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- Silêncio Interior
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Silêncio Interior Um tapete de silêncio é tudo que precisamos criar para adentrar o nosso castelo interior - uma exigência muito pesada para a maioria das pessoas de hoje em dia. Qual lugar o silêncio ocupa em sua vida diária? Hoje em dia o silêncio é considerado estranho quando as pessoas não sabem o que dizer em uma confraternização ou quando estão entre desconhecidos dentro de um elevador. Esse silêncio perturbador incomoda a maioria. Por outro lado, há o silêncio consolador: o silêncio de nossos filhos quando estão dormindo, o silêncio nas montanhas e até mesmo a tranquilidade dentro de locais de oração. Assim como acontece com o silêncio, há os sons bons e os ruins. O tipo ruim se chama barulho. Barulho incessante cria estresse e nos priva de nosso sono reparador, e em certos casos pode se tornar um tipo de tortura. E há ainda um certo tipo de som procurado como música alta que é tocada em shows para um público pagante que o denomina como o 'som do momento'. Pode ser barulho para muitos, mas para outros é o ápice do prazer. Mesmo dentro de um simples elevador, uma música suave de fundo às vezes se faz presente, de fundo, para manter o barulho de fora distante. Positivamente, a música clássica pode ser usada em salas de aula ou em ambientes de estudo para ajudar o estudante a se concentrar. Em resumo, o tipo errado de ruído nos incomoda e o certo, nos ajuda. O desafio nos dias atuais é encontrar o silêncio positivo em plena rotina de uma cidade grande, no mesmo cenário onde a maioria vive. Mas o maior desafio das pessoas é encontrar dentro delas o silêncio positivo. Na construção de nosso castelo interior, as pessoas descobrem que os maiores obstáculos estão dentro delas mesmas. Costumam ser diferentes e com degraus distintos para cada um. Aquele com o qual a maioria se defronta, são os que chamamos de 'vozes na minha cabeça': os pensamentos correndo em todas as direções. Nas palavras de Rumi, poeta e teólogo sufi persa so século XIII: " Quando se aquietam os lábios, mil línguas ferem o coração" Esvaziar a cabeça de todos os pensamentos, palavras e imagens é quase impossível, mas de alguma forma, esse ruído interno estressante precisa tornar-se um som interno um pouco mais gentil, para que você possa ter a paz necessária para a construção de seu castelo, que será sua fortaleza inabalável. Para enfrentar esse passo das vozes em sua cabeça, primeiro devemos ponderar como cada um de nós tenta evitar o silêncio, para depois descobrir como podemos criar tempos de silêncio em nossa vida, de forma que o silêncio possa se tornar uma rotina saudável. Uma forma de se criar o silêncio interno é deixar crescer o silêncio externo. Diminuir todas as distrações, barulhos, interrupções fazendo com que o silêncio externo possa levar ao silêncio interno. Todos os antigos monges dominavam essa sabedoria há séculos. Em alguns monastérios, ainda hoje, há normas específicas para se quebrar o silêncio apenas durante a comunicação de trabalhos ou na recepção de convidados. Alguns promovem o 'fundo de silêncio' fazendo suas refeições assim, enquanto um monge lê em voz alta passagens bíblicas. Esse silêncio externo não é um fim em si mesmo, está ali para deixar o silêncio externo crescer no monge de forma que a vida interior possa florescer. A metáfora do jardim pode nos ajudar: se não estamos acostumados ao silêncio, umas das primeiras coisas que vamos notar aos ficarmos quietos são as distrações dentro de nós: as ervas daninhas. Mesmo que tentemos arrancá-las elas voltam a crescer e prejudicar o brotamento das flores. Hoje em dia a nossa erva daninha se chama celular. Conversar ou ouvir música são os meios mais comuns de ser evitar o silêncio contemplativo. Também a leitura de livros, embora saudável, também pode ser um meio de fuga, uma distração em relação ao que o silêncio pode oferecer por si mesmo. Uma das regras de Bento de Núrsia, fundador da Ordem Beneditina, fala especificamente sobre conter também a necessidade de falar. Deveríamos, segundo ele, tentar omitir 'vulgaridades e bisbilhotices' de nossas conversar e observar o que acontece. Assim teríamos mais tempo para escutar o que importa na vida das pessoas e na nossa própria vida. Sua regra mais elevada e simples: "ao discípulo compete calar e ouvir": tarefa dificílima de auto-controle na atual moda das redes sociais... Existem momentos clássicos para você desfrutar do silêncio: de manhã bem cedo e à noite. Isso não importa. Você deve construir seu próprio tempo de silêncio em sua rotina. Uma grande ajuda é possuir no lugar onde você vive um pequeno sanctum ou local sagrado. Não precisa ser nada elaborado, pode ser simples e só conter uma foto, ou um texto, ou qualquer objeto que você considere sagrado. A disciplina de parar seus afazeres por alguns minutos e visitar esse local é de extrema valia para se criar o hábito de silenciar em seu castelo interior. Posteriormente, com o hábito, você sentirá necessidade de fazer um retiro de algumas horas em silêncio e até mesmo de se fazer um retiro de um dia ou mais, a fim de experimentar o silêncio mais profundamente. Não tenha pressa. Tudo vem no seu próprio tempo. Embarcar na tarefa de construir seu silêncio particular é muito difícil, principalmente numa cultura que oferece uma versão consumista para tudo ( "Para paz e quietude, experimente nosso Spa", ou que julga qualquer esforço nesse sentido como esquisitice ou loucura, mas preencher seu castelo interior com esse silêncio é necessário para construção da sua autarquéia, do poder sobre si mesmo. O silêncio se tornará então o Silêncio do Sagrado, uma característica do seu castelo interior, nos transportando aos mundos do infinito, numa elevação ascética de elevação espiritual, de tentativa constante de superação do si-mesmo. Na procura do transcendente a contemplação exige silêncio, não só aquele que nos rodeia mas o silêncio interior, condição para o alheamento do mundo, da abstração da realidade, exercício da pura intelectualidade, alienação dos sentidos até que se consiga a união com o numinoso. Que o silêncio seja o próprio ar que você respira. Boa Semana. Paz Profunda.
- Espírito
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa Espírito Na tentativa de compreender os escritos de Jung sobre o espírito, enfrentamos o mesmo problema que Jung em sua tentativa de captar aquilo que a palavra espírito designa. Quando se alcança uma explicação promissora, percebe-se que o apreendido escapa rapidamente por entre os dedos de nossa rede intelectual, sendo levado pelo mar bravio de importantes, mas de difícil entendimento, aspectos da experiência humana. Por isso, Jung aborda o espírito da mesma maneira com que trata os muitos habitantes desconcertantes de seu mar experimental,isto é, a partir de uma posição como psicólogo. Ele não está a fim, conforme confessa, ou não é capaz de discussões filosóficas ou teológicas sobre a natureza do espírito. Ele volta-se, antes, para a fenomenologia da vida psíquica: o que o espírito mostra que é, e em que aspectos ele é igual ou diferente de nossa psique/alma. Evidentemente, é quase impossível para Jung não se enveredar até certo ponto nas polêmicas filosóficas precedentes e nas teias teológicas que foram tecidas em torno do espírito. A esse respeito, é instrutiva a nota do tradutor prefaciando "Os fundamentos psicológicos da crena nos espíritos" (OC 8, § 307) , ao apontar - linguisticamente por assim dizer - a natureza flexível e multimatizada do conceito de espírito, Geist em alemão. Contudo, Jung traz certa ordem cognitiva para o que ameaça se tornar uma confusão vaga de terminologia, observando que, psicologicamente, espírito tem dois significados e usos. Um fala de um espírito, no sentido de uma coisa individual - um fantasma , disposição de ânimo, uma aparição, uma qualidade - e outro fala do espírito, no sentido de alguma coisa coletiva - espiritualidade, princípios espirituais, totalidade espiritual. Esse último sentido de espírito, como fundamento da espiritualidade ou de certos princípios espirituais, Jung deixa de preferência aos metafísicos para debate e discussão. Como psicólogo, Jung está muito mais interessado em considerar os espíritos no plural, como manifestações dos complexos, espíritos como entidades inconscientes, arquetipicamente embasadas. Por terem suas raízes no inconsciente, esses espíritos, no plural, têm obviamente uma relação com o espírito, no sentido religioso comum, que Jung considera como parte da psique enquanto alma. Mas, como de costume, Jung está mais interessado em estudar os símbolos e o imagístico do espírito na vida psíquica do que em propor dogmas teóricos. Portanto, os escritos de Jung sobre o espírito não são para os de mentalidade filosófica ou teológica, para os interessados no idealismo hegeliano ou na espiritualidade cristã. A concepção de espírito de Jung é melhor entendida em suas discussões do imagístico arquetípico do mito, da alquimia e dos contos de fada ( histórias do "espírito" por excelência ) ou também em seu tratamento do que chamou de fenômenos ocultos, aquelas ocorrências misteriosas, fantasmáticas ou paranormais que ele considerava manifestações de complexos psicológicos. Nessas discussões práticas sobre o espírito, Jung lembra o significado mais elevado e mais amplo do espírito nesse sentido mais amplo do termo. Mas sempre fala do espírito primeiramente e sobretudo como psicólogo interessado em olhar para o lugar do espírito no funcionamento da alma humana. As obras de junguianos sobre o espírito são poucas e muito esporádicas, se limitarmos o campo e excluirmos livros sobre religião ou espiritualidade, dos quais há grande número. A melhor obra no sentido em que Jung empregava o termo, encontra-se em Spirit and Nature, organizado por Joseph Campbell, que reúne estudos apresentados nos encontros anuais de Eranos, às margens do Lago Maggiore, em Ascona, Suíça. Dois ensaios de Jung - " A Fenomenologia nos Contos de Fadas " e " O Espírito da Psicologia ", esse depois reintitulado como " Considerações teóricas sobre a natureza do Psíquico " ( OC 8 ) - que estão incluídos na coletânea, assim como ensaios sobre o espírito de Kerényi, Wili, Rahner, Portmann e outros. O deus Apolo atua de muitas maneiras como um símbolo do espírito dentro da psique, e assim o livro de ensaios de Kerényi sobre o deus pode ajudar a esclarecer este conceito, segundo o que James Hillman ( inspirado por Henry Corbin ) chamou de Psicologia Imaginal : a compreensão psicológica suscitada por imagens e imaginação. Para começar: - "A fenomenologia do espírito no conto de fadas", OC 9/1 , § 384-455. - "Os Fundamentos Psicológicos da crença nos espíritos", OC 8/2 , , § 570-600 Para aprofundar: - " O problema psíquico do homem moderno", OC 10/3 , § 148-196 - " O Espírito Mercarius", OC 13 , § 239-303. Obras Relacionadas: - " Sobre a psicologia e patologia dos fenômenos chamados ocultos" , OC 1, § 1-150 Fontes Secundárias: - CAMPBELL, J. " Spirit and Nature ", Princeton University Press, 1964 -- KERÉNYI,K. " Apollo ". Dallas: Spring, 1983. Texto adaptado de "Guia para Obra Completa de C.G.Jung" - Robert H. Hopcke "O arquétipo do espírito na forma de um homem, hobgoblin ou animal sempre aparece em uma situação em que insight, compreensão, bons conselhos, determinação, planejamento, etc., são necessários, mas não podem ser reunidos em recursos próprios." O arquétipo compensa esse estado de deficiência espiritual por conteúdos destinados a preencher a lacuna. “A fenomenologia do espírito nos contos de fadas” - Obras Completas 9/1- Parágrafo 398
- Documentários - Filosofia
Documentários - Filosofia Compartilhar O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Buda , Freud e Tao - Medicina no Oriente e no Ocidente:
- Documentários - Ciências
Documentários - Ciências Compartilhar O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Documentários - Medicina e Psicossomática Documentários - Física/Biologia/Ciências Naturais
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Documentários O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa. Documentários Online Meditação Meditação - A Revolução da Mente - Documentário A Ciência de Interestelar QUERO VER MAIS... Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Documentários - Links para Download A Doutrina do Choque Viagem Fantástica Pelo Corpo Humano - Em busca da Cura Hubble Jornada Cósmica The Power of Art - BBC Scientology and the prison of belief A beleza dos diagramas BBC Devil's Bible - A Bíblia do Diabo Big History Grandes Livros - Darwin Por que falamos? BBC The Most Unknown Notre Dame Batalhas Decisivas Cosmos - Spacetime Odyssey Gelo em Chamas - Ice on Fire Sirius - Documentary Black Hole Apocalypse Nova PBS Finding Life Beyond Earth QUERO VER MAIS...
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DAVID CRONENBERG Share 1/1
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- Box Peter Weir- Filmes
Box Peter Weir Peter Lindsay Weir (Sydney , 21 de agosto de 1944 ) é um diretor de cinema e roteirista australiano . Depois de uma educação tradicional, Weir estudou Arte e Direito na Universidade de Sydney . Interrompeu os estudos para fazer uma viagem à Europa e, quando voltou à Austrália, estava determinado a trabalhar no mundo do espetáculo. Assim, em 1967, ingressou na televisão e aí foi-lhe dada uma oportunidade para realizar dois pequenos filmes que tiveram grande sucesso. Em 1971 foi-lhe confiada a realização de Michael, que fazia parte de um filme de três episódios intitulado Three to go. Mas só em 1974 conseguiria dirigir a sua primeira longa-metragem (The Cars That Ate Paris) e, no ano seguinte, realizaria o filme que o haveria de tornar conhecido em todo o mundo: Picnic at Hanging Rock . O seu primeiro filme realizado nos Estados Unidos foi A Testemunha , em 1985.
- MindStream
Filmes de Transformação Pessoal Filmes de transformação pessoal, também conhecidos como filmes de superação, são produções cinematográficas que mostram a jornada de um personagem em busca de mudança, crescimento pessoal e autoconhecimento. Esses filmes geralmente abordam temas como autoestima, superação de traumas, mudança de comportamentos prejudiciais, enfrentamento de desafios, e outros assuntos relacionados ao desenvolvimento humano. A importância desses filmes é que eles podem inspirar e motivar as pessoas a buscar mudanças positivas em suas vidas. Ao assistir a história de um personagem que enfrenta situações semelhantes às nossas, é possível se identificar e aprender com as lições que a história transmite. Além disso, esses filmes podem ajudar a desenvolver habilidades como empatia, resiliência e auto-reflexão. Ao nos colocarmos no lugar dos personagens e acompanharmos sua jornada, podemos aprender a lidar melhor com nossas próprias dificuldades e desafios. Em resumo, filmes de transformação pessoal são importantes porque podem nos ajudar a nos tornarmos melhores seres humanos, desenvolvendo nosso potencial para vivermos uma vida mais realizada e feliz. Leia também o livro: Comer - Rezar - Amar (2010) Liz Gilbert pensa que ela tinha tudo que queria na vida: uma casa, um marido e uma carreira de sucesso. Porém recém-divorciada e de frente para um momento de mudança, ela se sente confusa sobre o que é importante em sua vida. Ousando sair da sua zona de conforto, Liz embarca em uma busca de autodescoberta que a leva à Itália, à Índia e a Bali. Diretor: Ryan Murphy Sob o Sol da Toscana Frances Mayes fica devastada ao descobrir que seu marido é infiel. Sua melhor amiga Patti, com a intenção de ajudar, sugere que ela faça uma viagem pela Itália. Frances gosta da ideia e, durante o passeio, impulsivamente decide comprar uma casa em um vilarejo toscano. Agora, a recém-divorciada inicia uma nova vida ao lado de personalidades interessantes, incluindo o bonito Marcello.
- Box Jean Jacques Annaud - Filmes
Box Jean Jacques Annaud Jean-Jacques Annaud (Draveil , 1 de Outubro de 1943 ) é um cineasta francês . Apesar de ter sua entrada proibida na China devido às filmagens de Sete Anos no Tibete foi convidado para dirigir uma adaptação de uma novela chinesa e teve a sua entrada liberada na China para a produção do seu longa-metragem Totem Lobo (Wolf Totem), com lançamento previsto para o ano de 2015. Recebeu duas indicações ao César , na categoria de Melhor Filme, por "A Guerra do Fogo " (1981) e "O Urso " (1988). Venceu em 1981. Ganhou dois César de Melhor Diretor, por "A Guerra do Fogo " (1981) e "O Urso " (1980). Recebeu duas indicações ao César , na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, por "O Nome da Rosa " (1986) e "O Amante " (1991). Venceu em 1986. Filmes de Jean-Jacques Annaud 1/1 Leia também os livros:






