a pena ser feito.
- Self
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Self ( Si-mesmo ) Share Para Jung, o complexo do eu (ego) não existe apenas associado a outros complexos da psique, mas retira sua estabilidade e ser crescimento de um senso mais amplo e completo da totalidade humana, que Jung via como arquetipicamente embasada. Esse arquétipo de totalidade, ele chamou de Si-mesmo ( Self ): o arquétipo de um princípio organizador e supraordinário de individualidade psíquica. Jung descobriu símbolos do Si-mesmo ( Self ) arquetípico em muitos sistemas religiosos do mundo, e os escritos dele se sustentam como testemunha do contínuo fascínio dele por esses símbolos de completude e integração: o passado paradisíaco de unidade não rompida simbolizada pelo Jardim do Éden ou pela Era Dourada do Olimpo; o mitológico Ovo Cósmico do qual toda a criação teria saído; o Homem Original hermafrodita, ou antropos , que representa a humanidade antes de sua queda e degradação, ou o ser humano mais puro, como Adão, Cristo ou Buda; os mandalas da prática religiosa asiática, aqueles círculos extraordinariamente belos dentro de quadrados, usados como foco de disciplina meditativa, com a intenção de levar o indivíduo a uma maior consciência de toda a realidade. Como psicólogo, mais do que como filósofo ou téologo, Jung notou que esse arquétipo organizador de totalidade era particularmente bem apreendido e desenvolvido por meio de imagens especificamente religiosas, e ele, então, veio a compreender que a manifestação psicológica do Self era realmente a vivência de Deus ou da "Imagem-Deus dentro da alma humana". Obviamente, Jung não pretendia reduzira todo-poderosa e transcendente entidade divina a uma experiência psicológica, um mero arquétipo do inconsciente coletivo humano; em vez disso, o objetivo dele era mostrar como a imagem de Deus existe dentro da psique e age de modo apropriadamente semelhante ao de Deus, seja a crença em Deus da pessoa consciente ou não. Mais adiante, Jung percebeu que, se a psique é um fenômeno natural e intencional, muita dessa intencionalidade parecia centrada na ação do Si-mesmo (Self) arquetípico dentro dela. A significância de eventos, o mistério de intervenções e soluções que aparecem no meio de situações problemáticas, os fenômenos sincronísticos nos quais estranhas coincidências resultam na transformação de atitudes prévias - todas essas ocorrências psíquicas Jung atribuiu a manifestações do Self, pois tais fenômenos esclareciam e facilitavam um sentido com maior englobamento da existência de uma pessoa. A inferência natural a essa observação é que a análise psicológica ajuda aforjar uma maior conexão do indivíduo com o Si-mesmo (Self), moderando a inflação ou a alienação que ocorre quando o eu individual está identificado intimamente demais com ou está fora de alcance do Si-mesmo e de seu poder integrador. A natureza do Si-mesmo como a imagem psicológica da transcendência torna grande parte dos escritos de Jung sobre esse arquétipo difícil de acompanhar, já que os trechos relevantes normalmente ocorrem dentro do contexto imagístico religioso ou em discussões sobre o processo de individuação . A obra prima de Jung sobre o simbolismo cristão, 'Aion', cujo subtítulo é "Estudos sobre o simbolismo do Si-mesmo", é o estudo mais extenso das ideias dele sobre o Si-mesmo, mas pode ser de difícil leitura. Em 'Para Começar' , portanto, estão listadas as definições de Jung para Si-mesmo em 'Tipos Psicológicos', seguidas por duas sessões de 'Aion' que não requerem preparos nem pesquisas prévias. Para explorar mais o tema, é preciso embrenhar em leituras que não lidam com o Si-mesmo diretamente, mas abordam o tema por meio de exames detalhados de simbolismo tirado da religião, prática clínica e outras fontes. Mais surpreendente para um leitor não familiarizado com a Obra Completa pode ser a investigação por parte de Jung de objetos voadores não identificados ( singular e imparcialmente denominados de "coisas vistas no céu" ) como símbolos possíveis de totalidade para além de nossa experiência imediata. Essas leituras sobre o Si-mesmo são um exemplo do que Jung chamava de 'Circumambulação', circular ao redor de um conceito até que seus vários aspectos sejam esclarecidos e compreendidos. Entre as fontes secundárias, o clássico texto de Edward Edinger, Ego e Arquétipo, estuda a relação entre o eu e o Si-mesmo teoricamente; 'Encounter with the Self' ( O Encontro com o Self ), dele também, examina a mesma relação eu-Si-mesmo por meio de ilustrações de William Blake para o Livro de Jó; e a transcrição de uma palestra dele, 'The transformation of the God-image' , sobre "Resposta a Jó", de Jung, fornece uma profundidade maior num formato acessivel . "Longing for Paradise ( Saudades do Paraíso ) examina os mitos do paraíso como símbolos do Si-mesmo no amadurecimento do inconsciente coletivo e no processo de individuação, e dois ensaios em particular, " Cosmic Man " e "Jung's Discovery of the Self" , na coletânea de Von Franz, esclarecem o conceito no pensamento de Jung. Para começar: - Tipos Psicológicos, OC 6, cap. 11, "Definições " , em "Si-mesmo", 902 . - Aion, OC 9/2, esp. cap. 4, " O Si-mesmo", § 43-67, e cap. 5, "Cristo, símbolo do si-mesmo" §68-126 Para aprofundar: - O Eu e o Inconciente, OC 7/2, esp. cap. 1, " A função do inconsciente ", §266-295, e cap. 4, " A personalidade mana", § 374-406. - " Estudo empírico do processo de individuação ", OC 9/1, § 525-626 - " O simbolismo do mandala ", OC 9/1, § 627-718 - " Interpretação psicológica do Dogma da Trindade ", OC 11/2 esp. cap. 4-6, § 222-295 - " O símbolo da transformação na missa, OC 11/2, cap. 4, " Psicologia da Missa", seção 3, " A missa e o processo de individuação", § 414-467 Obras relacionadas - Um mito moderno sobre as coisas vistas no céu, OC 10/4, § 589-824 e prefácio. - Presente e Futuro, OC 10/1, § 488-588. Fontes Secundárias - EDINGER E.F. The transformation of the God-Image: An elucidation os Jung's Answer to Job. 1992. ------------------. Encounter with the Self. O Encontro com o Self . Cultrix, 1991. ------------------. Ego e Arquétipo. Cultrix 1992. - JACOBI, M. Longing for Paradise. Saudades do Paraíso, Paulus, 2007. - VON FRANZ, M.L, Archetypal Dimensions of the Psyche. Bostin: Shambala, 1997 Texto adaptado de Guia para Obra Completa de C.G.Jung - Robert H. Hopcke
- Navalha de Ockham
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa A Navalha de Ockham. A navalha de Ockham é um princípio filosófico que afirma que, entre duas explicações igualmente válidas para um fenômeno, a mais simples é a mais provável. Em outras palavras, se duas hipóteses podem explicar os mesmos fatos, devemos escolher a hipótese com o menor número de suposições ou entidades. A navalha de Ockham foi formulada pelo filósofo escolástico inglês Guilherme de Ockham, no século XIV. Ela foi inspirada na ideia de que Deus é um ser simples e perfeito, e que, portanto, o mundo criado por ele também deve ser simples e perfeito. A navalha de Ockham tem sido aplicada em diversos campos do conhecimento, incluindo a filosofia, a ciência, a teologia e a política. Na filosofia, ela é usada para avaliar a validade de teorias e argumentos. Na ciência, ela é usada para simplificar modelos e explicar fenômenos naturais. Na teologia, ela é usada para interpretar textos sagrados. Na política, ela é usada para avaliar políticas públicas. A navalha de Ockham também pode ser usada como um exercício da vida diária moderna. Por exemplo, se você está tentando decidir entre duas opções, você pode aplicar a navalha de Ockham para escolher a opção mais simples. Aqui estão alguns exemplos práticos de como a navalha de Ockham pode ser usada na vida diária: - Se você está procurando um presente para um amigo, você pode escolher o presente mais simples que ainda seja significativo. - Se você está tentando resolver um problema, você pode começar com a solução mais simples e ver se ela funciona. - Se você está tentando tomar uma decisão, você pode pesar os prós e os contras de cada opção e escolher a opção com o menor número de desvantagens. O nome “navalha de Ockham” é uma tradução do termo latino lex parsimoniae, que significa “lei da parcimônia”. Ockham acreditava que Deus é um ser simples e perfeito, e que, portanto, o mundo criado por ele também deve ser simples e perfeito. Essa ideia inspirou o princípio da parcimônia, que afirma que, entre duas explicações igualmente válidas para um fenômeno, a mais simples é a mais provável. A tradução “navalha de Ockham” é uma analogia à ideia de que a simplicidade é preferível à complexidade. A navalha é uma ferramenta que é usada para cortar coisas, e a ideia é que a simplicidade “corta” a complexidade desnecessária. A navalha de Ockham é uma ferramenta útil para simplificar a vida e tomar decisões mais acertadas.
- Material de Apoio
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Materiais de Apoio aos Alunos A página de materiais de apoio aos alunos é um espaço dedicado a disponibilizar recursos para auxiliar os alunos nos estudos. Aqui, você encontrará filmes, documentários e cursos diversos que podem ser utilizados como complemento às aulas ou para explorar temas de interesse pessoal. Biblioteca A biblioteca reúne uma seleção de livros, artigos e outros materiais de referência que podem ser úteis para pesquisas e trabalhos acadêmicos. Os materiais estão disponíveis para download ou leitura online. Cinemateca A cinemateca apresenta uma seleção de filmes que abordam temas relacionados às aulas. Os filmes estão disponíveis para assistir online ou baixar. Documentários A seção de documentários reúne uma seleção de filmes que documentam temas relevantes para a sociedade. Os documentários estão disponíveis para assistir online ou baixar. Todos os materiais desta página foram encontrados na web e são disponibilizados sem qualquer fim lucrativo. O uso desses materiais é de responsabilidade de cada um. Observações: Os materiais são selecionados de forma a atender às necessidades dos alunos e às diretrizes pedagógicas do curso. Os materiais são atualizados periodicamente para incluir novos recursos. Os alunos são incentivados a sugerir novos materiais para inclusão na página. Como utilizar os materiais Os materiais da página de materiais de apoio aos alunos podem ser utilizados de diversas formas. Os alunos podem: Assistir aos filmes e documentários para aprender sobre novos temas ou aprofundar seus conhecimentos sobre temas abordados nas aulas. Ler os livros e artigos para obter informações e referências para pesquisas e trabalhos acadêmicos. Utilizar os materiais para desenvolver atividades de aprendizagem, como discussões, debates e projetos. Os alunos são incentivados a utilizar os materiais de forma criativa e inovadora para potencializar sua aprendizagem. Os alunos podem utilizar a página de Busca para encontrar os materiais que desejam. A página de Busca permite pesquisar por título, autor, assunto ou palavra-chave. CLIQUE NOS BOTÕES ABAIXO PARA ACESSAR OS MATERIAIS: BIBLIOTECA DOCUMENTÁRIOS CINEMATECA
- HT - 11 Hábitos de Pessoas com Depressão Profunda
Filosofia - Educação - Conhecimento 11 Hábitos de Pessoas com Depressão Oculta Você pode estar lendo esta matéria porque está procurando respostas. Ou você está tentando encontrar uma solução para os problemas de comunicação que está tendo com um parente ou amigo deprimido. Ou você pode estar com um humor tão estranho ultimamente que te fez questionar sua saúde mental. E você se vê fazendo essa pergunta com bastante frequência... "Será que estou deprimido?" Você se pergunta. A depressão tem sido uma luta para muitas pessoas ao longo do tempo, embora tenha começado a atrair a atenção do público somente mais recentemente. Infelizmente, foram necessárias as perdas de algumas pessoas populares, como estrelas de cinema e música, para deixar o mundo preocupado com isso. A depressão pode ser um estado mental de sofrimento e inutilidade com o qual a vítima lida de tempos em tempos. Pode ocorrer como resultado de algum evento traumático na vida dessa pessoa, ou pode ser resultante de uma situação ou fenômeno recorrente que não tenha causa conhecida. Também pode acontecer durante um período prolongado e, quando isso acontece, a vítima aprende a ocultá-lo ou ignorá-lo. Na verdade, às vezes, descobrimos que algumas vítimas nem estão cientes de sua situação. E isso pode impedir que a vítima receba a ajuda e os cuidados que merecem. Nossa aparente apatia às condições de nossos companheiros humanos nos tempos modernos só piorou o problema. Em nossa vida ocupada, ignoramos o grito de ajuda que as pessoas dão. Às vezes até nos recusamos a reconhecê-los, e isso só os faz recuar ainda mais profundamente em sua concha de tristeza. Aqui estão os onze sinais de pessoas passando pela depressão. Lembre-se de que eles precisam de ajuda, embora geralmente não reconheçam isso. 1. Eles encontram um jeito para parecerem felizes e contentes com a vida. Quando pensamos em pessoas que estão deprimidas, o que muitas vezes vem à mente são pessoas irritadas e mal-humoradas. Mas isso é um grande equívoco, e isso contribuiu para a dificuldade em identificar pessoas deprimidas. Nem todas as pessoas deprimidas estão infelizes e tristes todas as vezes. Sim, quando estão em seus episódios sombrios, podem parecer terríveis, mas lembre-se de que a maioria das pessoas deprimidas não tenta cortar o pulso no meio do trânsito ou publicamente. Esses capítulos sombrios acontecem quando estão sozinhos. Na sociedade, as pessoas deprimidas mantêm uma atitude otimista e fazem isso porque não querem chamar atenção para si mesmas. Como elas não podem passar o dia com um rosto sombrio sem serem atingidos por uma série de perguntas sobre o bem-estar delas, aprenderam a usar máscaras felizes e evitam mostrar seus verdadeiros sentimentos. Isso causaria dor às pessoas que amam ou seriam abandonadas por pessoas que confiam nelas. 2. Eles podem estar acostumados a atividades regulares de fuga terapêutica. A depressão pode ser tratada de várias formas, algumas seguem a rota da medicação, ou algumas outras encontram uma maneira de usar atividades que são terapêuticas para elas. As pessoas que estão frequentemente deprimidas encontraram uma maneira de encontrar tais atividades. Eles participam periodicamente dessas atividades para tirar suas mentes de suas lutas diárias com a depressão. Essas atividades podem variar de um exercício como caminhar, correr, andar de bicicleta e levantar pesos. Eles também podem incluir entretenimento como assistir a séries de TV ou filmes ou até mesmo ouvir música, especialmente certas músicas que retratam ou espelham o que estão passando, mas quando elas se envolvem nesse tipo de atividade, elas tendem a exagerar... 3. Eles têm problemas de confiança em terceiros devido a serem abandonados em algum momento no passado. Se você passou por uma situação em que você foi abandonado como uma criança pequena, você vai entender a luta e dor de ver seus entes queridos - amigos e familiares, deixarem você. Da mesma forma quando você tem problemas, e deixa alguém entrar em sua vida e lutar, apenas para que essa pessoa te acompanhe - como se suas perguntas fossem muito desagradáveis para lidar. Às vezes você até é julgado enquanto ainda sente dor. Então, em vez de fornecer soluções para os problemas das pessoas, muitas vezes nos vemos como na sociedade, culpando a vítima. Este tipo de comportamento apenas facilita a sensação de abandono em pessoas que estão passando por depressão. Na verdade, piora a ferida ao perceber que todo o esforço que foi feito - ao colocar seu ego de lado, transmitir seus problemas e compartilhar seu lado vulnerável com as pessoas foi desperdiçado. Isso faz com que as pessoas que lutam contra a depressão construam ainda mais muros para se esconder do olhar crítico do público. Eles preferem fingir que estão bem e continuam morrendo por dentro do que preferir que o mundo veja e critique suas feridas. 4. Eles se tornam muito bons em cobrir sua dor. Através da prática de esconder suas condições do mundo, as pessoas deprimidas dominam o ato de criar uma nova cena. Eles contam histórias convincentes para defender os cortes ou cicatrizes em suas mãos e dar razões genuínas para que eles não possam procurar ajuda. É claro que é uma vida muito difícil e dura de se viver. Ninguém se sente confortável em viver uma vida dupla. E para as pessoas deprimidas, isso se tornou um estilo de vida muito regular. Mesmo quando alguém flagra esses sinais, eles entram em negação quando confrontados com a dor pela qual estão passando. Apesar de estarem passando por momentos de angústia, inutilidade, autopiedade e baixa estima, eles estão continuamente em negação da realidade de sua situação. Você tem que sondar com carinho e genuína preocupação a vítima para atravessar as paredes que eles constroem em torno de si mesmos. A paciência também é vital nesse processo. 5. Eles provavelmente tem um padrão de sono e alimentação intermitente. Pode ser muito difícil para as pessoas próximas das vítimas e até mesmo as vítimas perceberem, mas os padrões irregulares de comer e dormir são um sinal de depressão. É muito comum em pessoas deprimidas experimentar um excesso de sono e intercalar atividades de dormir e comer. Eles podem estar comendo demais ou morrendo de fome. O mesmo vale para dormir; Pessoas deprimidas podem ficar cochilando por muito tempo depois que o despertador dispara ou podem ficar acordadas observando o teto até o sol nascer. Naturalmente, essas duas atividades são necessárias para refrescar e energizar o corpo. Quando eles estão bem, essas atividades dão alegria e felicidade, mas quando alguém está deprimido, essa pessoa não encontra mais nada excitante e divertido em sua vida. E assim tal pessoa pode recorrer às únicas atividades que lhes dão alguma alegria e controle em suas vidas - assim, distraí-los de sua dor. É crucial que procuremos saber mais da depressão quando percebemos que nós mesmos ou a família e os amigos estão exagerando em tais atividades. Um diagnóstico rápido é fundamental para um atendimento imediato e adequado. 6. Eles abusam de substâncias nocivas Alguém que está deprimido não apenas se entrega às atividades de dormir ou comer. Eles procuram substâncias para ajudar. Eles começam a beber e a fumar muito. E quando eles fazem isso, você pode pensar que eles fazem isso apenas por diversão. Mas acredite em mim que esse não é o caso. Eles estão tomando e às vezes abusando dessas substâncias para ajudá-los a esquecer a dor que estão passando - mesmo que seja por um breve momento. E eles inteligentemente usam as substâncias em situações que os atraem. Por exemplo, eles sabem que o álcool é um depressor das emoções e, portanto, precisariam de muito para ajudá-los a apagar suas mágoas. Eles também usam estimulantes como café e cocaína para colocá-los em um estado de espírito jubiloso e feliz. Usam também em eventos sociais onde eles têm que usar a máscara sorridente e fingir que tudo é bom e elegante. 7. Eles pensam na morte quase diariamente. Agora, isso não quer dizer que todas as pessoas deprimidas estão procurando maneiras de acabar com suas vidas. Mas quando alguém está deprimido, seu estado de espírito é diferente da pessoa comum pois a maior parte do que mantém o resto das pessoas engajadas na vida não importa tanto para elas. Lembre-se que a vida é apenas um intervalo entre o nascimento e a morte. E para eles, já que a própria vida parece vazia e sem graça, a única coisa que resta para olhar para frente é a morte. Talvez essa seja a única maneira pela qual eles podem acabar com a frustração e a miséria que devem enfrentar na própria vida. Quanto mais freqüentes essas situações ocorrem, mais elas ficam presas a essa mentalidade. 8. Eles são na maioria das vezes brilhantes e retrospectivos. Não é segredo que os melhores de nós - aqueles que contribuíram significativamente para o avanço da raça humana, lidaram continuamente com a depressão ou sofreram alguma doença mental ou similar. Elon Musk disse, certa vez, algo de estar ocupado inventando para não sucumbir a uma vida muito monótona... Ele disse que queria apenas continuar criando e não ficar triste. Assim, podemos ver que a força motriz dos grandes tem geralmente vindo da dor de algum passado traumatizante ou do tédio da vida. Ajuda-os a expressar suas idéias e talentos de maneiras extraordinárias e únicas. 9. Eles frequentemente buscam o significado de suas vidas. Em face da vida branda que parecem levar, as pessoas deprimidas estão em constante busca pelo sentido da vida que vivem. É uma tentativa de saciar a fome ou dor interior de não ter um propósito. A propósito, os seres humanos naturalmente querem saber que estão causando algum impacto em suas vidas, de seus amigos e familiares e do mundo em geral. Eles querem ver que estão fazendo a coisa certa ou pertencem a um grupo que tenha objetivos que são bons para eles e para a humanidade. Quando descobrimos que somos parte de algo muito mais significativo do que nós, então somos capazes de ignorar o tédio doloroso e o sofrimento que é muito evidente na vida de todos. A maioria dos grandes que foram corajosos o suficiente para desafiar as injustiças e o sofrimento que afligiram nossas sociedades no passado eram conhecidos por terem famílias problemáticas. Pessoas como Nelson Mandela e Martin Luther King Jr tiveram vidas difíceis que teriam feito a maioria das pessoas desistir da vida. Mas o que os mantinha em movimento era a crença fervorosa de que o que eles estavam fazendo era muito mais significativo do que eles. Em vez disso, estimularam-se a exagerar no que estavam fazendo porque era lá que encontravam a felicidade. Esse é o caso semelhante para aqueles que estão deprimidos, em busca da felicidade, eles buscam vigorosamente o significado da sua vida e quando eles o vêem, eles se entregam a ele até se tornarem grandes mestres em seu ofício - alcançando assim grandes objetivos em tais campos. 10. Eles podem ocasionalmente pedir ajuda. Veja, ninguém é perfeito. E em algum momento todo mundo precisa de ajuda. É o mesmo para pessoas deprimidas, quando elas precisam de ajuda, elas às vezes falam. É crucial que eles não sejam persuadidos ou ignorados quando fazem isso. Abrir-se assim, para pessoas deprimidas é freqüentemente um pedido silencioso de ajuda. Se você perceber que alguém que não esperaria chorar ou mostrar sinais de sofrimento emocional está fazendo isso, tente o máximo que puder para atender a essa pessoa ou levá-la a alguém que o possa. É essencial agirmos rapidamente nestes casos. É porque os resultados de nossas ações, seja negligência ou preocupação, seriam tremendos. Um amigo ou mesmo um estranho pode ser o suficiente para mudar a trajetória da vida de uma pessoa deprimida. Mas a negligência pode levar a consequências muito terríveis. Também é bom pra você ser essa pessoa que ajuda em tal situação. Pode ser uma oportunidade para construir uma nova relação de confiança e amizade. 11. Eles são atraídos pelo amor e pelo cuidado e às vezes freqüentemente o procuram. Pessoas que estão lutando contra a depressão muitas vezes escondem seus problemas como um mecanismo de autodefesa e não como uma maneira de enganar as pessoas. E não é, na maioria das vezes, uma ação deliberada. Eles estão tentando esconder sua dor e sofrimento de amigos e familiares, para não ser um fardo para eles. Eles não querem uma situação em que seus amados estejam em constante ansiedade e preocupação com o bem-estar deles. Hoje em dia, vivemos em um mundo onde ser fiel a si mesmo e suas lutas são encaradas com desaprovação. Acordamos com nossos ternos fortes e brilhantes que cobrem nossos corpos fracos e feridos. Esse tipo de cultura encoraja a negligência de discussões profundas de nossa sociedade para com a depressão. E, assim, a depressão passa despercebida em nossa comunidade hoje, embora leve um grande número de pessoas através de vidas miseráveis a seus túmulos. Para combater esta epidemia, devemos começar a ter empatia por aqueles de nós que são vítimas de tais ataques mentais brutais, e devemos tomar medidas para que sejam atendidos. Só através disso podemos vencer a guerra contra a depressão. Adaptado do Original: http://strongfeelings.net/2018/08/10/11-habits-of-people-with-concealed-depression
- MindStream - O Elo Perdido
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa O Elo Perdido - A Estranha Conexão entre a Mente Humana e a Física Quântica
- HT - Algoritmos e nossas habilidades.
Filosofia - Educação - Conhecimento Algoritmos desgastam nossas habilidades de tomada de decisão? Os algoritmos são diariamente incorporados em nossas vidas tecnológicas, ajudando a realizar uma variedade de tarefas, como garantir que o email chegue à sua tia ou que você seja correspondido a alguém em um site de namoro que goste das mesmas bandas que você. Claro, esse código de computador tem como objetivo tornar nossa vida mais fácil, mas especialistas citados em um novo relatório do Pew Research Center e Imagining the Internet Center da Elon University estão preocupados que os algoritmos também possam nos fazer perder a capacidade de tomar decisões. Afinal, se o software pode fazer isso por nós, por que deveríamos nos incomodar? "Algoritmos são os novos árbitros da tomada de decisão humana em quase qualquer área que possamos imaginar, desde assistir a um filme (reconhecimento de emoções Affectiva) a comprar uma casa (Zillow.com) a carros autônomos (Google)", Barry Chudakov, fundador e diretor da Sertain Research e StreamFuzion Corp., diz no relatório. Mas, apesar dos avanços, os algoritmos podem levar a uma perda no julgamento humano, pois as pessoas se tornam dependentes do software para pensar por elas. Essa é uma das conclusões do relatório. Ele incluiu respostas de 1.300 especialistas em tecnologia, acadêmicos, empresários e líderes governamentais sobre o que as próximas décadas esperam do futuro dos algoritmos. Um dos temas que surgiu foi "a humanidade e o julgamento humano se perdem quando os dados e a modelagem preditiva se tornam primordiais". Muitos entrevistados temem que os seres humanos sejam considerados "insumos" no processo e não seres reais. Além disso, eles dizem que, como os algoritmos assumem responsabilidades humanas e essencialmente começam a se criar, "os humanos podem ficar de fora do circuito". E embora alguns especialistas tenham expressado preocupação, outros deram razões para que os algoritmos fossem uma solução positiva e deveriam expandir seu papel na sociedade. Aqui está uma amostra de opiniões sobre os benefícios e desvantagens dos algoritmos do relatório: Bart Knijnenburg, professor assistente em computação centrada no ser humano na Clemson University: "Meu maior medo é que, a menos que sintonizemos nossos algoritmos para auto atualização, será simplesmente muito conveniente que as pessoas sigam o conselho de um algoritmo (ou, é muito difícil ir além de tais conselhos), transformando esses algoritmos em profecias auto-realizáveis e usuários em zumbis que consomem exclusivamente itens fáceis de consumir. " Rebecca MacKinnon, diretora do projeto Ranking Digital Rights da New America: "Algoritmos impulsionados pelo aprendizado de máquina rapidamente se tornam opacos até mesmo para seus criadores que não entendem mais a lógica que está sendo seguida para tomar certas decisões ou produzir certos resultados. A falta de responsabilidade e completa a opacidade é assustadora. Por outro lado, os algoritmos revolucionaram o relacionamento dos humanos com a informação de maneiras que salvam vidas e fortalecem e continuarão a fazê-lo. " Jason Hong, professor associado da Carnegie Mellon University: "O velho ditado do lixo entra, o lixo ainda se aplica, mas a grande quantidade de dados e a velocidade dos computadores podem dar a falsa impressão de correção. Como um exemplo trivial, existem histórias de pessoas seguindo rigorosamente um GPS de perto e acabando dentro de um rio ". Amali De Silva-Mitchell, uma futurista e consultora: "A modelagem preditiva limitará a auto-expressão individual e, portanto, a inovação e o desenvolvimento. Cultivará uma população alimentada por colher e aqueles na elite serão os inovadores. Haverá uma perda na decisão complexa habilidades de formação das massas ". Marina Gorbis, diretora executiva do Institute for the Future: "Imagine, em vez de digitar palavras de busca e obter uma lista de artigos, apertar um botão e obter um artigo narrativo sobre um tópico específico de interesse. É o equivalente a cada um de nós muitos pesquisadores e outros assistentes ... Os algoritmos também têm o potencial de revelar vieses atuais na contratação, descrições de cargos e outras informações de texto. " Ryan Hayes, proprietário da Fit to Tweet: "A tecnologia vai começar a nos ajudar a não apenas maximizar nossa produtividade, mas a mudar para fazer essas coisas de forma a nos tornar mais felizes, mais saudáveis, menos distraídos, mais seguros, mais pacíficos, etc. será uma tendência muito positiva. Em outras palavras, a tecnologia começará a nos ajudar a sermos humanos novamente, ao invés de nos sobrecarregar com mais abstração ". David Karger, professor de ciência da computação do MIT: "A questão da equidade algorítmica e da discriminação é importante, mas já está sendo considerada. Se queremos algoritmos que não discriminam, seremos capazes de projetar algoritmos que não discriminar." Daniel Berleant, autor de A Raça Humana para o Futuro: "Algoritmos estão menos sujeitos a agendas ocultas do que consultores e gerentes humanos. Portanto, a saída desses algoritmos será mais social e economicamente eficiente, no sentido de que eles estarão mais bem alinhados com seus objetivos pretendidos. Os humanos são muito mais suspeitos em seus conselhos e decisões do que os computadores. " E você? O que acha? Fonte original: https://www.npr.org/sections/alltechconsidered/2017/02/08/514120713/will-algorithms-erode-our-decision-making-skills

