
Resultados da busca
99 results found with an empty search
- Artigos
Hipnose Clínica - Hipnose Ericksoniana , Psicoterapia Junguiana, Psicanálise, Atendimentos Individualizados, Palestras e Cursos em Reengenharia Humana, Filosofia e Equilíbrio Emocional. Artigos Filosóficos A Navalha de Ockham O Silêncio Interior O Arrependimento no Budismo A Fuga de Nós Mesmos Sentimento Oceânico Kenose e Ágape Eudaimonia Alma e Graça Divina em Agostinho de Hipona Jogue fora suas batatas Solipsismo
- Cinemateca
Filosofia - Conhecimento - Educação Cinemateca O fair use (uso honesto ou uso justo, na tradução literal para o português, melhor entendido como uso razoável, uso aceitável) é um conceito da legislação dos Estados Unidos que permite o uso de material protegido por direitos autoriais sob certas circunstâncias, como o uso educacional (incluindo múltiplas cópias para uso em sala de aula), para crítica, comentário, divulgação de notícia e pesquisa.
- Solipsismo
Filosofia & Educação & Conhecimento Solipsismo é uma doutrina filosófica que afirma que a única realidade é a consciência individual. Em outras palavras, o solipsista acredita que o mundo exterior, incluindo outras pessoas, é uma ilusão criada pela própria mente. O solipsismo é uma posição radical que é difícil de defender, pois é impossível provar ou refutar. No entanto, tem sido uma fonte de reflexão filosófica por séculos. Existem dois tipos principais de solipsismo: Solipsismo subjetivo: O solipsista subjetivo acredita que apenas sua própria consciência existe. O mundo exterior, incluindo outras pessoas, é uma ilusão. Solipsismo objetivo: O solipsista objetivo acredita que sua própria consciência é a única realidade, mas que o mundo exterior existe como uma criação dessa consciência. Alguns filósofos que defenderam o solipsismo incluem: George Berkeley (1685–1753): Berkeley acreditava que o mundo exterior é uma coleção de ideias na mente de Deus. David Hume (1711–1776): Hume argumentou que não podemos ter certeza da existência do mundo exterior, pois todas as nossas experiências são mediadas pela mente. Arthur Schopenhauer (1788–1860): Schopenhauer acreditava que o mundo exterior é uma projeção da vontade individual. O solipsismo pode ter implicações significativas para nossa compreensão do mundo e de nós mesmos. Se o solipsismo estiver correto, então estamos sozinhos no universo, e nossas experiências são a única realidade que existe. Isso pode levar a um sentimento de isolamento e alienação. No entanto, o solipsismo também pode ser uma fonte de inspiração. Se o mundo exterior for uma ilusão, então somos livres para criar nossa própria realidade. Isso pode nos levar a uma vida mais criativa e significativa. O solipsismo também pode ser usado como um exercício espiritual de duas maneiras principais: 1. Como uma forma de meditação: A meditação é uma prática espiritual que visa acalmar a mente e desenvolver a atenção plena. O solipsismo pode ser usado como uma forma de meditação ao nos concentrarmos na nossa própria consciência e nos questionarmos sobre a natureza da realidade. Ao nos concentrarmos em nossa própria consciência, podemos começar a perceber que a nossa experiência do mundo é limitada pela nossa própria perspectiva. Isso pode nos levar a um sentimento de humildade e abertura a novas possibilidades. 2. Como uma forma de autoconhecimento: O autoconhecimento é um dos objetivos centrais da filosofia do filósofo Pierre Hadot que defendeu a filosofia como modo de vida. O solipsismo pode ser usado como uma forma de autoconhecimento ao nos levar a questionar os nossos próprios pressupostos sobre o mundo e sobre nós mesmos. Ao nos questionarmos sobre a natureza da realidade, podemos começar a perceber que as nossas crenças sobre o mundo são baseadas em nossas próprias experiências e perspectivas. Isso pode nos levar a um maior grau de autoconsciência e a uma compreensão mais profunda de nós mesmos. O solipsismo pode ser visto como uma forma de exercício espiritual em comparação com os conceitos preconizados pelo filósofo Pierre Hadot. Ele pode nos ajudar a desenvolver além do auto-conhecimento a atenção plena, que é a capacidade de estarmos presentes no momento presente, sem julgamentos. O solipsismo pode nos ajudar a desenvolver a atenção plena ao nos concentrarmos em nossa própria consciência e nos questionarmos sobre a natureza da realidade. #hipnosetranscendental
- Jogue fora suas batatas.
Filosofia & Educação & Conhecimento Jogue Fora Suas Batatas... Um professor pediu para que seus alunos levassem batatas e uma bolsa de plástico para a aula. Ele pediu também para que separassem uma batata para cada pessoa de quem sentiam mágoas, escrevessem os nomes daquelas pessoas nas batatas e as colocassem dentro da bolsa. Algumas das bolsas ficaram muito pesadas. A tarefa consistia em durante uma semana levar a todos os lados a bolsa com batatas. Naturalmente, a condição das batatas foi se deteriorando com o tempo. O incômodo de carregar a bolsa a cada momento mostrava-lhes o tamanho do peso diário que a mágoa ocasiona, bem como o fato de que, ao colocar a atenção na bolsa, para não esquecê-la em nenhum lugar, os alunos deixavam de prestar atenção em outras coisas que eram importantes. Esta é uma grande metáfora do preço que se paga, todos os dias, para manter a dor, a insatisfação, a intolerância e a negatividade. Quando damos importância aos problemas não resolvidos ou às promessas não cumpridas, nossos pensamentos enchem-se de mágoa, aumentando o estresse e roubando nossa alegria. Perdoar e deixar estes sentimentos irem embora é a única forma de trazer de volta a paz e a serenidade. Jogue fora suas “batatas”! “As pessoas te pesam? Não as carregues nos ombros. Leve-as no coração.”
- biblioteca A-E | MindStream
Biblioteca & Pesquisa Digital A - C ADAM SCHAFF - História e Verdade AGNES HELLER - O Cotidiano e a História - Aristoteles y el mundo antiguo D - E DAN BROWN - O Símbolo Perdido - A Origem DANTE ALIGHIERI - A Divina Comédia AGOSTINHO DE HIPONA - Agostinho - Filme Completo - Soberba - Comentário ao Gênesis ALAIN DE BOTTON - Religião para Ateus - Como Proust pode salvar sua vida ALBERT CAMUS - A Peste - A Queda - Núpcias, o verão - O Mito de Sísifo - O Estrangeiro - O Homem Revoltado DAVID GROSSMAN - Fora do Tempo DANIEL DENNETT - Tipos de Mentes DAVID HUME - Tratado da Natureza Humana - História Natural da Religião DIOGENES LAERCIO - Vida de Epicuro - Vida dos Filósofos Mais Ilustres ALEXANDRE KOJEVE - Introdução à Leitura de Hegel ALFRED NORTH WHITEHEAD - O Conceito de Natureza DOMENICO DE MASI -O Ócio Criativo AMAURI FERREIRA - Introdução à Filosofia de Bergson - Mente e Corpo em Espinosa - Introdução à Filosofia de Spinoza ANDRE COMTE-SPONVILLE - Apresentação da Filosofia - A Felicidade Desesperadamente - Pequeno Tratado das Grandes Virtudes - Bom Dia Angústia ANDREW SOLOMON - O Demônio do Meio-Dia EDWARD SAID -Orientalismo ELIAS CANETTI A língua absolvida ELIZABETH GILBERT - Comer, Rezar e Amar (Livro) - Comer, Rezar e Amar ( filme ) EMIL CIORAN - Silogismo da Amargura ANSELMO DE CANTUÁRIA - Proslógio EMILE DURHEIM - As Formas Elementares da Vida Religiosa ANTONIO DAMASIO - O Erro de Descartes ARISTÓFANES - A Paz - A Revolução das Mulheres - Os Cavaleiros - As Vespas, as aves, as rãs ARISTÓTELES - Metafísica - Moral a Eudemo - Organon - Poética - Fragmentos dos Dialogos e Obras Exortativas - As Partes dos Animais I (Partibus Animalium I) ÉTIENNE GILSON - Introdução às Artes do Belo - A Filosofia na Idade Média - O Espírito da Filosofia Medieval - Evolução da Cidade de Deus Erich Neumann - História da Origem da Consciência Epicuro - Carta a Meneceu (sobre a felicidade) Ernest Cassirer - Substance and Function & Einstein's Theory of Relativity ARTHUR SCHOPPENHAUER - Aforismos para a Sabedoria da Vida ANTONIO MEDINA RODRIGUES - Agir contra o Destino - Café Filosófico BART D. EHRMAN - Cristianismos Perdidos - História da Bíblia - Jesus Existiu ou Não? - O Problema com Deus - O que Jesus disse, O que Jesus não disse? - Quem escreveu a Bíblia? BARUCH SPINOZA - Tratado Teológico Político - Ética à Maneira dos Geômetras - Tratado da Correção do Intelecto BILL BRYSON - Breve história de quase tudo. BRIAN GREENE - O Tecido do Cosmo - Até o Fim do Tempo BLAISE PASCAL - Filme Completo: - Pensamentos ( Coleção Os Pensadores ) - O Homem perante a Natureza - As Provinciais BOÉCIO - A Consolação da Filosofia BYUNG CHUK HAN - A SOCIEDADE DO CANSAÇO CARL SAGAN - Bilhões e Bilhões - O Universo - Roswell - Pálido Ponto Azul - Cérebro de Broca - O Mundo Assombrado pelos Demônios - O Inverno Nuclear - O Ônus do Ceticismo - Contato (Livro) e Filme: CARLO ROVELLI - Sete Breves Lições de Física - A realidade não é o que parece CÍCERO - Da Natureza dos Deuses CHRISTIAN DUNKER - Mal-Estar, Sofrimento e Sintoma - As Transformações no Sofrimento Psíquico CLAUDIO ULPIANO - Cinema do Pensamento - audio1 - C inema do Pensamento - audio2 - Nietzsche - Forças ativas e reativas - audio - Lucrécio: a suprema felicidade - A Vontade Espiritual na Vida Humana - Hábito e Renovação - Lucrécio CLÓVIS DE BARROS FILHO - A Filosofia Explica as Grandes Questões - A Vida que Vale a Pena ser Vivida - Devaneios sobre a atualidade d'O Capital - Tese de Livre Docência - Utilitarismo - Somos Todos Canalhas - Transcrições de Aulas COLEÇÃO 90 MINUTOS - FILOSOFIA - 31 Títulos Completos COLEÇÃO OS PENSADORES - FILOSOFIA - Edição 1984 - 56 livros
- Biblioteca Jung
Seu Acervo de Auto-Conhecimento Biblioteca Carl G. Jung e afins Go to link Go to link Go to link Parte 1 somente Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Marie Louise Von Franz Biblioteca Edward Edinger Biblioteca Sigmund Freud Biblioteca James Hillman Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Joseph Campbell Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link Go to link 1/1 Biblioteca Connie Zweig Biblioteca Jolande Jacobi Biblioteca Robert A. Johnson Biblioteca Barbara Hanah Biblioteca James Hollis Biblioteca Erich Neumann
- Hipnose Transcendental
Filosofia - Educação - Conhecimento Imaginação Ativa A imaginação ativa foi uma técnica desenvolvida por Jung para aumentar e desenvolver o relacionamento com o material inconsciente, especialmente com figuras interiores que aparecem em sonhos e fantasias. Com a imaginação ativa, Jung pretendia que o indivíduo assumisse um papel não só receptivo, mas também ativo para encontrar-se e confrontar-se com vários elementos arquetípicos inconscientes em sua psique. A atividade da imaginação ativa contrasta com o sonho, que, na opinião de Jung, simplesmente ocorre. Contudo, a imaginação ativa não é nenhuma fantasia diretiva na qual o indivíduo persegue os pensamentos e desejos de seu próprio ego. Do modo como Jung a desenvolve, a intenção da imaginação ativa é abrir o limite entre a consciência passiva e receptiva, do material inconsciente interior e a reação ativa e opcional a esse material de qualquer forma. A definição de June Singer, em seu livro Boundaries of the Soul , dá a seu capítulo sobre a imaginação ativa o título de "Sonhando o sonho para a frente", que é talvez a melhor descrição sumária tanto de sua técnica quanto de sua intenção. À luz das ideias de Jung sobre a natureza e a função da psique, a imgainação ativa parece uma consequência natural do ponto de vista de que a totalidade é resultado de tornar o inconsciente consciente e de que a psique é um fenômeno intencional. A imaginação ativa é um modo de encarar mais diretamente as direções inconscientes de nossa vida interior, embora mantendo tão longe quanto possível nosso senso consciente do si-mesmo e nossa capacidade de ação informada e ética. Assim como acontece com vários conceitos de Jung, a imaginação ativa pode ser mais bem entendida por meio da experiência direta do que por meio da leitura sobre ela, pois Jung escreveu pouco sobre os amparos da técnica. As discussões mais úteis e focadas sobre imaginação ativa estão indicadas na lista de leituras abaixo em "Para Começar". Na primeira, o pequeno ensaio "A Função Transcendente", Jung descrece como a consciência e a inconsciência agem em série para corrigir e equilibrar a unilateralidade psíquica. Nesse contexto, Jung explica como a imaginação ativa ou a fantasia podem ajudar a transcender ou a sanar a lacuna típica entre essas duas esferas psíquicas opostas. A segunda leitura indicada é a última metade da quinta conferência de Tavistock, de Londres, em 1935. Em resposta a uma pergunta sobre sua técnica, Jung fala sobre a intenção dela e seus efeitos, e faz uma rápída apresentação do material trabalhado pela fantasia de um paciente. Para ler mais sobre esse tema, é necessário obviamente pesquisar os vários relatos da imaginação ativa que Jung tira de seu trabalho clínico, relatos que são, em geral, bem detalhados e vívidos o bastante para tornar claro precisamente como Jung tenciona que sua técnica seja usada e para que fim. Certamente o que mais claramente se manifesta nesse material todo é o valor que Jung dava à fantasia e a alta consideração que tinha por sua fantasia curadora. As fontes secundárias são de dois notáveis junguianos. O livro de Hannah trata da imaginação ativa, ao passo que o livro de Adler é principalmente um relato de caso de uma análise em que a imaginação ativa tem uma parte simplesmente crucial. Se lidos ao mesmo tempo, ambos servem como uma introdução completa a essa técnica vital no municiamento da análise junguiana, completados pelas obras mais recentes sobre o tópico, escritas por Robert Johnson e Verena Kast. Para começar: - "A função transcendente", OC 8/2 , § 131-193. - "Fundamentos da Psicologia Analítica ( Tavistock Lectures )", OC 18/1 , Quinta Conferência, § 304-415. Para aprofundar: - " Estudo empírico do processo de individuação", OC 9/1 § 525-626 - " Mandalas", OC 9/1 , § 713-718 - " Psicologia e Alquimia", OC 12 , esp. parte II , § 44-331. Obras Relacionadas: - " Freud e a psicanálise" , OC 4, esp. capítulo 8, " Princípios terapêuticos da psicanálise" , § 407-457. Fontes Secundárias: - ADLER,G. " The living symbol: a case study in the process of individuation, New York: Pantheon, 1961 -- HANNAH, B. " Encounters with the soul active Iamgination as Developed by C.G. Jung. Santa Monica: Sigo Press, 1981. - JOHNSON, R. " Inner Work: Using dreams and active imagination for personal growth. São Francisco: Harper and Row, 1986 A Chave do Reino Interior , São Paulo: Mercurio, 1989. KAST, V. - " Imagination as Space of Freedom: Dialogue between the Ego and the Unconscious"- New York: Fromm, 1993 A Imaginação como espaço de liberdade. São Paulo, Loyola, 1997. Texto adaptado de Guia para Obra Completa de C.G.Jung - Robert H. Hopcke
- Navalha de Ockham
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa A Navalha de Ockham. A navalha de Ockham é um princípio filosófico que afirma que, entre duas explicações igualmente válidas para um fenômeno, a mais simples é a mais provável. Em outras palavras, se duas hipóteses podem explicar os mesmos fatos, devemos escolher a hipótese com o menor número de suposições ou entidades. A navalha de Ockham foi formulada pelo filósofo escolástico inglês Guilherme de Ockham, no século XIV. Ela foi inspirada na ideia de que Deus é um ser simples e perfeito, e que, portanto, o mundo criado por ele também deve ser simples e perfeito. A navalha de Ockham tem sido aplicada em diversos campos do conhecimento, incluindo a filosofia, a ciência, a teologia e a política. Na filosofia, ela é usada para avaliar a validade de teorias e argumentos. Na ciência, ela é usada para simplificar modelos e explicar fenômenos naturais. Na teologia, ela é usada para interpretar textos sagrados. Na política, ela é usada para avaliar políticas públicas. A navalha de Ockham também pode ser usada como um exercício da vida diária moderna. Por exemplo, se você está tentando decidir entre duas opções, você pode aplicar a navalha de Ockham para escolher a opção mais simples. Aqui estão alguns exemplos práticos de como a navalha de Ockham pode ser usada na vida diária: - Se você está procurando um presente para um amigo, você pode escolher o presente mais simples que ainda seja significativo. - Se você está tentando resolver um problema, você pode começar com a solução mais simples e ver se ela funciona. - Se você está tentando tomar uma decisão, você pode pesar os prós e os contras de cada opção e escolher a opção com o menor número de desvantagens. O nome “navalha de Ockham” é uma tradução do termo latino lex parsimoniae, que significa “lei da parcimônia”. Ockham acreditava que Deus é um ser simples e perfeito, e que, portanto, o mundo criado por ele também deve ser simples e perfeito. Essa ideia inspirou o princípio da parcimônia, que afirma que, entre duas explicações igualmente válidas para um fenômeno, a mais simples é a mais provável. A tradução “navalha de Ockham” é uma analogia à ideia de que a simplicidade é preferível à complexidade. A navalha é uma ferramenta que é usada para cortar coisas, e a ideia é que a simplicidade “corta” a complexidade desnecessária. A navalha de Ockham é uma ferramenta útil para simplificar a vida e tomar decisões mais acertadas.
- HT - 11 Hábitos de Pessoas com Depressão Profunda
Filosofia - Educação - Conhecimento 11 Hábitos de Pessoas com Depressão Oculta Você pode estar lendo esta matéria porque está procurando respostas. Ou você está tentando encontrar uma solução para os problemas de comunicação que está tendo com um parente ou amigo deprimido. Ou você pode estar com um humor tão estranho ultimamente que te fez questionar sua saúde mental. E você se vê fazendo essa pergunta com bastante frequência... "Será que estou deprimido?" Você se pergunta. A depressão tem sido uma luta para muitas pessoas ao longo do tempo, embora tenha começado a atrair a atenção do público somente mais recentemente. Infelizmente, foram necessárias as perdas de algumas pessoas populares, como estrelas de cinema e música, para deixar o mundo preocupado com isso. A depressão pode ser um estado mental de sofrimento e inutilidade com o qual a vítima lida de tempos em tempos. Pode ocorrer como resultado de algum evento traumático na vida dessa pessoa, ou pode ser resultante de uma situação ou fenômeno recorrente que não tenha causa conhecida. Também pode acontecer durante um período prolongado e, quando isso acontece, a vítima aprende a ocultá-lo ou ignorá-lo. Na verdade, às vezes, descobrimos que algumas vítimas nem estão cientes de sua situação. E isso pode impedir que a vítima receba a ajuda e os cuidados que merecem. Nossa aparente apatia às condições de nossos companheiros humanos nos tempos modernos só piorou o problema. Em nossa vida ocupada, ignoramos o grito de ajuda que as pessoas dão. Às vezes até nos recusamos a reconhecê-los, e isso só os faz recuar ainda mais profundamente em sua concha de tristeza. Aqui estão os onze sinais de pessoas passando pela depressão. Lembre-se de que eles precisam de ajuda, embora geralmente não reconheçam isso. 1. Eles encontram um jeito para parecerem felizes e contentes com a vida. Quando pensamos em pessoas que estão deprimidas, o que muitas vezes vem à mente são pessoas irritadas e mal-humoradas. Mas isso é um grande equívoco, e isso contribuiu para a dificuldade em identificar pessoas deprimidas. Nem todas as pessoas deprimidas estão infelizes e tristes todas as vezes. Sim, quando estão em seus episódios sombrios, podem parecer terríveis, mas lembre-se de que a maioria das pessoas deprimidas não tenta cortar o pulso no meio do trânsito ou publicamente. Esses capítulos sombrios acontecem quando estão sozinhos. Na sociedade, as pessoas deprimidas mantêm uma atitude otimista e fazem isso porque não querem chamar atenção para si mesmas. Como elas não podem passar o dia com um rosto sombrio sem serem atingidos por uma série de perguntas sobre o bem-estar delas, aprenderam a usar máscaras felizes e evitam mostrar seus verdadeiros sentimentos. Isso causaria dor às pessoas que amam ou seriam abandonadas por pessoas que confiam nelas. 2. Eles podem estar acostumados a atividades regulares de fuga terapêutica. A depressão pode ser tratada de várias formas, algumas seguem a rota da medicação, ou algumas outras encontram uma maneira de usar atividades que são terapêuticas para elas. As pessoas que estão frequentemente deprimidas encontraram uma maneira de encontrar tais atividades. Eles participam periodicamente dessas atividades para tirar suas mentes de suas lutas diárias com a depressão. Essas atividades podem variar de um exercício como caminhar, correr, andar de bicicleta e levantar pesos. Eles também podem incluir entretenimento como assistir a séries de TV ou filmes ou até mesmo ouvir música, especialmente certas músicas que retratam ou espelham o que estão passando, mas quando elas se envolvem nesse tipo de atividade, elas tendem a exagerar... 3. Eles têm problemas de confiança em terceiros devido a serem abandonados em algum momento no passado. Se você passou por uma situação em que você foi abandonado como uma criança pequena, você vai entender a luta e dor de ver seus entes queridos - amigos e familiares, deixarem você. Da mesma forma quando você tem problemas, e deixa alguém entrar em sua vida e lutar, apenas para que essa pessoa te acompanhe - como se suas perguntas fossem muito desagradáveis para lidar. Às vezes você até é julgado enquanto ainda sente dor. Então, em vez de fornecer soluções para os problemas das pessoas, muitas vezes nos vemos como na sociedade, culpando a vítima. Este tipo de comportamento apenas facilita a sensação de abandono em pessoas que estão passando por depressão. Na verdade, piora a ferida ao perceber que todo o esforço que foi feito - ao colocar seu ego de lado, transmitir seus problemas e compartilhar seu lado vulnerável com as pessoas foi desperdiçado. Isso faz com que as pessoas que lutam contra a depressão construam ainda mais muros para se esconder do olhar crítico do público. Eles preferem fingir que estão bem e continuam morrendo por dentro do que preferir que o mundo veja e critique suas feridas. 4. Eles se tornam muito bons em cobrir sua dor. Através da prática de esconder suas condições do mundo, as pessoas deprimidas dominam o ato de criar uma nova cena. Eles contam histórias convincentes para defender os cortes ou cicatrizes em suas mãos e dar razões genuínas para que eles não possam procurar ajuda. É claro que é uma vida muito difícil e dura de se viver. Ninguém se sente confortável em viver uma vida dupla. E para as pessoas deprimidas, isso se tornou um estilo de vida muito regular. Mesmo quando alguém flagra esses sinais, eles entram em negação quando confrontados com a dor pela qual estão passando. Apesar de estarem passando por momentos de angústia, inutilidade, autopiedade e baixa estima, eles estão continuamente em negação da realidade de sua situação. Você tem que sondar com carinho e genuína preocupação a vítima para atravessar as paredes que eles constroem em torno de si mesmos. A paciência também é vital nesse processo. 5. Eles provavelmente tem um padrão de sono e alimentação intermitente. Pode ser muito difícil para as pessoas próximas das vítimas e até mesmo as vítimas perceberem, mas os padrões irregulares de comer e dormir são um sinal de depressão. É muito comum em pessoas deprimidas experimentar um excesso de sono e intercalar atividades de dormir e comer. Eles podem estar comendo demais ou morrendo de fome. O mesmo vale para dormir; Pessoas deprimidas podem ficar cochilando por muito tempo depois que o despertador dispara ou podem ficar acordadas observando o teto até o sol nascer. Naturalmente, essas duas atividades são necessárias para refrescar e energizar o corpo. Quando eles estão bem, essas atividades dão alegria e felicidade, mas quando alguém está deprimido, essa pessoa não encontra mais nada excitante e divertido em sua vida. E assim tal pessoa pode recorrer às únicas atividades que lhes dão alguma alegria e controle em suas vidas - assim, distraí-los de sua dor. É crucial que procuremos saber mais da depressão quando percebemos que nós mesmos ou a família e os amigos estão exagerando em tais atividades. Um diagnóstico rápido é fundamental para um atendimento imediato e adequado. 6. Eles abusam de substâncias nocivas Alguém que está deprimido não apenas se entrega às atividades de dormir ou comer. Eles procuram substâncias para ajudar. Eles começam a beber e a fumar muito. E quando eles fazem isso, você pode pensar que eles fazem isso apenas por diversão. Mas acredite em mim que esse não é o caso. Eles estão tomando e às vezes abusando dessas substâncias para ajudá-los a esquecer a dor que estão passando - mesmo que seja por um breve momento. E eles inteligentemente usam as substâncias em situações que os atraem. Por exemplo, eles sabem que o álcool é um depressor das emoções e, portanto, precisariam de muito para ajudá-los a apagar suas mágoas. Eles também usam estimulantes como café e cocaína para colocá-los em um estado de espírito jubiloso e feliz. Usam também em eventos sociais onde eles têm que usar a máscara sorridente e fingir que tudo é bom e elegante. 7. Eles pensam na morte quase diariamente. Agora, isso não quer dizer que todas as pessoas deprimidas estão procurando maneiras de acabar com suas vidas. Mas quando alguém está deprimido, seu estado de espírito é diferente da pessoa comum pois a maior parte do que mantém o resto das pessoas engajadas na vida não importa tanto para elas. Lembre-se que a vida é apenas um intervalo entre o nascimento e a morte. E para eles, já que a própria vida parece vazia e sem graça, a única coisa que resta para olhar para frente é a morte. Talvez essa seja a única maneira pela qual eles podem acabar com a frustração e a miséria que devem enfrentar na própria vida. Quanto mais freqüentes essas situações ocorrem, mais elas ficam presas a essa mentalidade. 8. Eles são na maioria das vezes brilhantes e retrospectivos. Não é segredo que os melhores de nós - aqueles que contribuíram significativamente para o avanço da raça humana, lidaram continuamente com a depressão ou sofreram alguma doença mental ou similar. Elon Musk disse, certa vez, algo de estar ocupado inventando para não sucumbir a uma vida muito monótona... Ele disse que queria apenas continuar criando e não ficar triste. Assim, podemos ver que a força motriz dos grandes tem geralmente vindo da dor de algum passado traumatizante ou do tédio da vida. Ajuda-os a expressar suas idéias e talentos de maneiras extraordinárias e únicas. 9. Eles frequentemente buscam o significado de suas vidas. Em face da vida branda que parecem levar, as pessoas deprimidas estão em constante busca pelo sentido da vida que vivem. É uma tentativa de saciar a fome ou dor interior de não ter um propósito. A propósito, os seres humanos naturalmente querem saber que estão causando algum impacto em suas vidas, de seus amigos e familiares e do mundo em geral. Eles querem ver que estão fazendo a coisa certa ou pertencem a um grupo que tenha objetivos que são bons para eles e para a humanidade. Quando descobrimos que somos parte de algo muito mais significativo do que nós, então somos capazes de ignorar o tédio doloroso e o sofrimento que é muito evidente na vida de todos. A maioria dos grandes que foram corajosos o suficiente para desafiar as injustiças e o sofrimento que afligiram nossas sociedades no passado eram conhecidos por terem famílias problemáticas. Pessoas como Nelson Mandela e Martin Luther King Jr tiveram vidas difíceis que teriam feito a maioria das pessoas desistir da vida. Mas o que os mantinha em movimento era a crença fervorosa de que o que eles estavam fazendo era muito mais significativo do que eles. Em vez disso, estimularam-se a exagerar no que estavam fazendo porque era lá que encontravam a felicidade. Esse é o caso semelhante para aqueles que estão deprimidos, em busca da felicidade, eles buscam vigorosamente o significado da sua vida e quando eles o vêem, eles se entregam a ele até se tornarem grandes mestres em seu ofício - alcançando assim grandes objetivos em tais campos. 10. Eles podem ocasionalmente pedir ajuda. Veja, ninguém é perfeito. E em algum momento todo mundo precisa de ajuda. É o mesmo para pessoas deprimidas, quando elas precisam de ajuda, elas às vezes falam. É crucial que eles não sejam persuadidos ou ignorados quando fazem isso. Abrir-se assim, para pessoas deprimidas é freqüentemente um pedido silencioso de ajuda. Se você perceber que alguém que não esperaria chorar ou mostrar sinais de sofrimento emocional está fazendo isso, tente o máximo que puder para atender a essa pessoa ou levá-la a alguém que o possa. É essencial agirmos rapidamente nestes casos. É porque os resultados de nossas ações, seja negligência ou preocupação, seriam tremendos. Um amigo ou mesmo um estranho pode ser o suficiente para mudar a trajetória da vida de uma pessoa deprimida. Mas a negligência pode levar a consequências muito terríveis. Também é bom pra você ser essa pessoa que ajuda em tal situação. Pode ser uma oportunidade para construir uma nova relação de confiança e amizade. 11. Eles são atraídos pelo amor e pelo cuidado e às vezes freqüentemente o procuram. Pessoas que estão lutando contra a depressão muitas vezes escondem seus problemas como um mecanismo de autodefesa e não como uma maneira de enganar as pessoas. E não é, na maioria das vezes, uma ação deliberada. Eles estão tentando esconder sua dor e sofrimento de amigos e familiares, para não ser um fardo para eles. Eles não querem uma situação em que seus amados estejam em constante ansiedade e preocupação com o bem-estar deles. Hoje em dia, vivemos em um mundo onde ser fiel a si mesmo e suas lutas são encaradas com desaprovação. Acordamos com nossos ternos fortes e brilhantes que cobrem nossos corpos fracos e feridos. Esse tipo de cultura encoraja a negligência de discussões profundas de nossa sociedade para com a depressão. E, assim, a depressão passa despercebida em nossa comunidade hoje, embora leve um grande número de pessoas através de vidas miseráveis a seus túmulos. Para combater esta epidemia, devemos começar a ter empatia por aqueles de nós que são vítimas de tais ataques mentais brutais, e devemos tomar medidas para que sejam atendidos. Só através disso podemos vencer a guerra contra a depressão. Adaptado do Original: http://strongfeelings.net/2018/08/10/11-habits-of-people-with-concealed-depression
- Biblioteca
Biblioteca & Pesquisa Digital Biblioteca Geral Biblioteca A-E Biblioteca F-J Biblioteca K-O Biblioteca P - T Biblioteca U - Z
- MindStream - O Elo Perdido
Biblioteca Digital & Serviço de Pesquisa O Elo Perdido - A Estranha Conexão entre a Mente Humana e a Física Quântica
- HT - Algoritmos e nossas habilidades.
Filosofia - Educação - Conhecimento Algoritmos desgastam nossas habilidades de tomada de decisão? Os algoritmos são diariamente incorporados em nossas vidas tecnológicas, ajudando a realizar uma variedade de tarefas, como garantir que o email chegue à sua tia ou que você seja correspondido a alguém em um site de namoro que goste das mesmas bandas que você. Claro, esse código de computador tem como objetivo tornar nossa vida mais fácil, mas especialistas citados em um novo relatório do Pew Research Center e Imagining the Internet Center da Elon University estão preocupados que os algoritmos também possam nos fazer perder a capacidade de tomar decisões. Afinal, se o software pode fazer isso por nós, por que deveríamos nos incomodar? "Algoritmos são os novos árbitros da tomada de decisão humana em quase qualquer área que possamos imaginar, desde assistir a um filme (reconhecimento de emoções Affectiva) a comprar uma casa (Zillow.com) a carros autônomos (Google)", Barry Chudakov, fundador e diretor da Sertain Research e StreamFuzion Corp., diz no relatório. Mas, apesar dos avanços, os algoritmos podem levar a uma perda no julgamento humano, pois as pessoas se tornam dependentes do software para pensar por elas. Essa é uma das conclusões do relatório. Ele incluiu respostas de 1.300 especialistas em tecnologia, acadêmicos, empresários e líderes governamentais sobre o que as próximas décadas esperam do futuro dos algoritmos. Um dos temas que surgiu foi "a humanidade e o julgamento humano se perdem quando os dados e a modelagem preditiva se tornam primordiais". Muitos entrevistados temem que os seres humanos sejam considerados "insumos" no processo e não seres reais. Além disso, eles dizem que, como os algoritmos assumem responsabilidades humanas e essencialmente começam a se criar, "os humanos podem ficar de fora do circuito". E embora alguns especialistas tenham expressado preocupação, outros deram razões para que os algoritmos fossem uma solução positiva e deveriam expandir seu papel na sociedade. Aqui está uma amostra de opiniões sobre os benefícios e desvantagens dos algoritmos do relatório: Bart Knijnenburg, professor assistente em computação centrada no ser humano na Clemson University: "Meu maior medo é que, a menos que sintonizemos nossos algoritmos para auto atualização, será simplesmente muito conveniente que as pessoas sigam o conselho de um algoritmo (ou, é muito difícil ir além de tais conselhos), transformando esses algoritmos em profecias auto-realizáveis e usuários em zumbis que consomem exclusivamente itens fáceis de consumir. " Rebecca MacKinnon, diretora do projeto Ranking Digital Rights da New America: "Algoritmos impulsionados pelo aprendizado de máquina rapidamente se tornam opacos até mesmo para seus criadores que não entendem mais a lógica que está sendo seguida para tomar certas decisões ou produzir certos resultados. A falta de responsabilidade e completa a opacidade é assustadora. Por outro lado, os algoritmos revolucionaram o relacionamento dos humanos com a informação de maneiras que salvam vidas e fortalecem e continuarão a fazê-lo. " Jason Hong, professor associado da Carnegie Mellon University: "O velho ditado do lixo entra, o lixo ainda se aplica, mas a grande quantidade de dados e a velocidade dos computadores podem dar a falsa impressão de correção. Como um exemplo trivial, existem histórias de pessoas seguindo rigorosamente um GPS de perto e acabando dentro de um rio ". Amali De Silva-Mitchell, uma futurista e consultora: "A modelagem preditiva limitará a auto-expressão individual e, portanto, a inovação e o desenvolvimento. Cultivará uma população alimentada por colher e aqueles na elite serão os inovadores. Haverá uma perda na decisão complexa habilidades de formação das massas ". Marina Gorbis, diretora executiva do Institute for the Future: "Imagine, em vez de digitar palavras de busca e obter uma lista de artigos, apertar um botão e obter um artigo narrativo sobre um tópico específico de interesse. É o equivalente a cada um de nós muitos pesquisadores e outros assistentes ... Os algoritmos também têm o potencial de revelar vieses atuais na contratação, descrições de cargos e outras informações de texto. " Ryan Hayes, proprietário da Fit to Tweet: "A tecnologia vai começar a nos ajudar a não apenas maximizar nossa produtividade, mas a mudar para fazer essas coisas de forma a nos tornar mais felizes, mais saudáveis, menos distraídos, mais seguros, mais pacíficos, etc. será uma tendência muito positiva. Em outras palavras, a tecnologia começará a nos ajudar a sermos humanos novamente, ao invés de nos sobrecarregar com mais abstração ". David Karger, professor de ciência da computação do MIT: "A questão da equidade algorítmica e da discriminação é importante, mas já está sendo considerada. Se queremos algoritmos que não discriminam, seremos capazes de projetar algoritmos que não discriminar." Daniel Berleant, autor de A Raça Humana para o Futuro: "Algoritmos estão menos sujeitos a agendas ocultas do que consultores e gerentes humanos. Portanto, a saída desses algoritmos será mais social e economicamente eficiente, no sentido de que eles estarão mais bem alinhados com seus objetivos pretendidos. Os humanos são muito mais suspeitos em seus conselhos e decisões do que os computadores. " E você? O que acha? Fonte original: https://www.npr.org/sections/alltechconsidered/2017/02/08/514120713/will-algorithms-erode-our-decision-making-skills



